Anularam-se 2 questões da OAB. E agora?

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esqueceramPara minha surpresa, anularam duas questões do XVº Exame Unificado da OAB. Imagino que essa “surpresa” seja coletiva, pois depois de vários exames sem anulações e de uma prova que não teve “gritaria”, é praticamente um milagre estas duas anulações. É como ganhar na MEGASENA acumulada!

Claro, para quem aproveitou, em especial, quem acertou 38. Uma questão de direito administrativo que não li em lugar algum qualquer manifestação e a outra, de processo do trabalho, tinha um erro na formulação da mesma, mas que poderia ser interpretada o que o examinador queria ter dito, mas não fez. Enfim, a FGV “recuou” e aceitou que a sua prova não é perfeita, pois quando não anula passa a mensagem de perfeição.

E agora?

O Maurício Gieseler (do PEO) diz que teremos a maior 2ª fase de todos os tempos, com mais de 70 mil habilitados a fazê-la. Pois bem, é um número realmente MUITO considerável e reza a LENDA URBANA direto dos corredores da OAB que quando há um número elevado de aprovados na 1ª fase, a 2ª fase se torna praticamente IMPOSSÍVEL. Se é verdade ou não, prefiro não me posicionar, mas se no creo en brujas, pero que las hay, las hay. 

Se considerarmos a prova da OAB como um “filtro” e há muitas “impurezas” que precisam ser filtradas, o filtro precisa ser mais consistente e reforçado para fazer o mesmo trabalho sempre. Essa é uma premissa.

Diante disso, é possível entrar em pânico, pois não é de hoje que já ouvi de examinandos aprovados em lista preliminar que “anular questões não traz nenhum benefício para nós, ao contrário, a OAB será mais dura na correção”. Daí chegamos à encruzilhada: a prova será mais difícil ou a correção terá mão pesada?

Ambas situações aterrorizam para quem já vinha estudando, certamente, mas será que a OAB não está precisando de mais contribuintes para reforçar o caixa? Neste caso, a prova se manteria como está, e que já é muito difícil, e passa quem estiver melhor preparado, simples assim.

Portanto, quem sabe um certo “terrorismo” neste momento servirá para cair a ficha de quem ainda está devagar nos estudos ou iria tirar uma licença entre as festas de final de ano? A prova está logo aí, menos de 30 dias. Para quem irá começar agora com o resultado divulgado, o que vier é LUCRO! Mas abrace a causa como fosse a última de sua vida, pois se a FGV deu esta “chance” pode ser a SUA que está batendo na porta e que precisa ser aberta com a sua preparação e consequente aprovação.

A prova poderá ser mais difícil? Pode, sendo assim, prepare-se melhor. Pode ser mais fácil? Não, o mínimo será a prova do XIVº Exame.

A correção poderá ser mais exigente? Não, pois é difícil medir ou fazer de propósito um gabarito pernicioso sem que 70 mil não reclamem nas redes sociais ou na imprensa. Erros de correção sempre acontecem, então nessa ou naquela prova estará presente, infelizmente.

Por fim, mais gente fazendo a prova, maior a responsabilidade da FGV em entregar um exame razoável, transparente e condizente com os objetivos do mesmo, para mim, esta é a grande vantagem de MUITA gente ser aprovada na 1ª fase: certamente, teremos uma 2ª fase atenta a isso, o que é POSITIVO para todos!

Preparando-se para Exame da OAB 2015!

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OAB I Ordem dos Advogados do Brasi_ - http___www.oab.org.br_servicos_examedeordem

Com a divulgação do cronograma de exames da OAB para 2015, é possível montar um programa de preparação para os mesmos. E o primeiro será o XVIº EXAME, cuja prova está marcada para 15 de março de 2015. Para quem “gosta” de estudar somente quando o edital é publicado, o XVIIº tem o menor tempo entre o edital e a prova, cerca de 50 dias. Os demais, alcançam cerca de 70 dias.

Quanto ao tempo entre a prova da 1ª fase e 2ª fase, corresponde quase 2 meses, exceto o XVIIIº EXAME, que tem uma diferença de duas semanas a menos.

Com essas considerações iniciais, é fácil constatar que temos um tempo considerável para ajeitar os livros, preparar uma agenda confiável e possível de realizá-la, especialmente, para quem ainda está na faculdade, incluindo aí a entrega do TCC, provas finais e festas típicas de último semestre.

Soma-se tudo isso à aparente estabilidade que o Exame da OAB tomou para si, com a FGV à frente do processo seletivo, sem maiores problemas nos últimos certames, provas sem anulações, questões previsíveis no sentido de uma exigência interpretativa cada vez mais concreta entre situações hipotéticas e a aplicação da lei, bem como uma constância nos índices de aprovação.

No entanto, há indicativos, p.ex., que teremos novas disciplinas para 2015 e uma readequação entre as que já estão no catálogo com o número de questões. Direito eleitoral é uma delas, creio que é um desejo do atual presidente do Conselho Federal da OAB antes de encerrar seu mandato em 2015, pois é a disciplina a qual é especialista. Outra disciplina seria direito previdenciário, que tem inclusive comissão especial dentro da OAB e é bastante presente em concursos públicos (como também o direito eleitoral). E dizem que a matéria de conciliação e mediação também deverá entrar e que está previsto no Novo Código de Processo Civil.

Em outro tópico vamos tratar destes boatos, pois onde há fumaça, com certeza, há fogo em se tratando de exame da OAB.

Por hora, é PLANEJAR seu 2015 com as datas disponíveis e separar um tempo além da publicação do edital para estudar para OAB, sugestão que deixamos é encarar ao menos, para quem está na faculdade ainda, uma hora diária até 90 dias antes da prova, a começar por realizar a última prova antes de abrir os livros para analisar a própria abordagem da FGV/OAB, bem como conhecer suas limitações e reforçar seu conhecimento nas disciplinas que lhe deixarem preocupados (menos de 50% de acertos). E não vale chutar neste teste!

E depois que engrenar os estudos, com uma disciplina por dia, realizar questões aos finais de semana para “aliviar” é um pedido não muito exigente, buscando resolver das cinco disciplinas estudadas na segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira.

Quando chegar o limite de 90 dias antes da prova, incluir mais uma hora todos os dias e uma terceira quando “bater” a data da publicação do edital, dividindo os estudos em duas disciplinas por dia.

Até lá, vamos destacando novas dicas e bons estudos!

Estratégias para prova da 2ª fase da OAB!

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“O tempo passa, o tempo voa e a preparação para OAB continua numa boa”. Quem não lembra da propaganda do finado banco Bamerindus? Pois é, o tempo é severo e já chegamos a 30 dias da prova da 2ª fase do XVº Exame da OAB. Parece que foi ontem que estávamos todos apreensivos em responder 80 questões objetivas. Agora, estamos bem próximos do dia 11 de janeiro e que decidirá a vida de muitos.

Neste período que resta, no entanto, há muito o que fazer. Para 1ª fase, é o tempo que muitos examinandos começam a estudar, de fato, todas as 17 disciplinas. Agora, apenas uma é o foco da tarefa preparatória. Parece um alívio e realmente é. Lembre que esta disciplina foi escolhida entre sete por você mesmo, ou seja, teoricamente, é aquela que se está mais bem preparado ou que melhor terá condições de estudar. Ninguém em sã consciência escolheu uma disciplina que detesta, ao contrário, quando se faz a prova da 1ª fase e tem que “engolir” muitas que não tem qualquer sentido para o examinando.

Pois bem, com todo este “blá-blá” é possível perceber que esta tarefa não pode ser tão ruim e que todas chances estão com quem irá fazer a 2ª fase. E os números são claros: passa-se muito mais na 2ª fase do que na 1ª fase em relação habilitados 1ª fase/aprovados 1ª fase e habilitados 2ª fase/aprovados 2ª fase.

Outro dado interessante serve para mostrar algo que batemos forte aqui na preparação para 2ª fase: erroneamente, o foco dos examinandos é na peça, deixando de lado a resolução das questões subjetivas. Os números abaixo indicam que a maior média de pontuação obtida recai na peça.

Aproveitamento 2 fase

Há exceções, é claro, mas o que marcamos acima representa que a grande maioria das vezes a pontuação veio das peças e não das questões. Uma coisa é certa: somente se errar a peça e, consequentemente, a eliminação, é o trauma a considerar. Fora isso, a pontuação tem que vir também das questões.

A lógica que cerca às questões, é que uma é “dada”, outras duas, de grau médio e a última, bastante difícil. Assim, dos cinco pontos é possível arrancar pelo menos 3 pontos: acertar no todo uma questão (1,25) e acertar parcialmente outras duas (+ 1,75) e “sobrar” uma com erro completo. Ou acertar duas completas (2,50) e ganhar pontuação nas outras duas. Enfim, a matemática é mais fácil do que gabaritar a peça.

Portanto, a prova é estratégia. Veja que a grande maioria das peças os examinandos alcançaram a risca dos três pontos, no entanto, quanto às questões a média ficou menor que isso, ou seja, a maioria dos examinandos não foram aprovados pela simples razão da falta de pontuação necessária das questões!

Se os números indicam que na peça a pontuação tem sido satisfatória, ou seja, acima de três pontos, por outro lado as questões têm sido quase um fiasco. Como vencer isso? A mais básica das regras: resolver MUITAS questões dissertativas de provas anteriores! E conhecer como é feita a divisão dos pontos.

Esta é uma outra estratégia. Para saber como é a distribuição de pontos tanto na peça como nas questões, veja os padrões definitivos das provas de 2ª fase. Entenda que ao fazer um recurso, p.ex., você ganha X pontos em acertar o endereçamento, ganha Y pontos em fazer a peça com folha de apresentação e razões em separado, se for o caso, e ganha Z pontos se a fundamentação corresponde ao gabarito.

Depois muita, mas muita gente vem me perguntar… “ah, se eu não coloquei isso, perco pontos?” ou “ah, se coloquei a mais isso, também perco pontos?”. E “se esqueci de citar isso, quanto pontos eu perco?”. Etc e tal. Então, faça esta pesquisa antes, pois ao estar fazendo a peça, você terá em mente qual a pontuação que você está conquistando em acertar aquele item.

Quanto às questões, conhecer a divisão da pontuação dentro da questão é importante, bem como que a mera transcrição de um artigo legal não gera pontos. Para jogar tem que conhecer as regras antes!

Estratégia sempre!

Desabafo de quem não aprovou na OAB.

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tristeRecebo emails de quem não conseguiu aprovação na 1ª fase do XVº Exame e não sabe por onde recomeçar ou agir neste momento. Realmente, a sensação de fracasso cega qualquer visão de um futuro a curto prazo disponível para novas conquistas. Escolhi um email porque é forte, antes de tudo, mas representa ao menos a base da falta de perspectiva imediata da maioria. Irei omitir o nome por razões óbvias.

“Eu já havia prestado exame da OAB algumas vezes, a minha última tentativa tinha sido no final de 2012. Nesse ano de 2014 eu voltei e tentei o XV exame, comecei a estudar no final de Julho (estudei muito, fiz muitas questões), e ainda tive a vantagem de nem ter trabalhado nesse tempo. Para depois de tudo isso acertar apenas 39 questões. É provável que não tenha anulação de questão. Uma única questão me separou dos aprovados. Pensava que iria passar mas foi só ilusão. Estou triste e frustado, minha frustração me deixou meio apático e desmotivado para até outras áreas da minha vida(minhas notas em outro curso que eu faço caíram um pouco por falta de atenção e motivação minha. Estou meio aéreo. Sei que o senhor não é psicólogo, mas imagino que já tenha lidado e ouvido outras histórias como a minha. Coisas assim acabam com a auto-estima. Queria ter nascido mais inteligente. Me sinto muito envergonhado. Passar na 1° fase da OAB seria a grande vitória desse ano (até mesmo porque a 2° fase é mais fácil). Não desisti ainda, mas acho que as festas de fim de ano não será tão legal como eu gostaria(devido a isso tudo). Estou com a auto-estima baixa.  Como me reerguer?”

Para começo de conversa, é importante destacar algumas informações oficiais da FGV. Em primeiro lugar, entre o IIº Exame e o XIIIº Exame cerca de 1,3 milhão se inscreveram e destes, apenas 36,4% foram examinandos que prestaram pela 1ª vez a prova. Ou seja, 63,6% era gente que estava fazendo mais de uma vez. A grande maioria de aprovados está na faixa de 3 exames realizados.

Assim, como aquele velho conselho, não está fácil para ninguém.

Em outras palavras, a média indica que a maioria dos examinandos tem que fazer 3 exames para ser aprovada. E há um dado bastante relevante: há examinandos que fizeram TODAS as 12 edições pesquisadas. E não é um, mas mais de 2 mil examinandos.

Quanto ao caso concreto. Realmente, não sou psicólogo, mas é como tento semear há anos: uma preparação adequada precisa enfrentar dois lados, um pedagógico (que inclui a preparação em si) e um psicológico, que todo candidato precisa estar com a “cabeça boa”, suavizada de pressões, ansiedades etc. Também tenho dito que a quantidade de estudos não representa a qualidade que se exige. Fazer MUITAS e MUITAS questões ajuda, p.ex., mas há “fórmulas” que trazem mais resultados diante delas.

A fixação do conteúdo, até onde os estudos foram, qual profundidade, enfim, há diversas variáveis que influenciam em toda a preparação. Ademais, se não tem “cabeça boa” durante esta trajetória, qualquer que seja o motivo, o conteúdo “não pega”, fica solto no ar e ele não aparece na hora da prova. Neste caso, realmente, precisa-se de um profissional que descubra o que está atrapalhando todo esse processo de conhecimento.

Realizar, como demonstraram os número da FGV, 12x a prova e não ser aprovado é uma questão de cabeça e que um psicólogo deve ser consultado. URGENTE. Caso contrário, todos os estudos não representarão nada diante de uma prova. Por outro lado, demonstra que existe , ou seja, já é algo positivo em que o examinando acredita, porque muitos desistem depois do terceiro exame. E três exames é um ano de preparação.

Ouvi dias atrás que um futuro juiz federal tomou posse depois de sete anos tentando em provas para esse cargo em todo o país e, que finalmente, obteve aprovação. Muita gente leva este tempo para ser aprovado no vestibular de MEDICINA! Somente é tentando que se consegue. É a velha máxima: eu NUNCA vou acertar na MEGASENA. Porque? Eu NUNCA jogo.

É possível que o nosso amigo ou amiga do email encontre PAZ com alguém que possa revelar as causas que impedem que siga adiante no exame ou em provas de concursos. E revelando-as, também é possível que daqui a pouco se descubra que não há motivação para alcançar a aprovação, ou seja, um objetivo maior do que a mera sensação de ser aprovado(a). Mas e depois? Quero a carteira da OAB para advogar, mas sei que será muito difícil conseguir um emprego em escritório pela minha falta de experiência ou dificuldade de comunicação? Quero a carteira da OAB para concursos, mas sei que a situação é pior com concorrência que está hoje por aí e não vou conseguir conquistar o cargo que gostaria?

Todas são situações que geram todos os males necessários que atrapalharão os estudos. Como resolver isso? Um choque de autoestima ou mudar o rumo de sua vida através de outros caminhos, quem sabe um novo curso, outras tarefas, enfim. Conheço muitos, mas muitos alunos que tomaram outros rumos, com ou sem aprovação da OAB. Gente que hoje vive muito mais feliz como decoradora de ambientes, designer de jóias, empresários, terapeuta holística, chefes de cozinha, animador de festas infantis, maquiadora, blogueiro, radialista, donas de casa, etc e tal, enfim, o mundo é muito maior do que bacharelado em Direito e mais rico do que a riqueza em ter uma carteira da OAB em mãos.

Mas se o objetivo de vida passa pelo exame da OAB, não desista, porque todos nós passamos por reprovações na vida ou profissionalmente. Ficar triste ou sem saber o que fazer é NORMAL depois de um fracasso ou fracassos contínuos. O que NÃO é normal é viver assim por um longo tempo, ou seja, deprimido (tristeza contínua). Procure um auxílio de quem irá lhe mostrar, ao menos, opções e com elas é mais fácil decidir o que fazer.

Vade Mecum 2015 OAB Saraiva: o + atualizado!

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Recentemente, divulguei em 1ª mão a capa da 5ª edição do Vade Mecum OAB e Concursos da Editora Saraiva. Desconhecia todos os seus recursos, bem como suas característica, nem mesmo estava à venda! Agora é possível, com ele em mãos, tecer maior comentários sobre esse grande lançamento.

Primeiro lugar, é um lançamento único. Explico. Como se sabe, a Editora Saraiva mantém outras linhas de Vade Mecum, as mais relevantes são o modelo “clássico” e talvez o livro jurídico mais vendido do país, que está na sua 18ª edição, e o “compacto”, ambas edições de 2014. Portanto, o VM OAB da Saraiva 2015 é o primeiro a sair numa edição mais avançada e atualizada.

Segundo, é o único Vade Mecum no mercado que saiu atualizado com data de fechamento de acordo com os Exames de Ordem aplicados em 2014: fevereiro, junho e agora outubro. Portanto, foram três edições atualizadas apenas num único ano!

Nenhum outro Vade Mecum em nenhuma outra editora acompanhou tantas atualizações como o produto da Editora Saraiva. Para uma prova que preza o conhecimento, em especial, do texto legal, é conditio sine qua non que o examinando tenha em mãos o material mais atualizado que o mercado possa apresentar. E tenham certeza, a FGV não tem os olhos vendados a respeito das publicações que se tem à disposição, ao contrário, sabe que poderá cobrar conteúdo que foi atualizado e que o examinando poderá não ter no dia da prova.

Um dos recursos que mais gosto neste Vade Mecum OAB e Concursos da Saraiva é o seu mapa da legislação. É um guia de localização legislativa dividido pela sete disciplinas que compõem a 2ª fase da OAB. Está encartado em papel especial e fica ao fim do livro, facilitando o seu manuseio. Ele representa uma consulta rápida e imediata das principais leis e súmulas a partir do tema do assunto. E podem ficar tranquilos, está de acordo com o edital da OAB e está presente desde a 1ª edição.

O conteúdo online também é um bom “amigo” para o pessoal tanto da 1ª como da 2ª fase. Além de vídeos exclusivos dos participantes da capa do VM, com dicas, principalmente, também há modelos de peças processuais, dicionário jurídico e temário, onde representa um índice mais completo do que se pode imaginar. Dentro do VM há um código de acesso para tal conteúdo.

O Vade Mecum tem “fechamento” na data de 17 de outubro de 2014, sendo que a edição anterior, como dito antes, apenas em junho. Está atualizado até 83ª Emenda Constitucional. Além disso, apresenta:

  • Guarda-índice com número de páginas
  • Miolo em 4 cores, com tarjas divisórias internas que agilizam o manuseio do livro
  • Índice multifuncional – rápida localização de qualquer assunto por ordem alfabética, cronológica, número do diploma ou tema
  • Inúmeras notas de correlação entre as matérias
  • Regulamento Geral da OAB
  • Súmulas do STF, STJ, TST e TSE e dos Juizados Especiais Federais e das Jornadas de Direito Civil, Comercial e do Trabalho do CJF
  • Todas as OJ da SDI e SDC, bem como todos os precedentes normativos em dissídios coletivos

Por fim, outra função bacana trazida são “destaques” nos textos legais das atualizações de 2014 para facilitar na hora da consulta também, p.ex., alterações no texto do Estatuto da Microempresa.

E o preço? Claro, com tudo isso, certamente, no mínimo, ficaria por volta de R$ 160,00, preço de muitos Vade Mecum na concorrência, similares, mas com bem menos recursos. Mas não, está R$ 130,00 (parcelado) ou 1x de R$ 123,50 no site da Livraria Saraiva [clique na imagem abaixo].

VM 2015

Anulada questão de concurso pelo Judiciário

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concurso_Não é todo o dia que se encontra uma (ótima) notícia como essas! Pois como todo mundo sabe, o Judiciário “não gosta” de dar pitacos em questões de concursos, tendo em vista a separação dos Poderes (a fundamentação mais ampla e corriqueira). O que se encontra no catálogo jurisprudencial é referente às regras de edital, geralmente, infringidas pela Administração.

Por outro lado, a notícia que se tem, baseada no portal Espaço Vital, é que foi anulada questão pelo TJRS de concurso da Receita Estadual do RS porque “demonstrada a violação do direito líquido e certo da certamista, em razão da exigência de conteúdo que desbordava da previsão editalícia, ferindo o principio da vinculação ao edital“.

Segundo consta, “os desembargadores concluíram que a questão nº 6 do bloco 02 da prova, ao indagar os candidatos acerca do tema “Intervenção”, previsto no Capítulo VI do Título III da Constituição Federal – da organização do Estado -, desvinculou-se do edital de abertura, na medida em que previsto textualmente fazer parte da matéria, no item Organização do Estado, apenas organização político-administrativa e competência legislativa e concorrente”.

Ou seja, a prova não pode cobrar mais do que diz o edital. Esse tipo de erro é comum, mas não muitos têm coragem de enfrentar os caminhos jurídicos por diversas razões, entre elas, a financeira ou pelo temor de ficar “tachado” em fases subsequentes do concurso.

Então, um bom concurseiro que se preze é quem conhece muito bem o seu edital.

Qual disciplina que mais aprova na 2ª Fase da OAB?

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Antigamente, rezava a lenda que direito do trabalho era a “melhor” opção para quem buscava atalhos na hora da escolha da disciplina para 2ª fase da OAB. Claro, não tínhamos todas essas sete opções, geralmente, nas seccionais a base de escolha era penal, civil ou trabalho (e respectivas processuais). Por isso, gerou uma disparidade na escolha na disciplina trabalhista logo quando se unificou o exame ainda na época da CESPE.

É possível especular que quase metade das inscrições era direcionada para área trabalhista, cuja consequência, podem dizer o contrário, foi a evolução de uma prova bastante difícil, tornando-a inacessível até mesmo para quem a sempre teve como primeira opção.

Pois bem, os tempos são outros e hoje parece não ter mais dúvidas que constitucional é a disciplina que mais aprova segundo todas as pesquisas que se faz no Google. Agora, os números mais atuais da FGV Projetos confirmam: é a disciplina com maior taxa de aprovação, média alcançada entre IIº e o XIIIº Exame Unificado.

Comparando as disciplinas neste período, perde apenas a “coroa da aprovação” no Vº, VIIIº, Xº e XIº Exames.

Assim, com 31,6% mantém a liderança disparada, à frente de Civil (25,6%), Administrativo (19%), Tributário (17,4%), Empresarial (17,2%), Penal (15,6%) e, por último, Trabalho (13,6%).

Observando os extremos, a MAIOR aprovação interdisciplinar foi de 46,3% (Civil, Xº Exame), e a PIOR, 1,8% (Empresarial, XIIIº Exame).

Concluí-se, que trabalho, de “salvadora da pátria” se transformou na grande “vilã” dos examinandos. Por outro lado, uma disciplina que pouco se tem ou quase nada de prática se vê na faculdade ou em estágios é a detentora da “coroa das aprovações”, constitucional.

Outra constatação é que civil, sempre tão temida pelo extenso programa que consta no edital e pela diversidade de temas que poderia abarcar na prova, é a 2ª disciplina com maior número de aprovações. E mesmo, empresarial, cuja fama é de ser uma prova terrível (até vide o pífio índice de 1,8%), está na frente de penal e trabalho e empatada “tecnicamente” com tributário.

Enfim, se você quiser conhecer mais examinandos que optaram por constitucional, sugiro o nosso grupo no face, com quase 2 mil integrantes. Clique aqui.

Disciplinas 2 fase

De cada 10 inscritos, 8 são reprovados na OAB.

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Carteira OABDe acordo com uma matéria publicada pelo portal IG, segundo estudo feito pela FGV Projetos, em 12 exames aplicados, de 1.340.560 inscrições apenas 234,3 mil examinandos foram aprovados. O período reflete entre o IIº Exame Unificado até o XIIIº Exame (entre 2010 e 2014).

Segundo a reportagem, a taxa de reprovação é de 82,5%, ou seja, de cada 10 inscritos, 8 são reprovados. Para quem não acredita em persistência e/ou no grave problema que causa a muitos examinandos após seguidas reprovações, “o levantamento mostra ainda que, a fim de obter a carteira que permite pleno exercício da profissão, os bacharéis em Direito chegam a se inscrever 12 vezes para fazer a prova”.

Segue ainda que “para cada exame, a taxa de aprovação variou entre 11,4% (9° Exame) e 28,1% (10° Exame). Segundo o estudo, a variação reflete diferenças no conteúdo e no grau de dificuldade da prova, e também na qualidade de formação dos estudantes”.

Alguns dados interessantes para refletir:

  • Entre 2010-2014: 487 mil fizeram as provas do exame, muitas mais de uma vez.
  • Nesse período, 132,6 mil candidatos fizeram a prova mais de quatro vezes.
  • Desses, 2.094 candidatos fizeram o exame 12 vezes.

Por fim, “a grande taxa de reprovação dos estudantes e bacharéis nos exames da OAB faz parte de um contexto em que 1 em cada 10 matriculados no ensino superior no País cursa Direito. Em 2013, os matriculados no curso somavam 769.889 alunos, segundo dados do Censo da Educação Superior. Em 2012, eram 1.158 cursos, quase o dobro do número de cursos abertos em 2002 (599). Diante dessa realidade, o Ministério da Educação (MEC) suspendeu a abertura de novos cursos em 2013 até a criação de novas regras para expansão e regulação da rede, que seriam feitas em parceria com a OAB”.

Inevitavelmente, essa triste realidade reflete no gosto amargo da reprovação e, consequentemente, em quem é vítima deste sistema perverso de falta de fiscalização adequada, o aluno. Sonhos são destruídos, empregos perdidos, muito dinheiro gasto com inscrições caras (R$ 200,00 !!!), investimento em tempo deslocado, enfim, não preciso descrever o sofrimento de quem não consegue ser aprovado.

A prova é injusta? É, com toda a certeza do mundo. Acredito que foge de um padrão do que seria desejável. A prova da OAB não garante emprego algum, encaminha situações, mas ninguém sai aprovado e “empregado”, exceto aqueles que já têm a proposta em mãos e depende dela para concluí-la. Há provas para advocacia pública muito mais acessíveis e o resultado é outro com a aprovação: estabilidade.

A prova é justificável? Também é, apesar de ser injusta, pois quem é aprovado também reclama, aliás, há muito mais motivos para se desiludir com os fracassos profissionais. Há advogados que já rodaram todas as filas de admissão e não conseguem lugar em escritórios. Outros, a muito custo, fecham por R$ 1.000,00 o seu padrão mensal. Donos de escritórios, principalmente, que lidam com processos em massas dizem nos bastidores: é a lei da oferta e procura. Como competir? Então começa a ciranda dos concursos públicos e a superconcorrência.

O direito está em decadência? É o que respondo neste artigo com diversos números, clique aqui.

#SeLigaNaDica

Agenda OAB

XV Exame de Ordem Unificado

  • 29.09.2014

    Publicação do Edital

  • 29.09.2014
    a
    13.10.2014

    Período de Inscrições

  • 22.10.2014

    Prazo limite para pagamento da taxa de inscrição

  • 10.11.2014

    Divulgação dos locais de realização da prova objetiva

  • 16.11.2014

    Realização da 1ª fase (prova objetiva)

  • 16.11.2014

    Divulgação do gabarito preliminar da prova objetiva

  • 02.12.2014

    Resultado preliminar da 1ª fase

  • 02.12.2014
    a
    05.12.2014

    Prazo recursal contra o resultado preliminar da 1ª fase

  • 16.12.2014

    Divulgação do gabarito definitivo da 1ª fase

  • 16.12.2014

    Divulgação do resultado final da 1ª fase (prova objetiva)

  • 05.01.2015

    Divulgação dos locais de realização da prova prático-profissional

  • 11.01.2015

    Realização da 2ª fase (prova prático-profissional)

  • 11.01.2015

    Divulgação do padrão de resposta preliminar da prova...

  • 03.02.2015

    Divulgação do padrão de respostas definitivo e do resultado...

  • 04.02.2015
    a
    07.02.2015

    Prazo recursal acerca do resultado preliminar da 2ª fase

  • 15.02.2015

    Descrição dos recursos acerca do resultado preliminar e divulgação...