De cada 10 inscritos, 8 são reprovados na OAB.

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Carteira OABDe acordo com uma matéria publicada pelo portal IG, segundo estudo feito pela FGV Projetos, em 12 exames aplicados, de 1.340.560 inscrições apenas 234,3 mil examinandos foram aprovados. O período reflete entre o IIº Exame Unificado até o XIIIº Exame (entre 2010 e 2014).

Segundo a reportagem, a taxa de reprovação é de 82,5%, ou seja, de cada 10 inscritos, 8 são reprovados. Para quem não acredita em persistência e/ou no grave problema que causa a muitos examinandos após seguidas reprovações, “o levantamento mostra ainda que, a fim de obter a carteira que permite pleno exercício da profissão, os bacharéis em Direito chegam a se inscrever 12 vezes para fazer a prova”.

Segue ainda que “para cada exame, a taxa de aprovação variou entre 11,4% (9° Exame) e 28,1% (10° Exame). Segundo o estudo, a variação reflete diferenças no conteúdo e no grau de dificuldade da prova, e também na qualidade de formação dos estudantes”.

Alguns dados interessantes para refletir:

  • Entre 2010-2014: 487 mil fizeram as provas do exame, muitas mais de uma vez.
  • Nesse período, 132,6 mil candidatos fizeram a prova mais de quatro vezes.
  • Desses, 2.094 candidatos fizeram o exame 12 vezes.

Por fim, “a grande taxa de reprovação dos estudantes e bacharéis nos exames da OAB faz parte de um contexto em que 1 em cada 10 matriculados no ensino superior no País cursa Direito. Em 2013, os matriculados no curso somavam 769.889 alunos, segundo dados do Censo da Educação Superior. Em 2012, eram 1.158 cursos, quase o dobro do número de cursos abertos em 2002 (599). Diante dessa realidade, o Ministério da Educação (MEC) suspendeu a abertura de novos cursos em 2013 até a criação de novas regras para expansão e regulação da rede, que seriam feitas em parceria com a OAB”.

Inevitavelmente, essa triste realidade reflete no gosto amargo da reprovação e, consequentemente, em quem é vítima deste sistema perverso de falta de fiscalização adequada, o aluno. Sonhos são destruídos, empregos perdidos, muito dinheiro gasto com inscrições caras (R$ 200,00 !!!), investimento em tempo deslocado, enfim, não preciso descrever o sofrimento de quem não consegue ser aprovado.

A prova é injusta? É, com toda a certeza do mundo. Acredito que foge de um padrão do que seria desejável. A prova da OAB não garante emprego algum, encaminha situações, mas ninguém sai aprovado e “empregado”, exceto aqueles que já têm a proposta em mãos e depende dela para concluí-la. Há provas para advocacia pública muito mais acessíveis e o resultado é outro com a aprovação: estabilidade.

A prova é justificável? Também é, apesar de ser injusta, pois quem é aprovado também reclama, aliás, há muito mais motivos para se desiludir com os fracassos profissionais. Há advogados que já rodaram todas as filas de admissão e não conseguem lugar em escritórios. Outros, a muito custo, fecham por R$ 1.000,00 o seu padrão mensal. Donos de escritórios, principalmente, que lidam com processos em massas dizem nos bastidores: é a lei da oferta e procura. Como competir? Então começa a ciranda dos concursos públicos e a superconcorrência.

O direito está em decadência? É o que respondo neste artigo com diversos números, clique aqui.

Basta chutar na letra ‘A’ para ser aprovado!

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Causou comoção a divulgação do gabarito para concurso de fiscal de receitas do município de Campina Grande, Paraíba: as 25 primeiras alternativas corretas eram “letra A” de 40. Não acredita? Clique aqui. Não só para esse cargo, pesquisei outros, como farmacêutico e BINGO! As 25 primeiras letra A. De nutricionista, pior, as 27 primeiras. Médico anestesista, também as 25 primeiras, todas letra A.

Enfim, a “síndrome da letra A”. Todas as questões de português e raciocínio lógico, disciplinas comuns de todos os cargos tiveram como resposta correta alternativa A.

O pior é que a realizadora do concurso é a Universidade Estadual da Paraíba, portanto, não é qualquer organizadora.

Pior fica é que seis anos atrás a justiça federal suspendeu um concurso porque a resposta certa para TODAS as alternativas da prova para o concurso da Escola Agrotécnica Federal, na cidade de Belo Jardim (PE) tinham a mesma resposta, “alternativa A” (fonte).

A gente acha que já viu tudo, mas sempre é surpreendido. Vamos aguardar os próximos passos da organizadora, enquanto isso, veja o gabarito abaixo:

Gabarito-passenaoab

2ª fase OAB: teoria e modelos

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Como todos sabem, aos aprovados após a prova da 1ª fase da OAB é aberta a temporada de caça a livros e cursos preparatórios para 2ª fase. Para muitos, será o momento oportuno para “estocar” livros para um período rigoroso que se seguirá ou começarão sua biblioteca jurídica, pois não tiveram “tempo” para fazer na faculdade.

Pois bem, a esses é direcionado esse post com as melhores indicações de livros para essa derradeira fase do exame de Ordem.

Que tipo de livro vou abrir agora? Geralmente, para 2ª fase temos entre 35 a 45 dias de preparação e não estou falando para aqueles que estão em repescagem. No XVº Exame, o período é maior, mas temos as festas de Natal e Ano Novo até a prova e ninguém é de ferro. Onde quero chegar? Vale a pena comprar livros “pesados” de doutrina?

Há muito de direito material na prova de 2ª fase e não só processo ou prática, por isso é importante ter uma base. E se não tem? Daí a importância de ter uma fonte para consultas e daí a necessidade de uma obra que você confie para lhe responder suas dúvidas. Serve um “manual”? Entendo que sim para o nível de dificuldade da prova da OAB, desde que seja atualizado e antenado com a jurisprudência dos tribunais superiores. Não precisa ser um livro “específico para OAB”, basta atender o conteúdo completo para faculdade, por exemplo. Assim, um “manual” ou “curso” de direito material é necessário.

Livro de direito processual, por certo. O que foi dito antes pode ser repetido aqui. Uma pergunta bastante comum é se pode consultar o mesmo livro de 1ª fase para 2ª fase para ajudar nos estudos. A resposta é sim, mas sugiro que não seja a única fonte de estudos para 2ª fase, porque nesta fase a cobrança é mais profunda em relação ao conteúdo e não por ser matéria diversa.

E é claro, não confunda livro de PROCESSO com livro de MODELOS. Se é importante? Principalmente para quem não irá fazer preparatório. Mas deixo claro, primeiramente, que não existe um “modelo FGV” ou um modelo mais correto, pois há estilos no modo de se fazer uma peça, desde que atenda com o básico, é claro. Assim, no mercado há diversas coleções editoriais de livros para 2ª fase que trazem modelos de peças, geralmente, cada série representa um curso preparatório.

Minha sugestão de hoje vai para coleção Passe na OAB 2ª Fase – Teoria e Modelos, publicada pela Editora Saraiva, cujo cada volume representa uma disciplina da 2ª fase. Saiba mais, clicando aqui. A coleção “aborda, de forma didática, todos os passos de cada peça profissional: identificação, apresentação, características e requisitos, como também a competência, os fundamentos mais comuns, sua estrutura, e, finalmente, o modo mais apropriado. Cada volume traz, ainda, casos já cobrados em provas anteriores e simulados, a fim de fixar o aprendizado.

MarceloHugo_2º Fase

O curso de Direito em decadência? Veja os números!

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1291598544_144307528_1-Advogado-Trabalhista-Metro-Republica-SP-Republica-1291598544Pela primeira vez, em uma década, o curso de Direito tem uma queda de alunos formados anualmente. A informação é da Folha. A redução não atingiu apenas os alunos de Direito, mas também em Administração: os dois cursos representam juntos 23% das formaturas anuais em todo o país.

De acordo com a reportagem, apesar da queda ter sido pequena, cerca de 3% entre 2012 (97,9 mil alunos) e 2013 (95 mil), ela é inédita. O patamar de 2013 é praticamente o mesmo de 2011, cerca de 95 mil graduados. Em 2010, 91 mil.

Interessante observar que nos últimos anos, mesmo com a fiscalização pesada da OAB referente à abertura de novos cursos de Direito, sabe-se que o número de faculdades não caiu, mas aumentou, como também a graduação está cada vez mais ficando concentrada nas mãos de poucos conglomerados empresariais, vide a compra da Anhanguera pela Kroton por exemplo.

Dias atrás, a Universidade Federal do RS – UFRGS divulgou o ranking dos 10 cursos com maior concorrência para o seu vestibular. Pela 1ª vez, o direito não deu as caras! O curso diurno tinha cerca de 15 concorrentes por vaga e o noturno, cerca de 11. Esse padrão enfrentei quando entrei na PUCRS em 1992! Não sei como está nos dias atuais, apesar de ser a “melhor universidade privada do país” segundo a Folha, mas o certo é que há muitas privadas que basta fazer uma redação para conseguir o ingresso em vestibular agendado e sempre sobra vagas para Direito.

Já li que o exame de ordem seria um dos “fatores” que muitos estão deixando de ingressar no direito, mas creio, conforme está na matéria citada, os cursos tecnológicos, além de serem mais rápidos e baratos, tem oferecido o que procuravam anos atrás quem ingressava em ciências jurídicas e sociais: um diploma. A cultura também do concurso público, para qual o bacharel em direito teria melhores condições em concorrência com outros em vagas para nível superior não se confirma mais diante de tantos preparatórios, nivelando por “cima” o grau de dificuldade.

Pois bem, para encerrar, para mim fica claro que o curso não atrai mais pela triste realidade – da maioria – de formados em Direito, seja à mercê da aprovação na OAB (estima-se 5 milhões de bacharéis), seja às dificuldades da advocacia privada, seja à grande concorrência e maratona para aprovação em concursos públicos.

Por outro lado, leio que “em quatro anos, números de escritórios de advocacia devem mais do que dobrar, aponta pesquisa” (fonte, clique aqui). E continua “Em 2018, a quantidade de advogados passará de 776 mil (hoje) para 1,1 milhão. Já o número de escritórios deverá crescer dos atuais 43 mil para 102 mil. De acordo com o estudo, os serviços de aconselhamento, análises de riscos e leitura estratégica para negócios deverão manter o crescimento da careira jurídica no país. Em relação ao número de cursos de Direito, hoje existem 1.210 cursos de Direito no Brasil, com cerca de 900 mil estudantes. Daqui a quatro anos, deverão chegar a 1.315 cursos, com 1,4 milhão de alunos”.

Não era para ser engraçado, mas quando o universitário ingressa na faculdade de Direito quer tentar “concurso” para ser Ministro do STF. Lá no 2º semestre, juiz de cidadezinha do interior estaria ótimo, quem sabe promotor. No 5º, acha que delegado está dentro da realidade, talvez inspetor de polícia. No 7º, analista de tribunal acha bacana, mas pensa em fazer prova também de técnico de tribunal. No 9º, porque não tentar carreira de um banco público? No último, o que vier é lucro.

Vade Mecum 2015 OAB Saraiva: em 1ª mão!

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VM 2015

Pois bem, a editora Saraiva está colocando entre essa semana e na próxima em todas as suas lojas físicas a nova edição do Vade Mecum OAB e Concursos 2015. É a 5ª edição do Vade Mecum temático mais vendido do mercado: mais de 60 mil exemplares desde 2013.

A data de fechamento é 17 de outubro de 2014, portanto, é também o Vade Mecum mais atualizado à venda. Eu não tenho o preço dele, mas se mantiver os valores das edições anteriores, certamente, será o melhor investimento, por menos de R$ 90,00 reais em promoção.

Muita gente me pergunta se ele “ainda” dá problemas no exame, tendo em vista que sua 1ª edição (janeiro/2013) teve que ter grampeadas as últimas páginas a qual referia um sumário, e que segundo a OAB, ele “montaria” as peças. Na época, foi um stress desnecessário e maldoso “plantado” por alguns professores mal intencionados e que tinham suas “carinhas” em outras capas. A editora teve que lançar uma nota oficial, afirmando que estava dentro do edital e que o tal sumário não levava a qualquer peça. Mesmo assim, preferiu retirar o sumário a pedido da OAB.

Desde então, há sempre esse temor, não só com os códigos da Saraiva, mas com todos os outros, inclusive com os das editoras do pessoal “esperto” e que tiveram, ao final, também seus códigos retirados em diversas ocasiões, porque nem mesmo os fiscais mais sabiam diferenciar os tipos de “sumários”, as indicações jurisprudenciais nos artigos, virou um pandemônio coletivo.

Aparentemente, as editoras estão ressabiadas e cumprem literalmente o edital, pois não tenho notícias de retiradas de códigos a não ser por inclusão de cola, ou porque estão muito rabiscados, enfim.

O meu conselho? Invista sempre no MAIS atualizado e com MELHOR custo-benefício.

ps. hoje, ao tempo do post, não está à venda pela internet, ainda.

Fiz 39 acertos na prova da OAB. E agora?

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facebook-dislike1Nas minhas palestras costumo dizer que aquele que não é aprovado por UMA ÚNICA questão na prova da OAB chora muito mais do que aquele que é reprovado por MEIA DÚZIA. Assim, justifico que a preparação deve ser consciente a atender também aquelas disciplinas que aparentemente parecem não fazer a “diferença” na prova, pois representam duas questões, como a leitura ainda no domingo pela manhã.

Mas enfim, o texto é para quem fez 39 acertos, está, POR DIABOS!!!!, uma única questão, por aquela ou que mudou o gabarito, ou que a sorte se esqueceu de aparecer ou que entre duas alternativas escolheu a mais “bonita”, enfim, pouco importa o motivo, o problema é que são 39 acertos e o resultado não lhe serve.

Se ainda fosse na TELESENA do Silvio Santos, ou no BINGO, ou qualquer outra pontuação que lhe fizesse sorrir, mas não, é justamente no ponto de corte do exame da OAB.

Bem, como sabemos, as últimas três provas NENHUMA anularam. Parece uma eternidade, pois a última vez foi em 2013. O que precisamos, então? De questões que sejam ao menos “anuláveis”. No senso crítico dos professores, são aquelas que se destacarão por um erro de fato ou de direito e que a banca de um modo “comeu mosca”. Observo que nos gabaritos pré-oficiais ou nas mesas redondas o momento ideal para se descobrir se teremos uma repercussão no sentindo anulação. O “ti-ti-ti” gera a expectativa.

Assim, tem sido desde sempre: quanto maior número de questões “anuláveis”, maiores as chances de que pelo menos UMA seja anulável. Até o momento, vi duas ou três questões compartilhadas entre os examinandos (uma de processo de trabalho, uma de ética e outra de civil). Comparando com os últimos exames, parece ser a média, entre três a cinco questões defendidas com os mais diversos argumentos.

Sou do tempo de 10 questões, 12 ou 15 questões anuláveis em tempos de CESPE. E já foram anuladas 6 questões em 100… ou seja, “outros tempos”. A FGV não tem este “costume” de anular, prefere conferir o carimbo de 100% de qualidade. Já eu acredito que sempre há margem para dúvidas, pois estamos tratando de direito e interpretações, mas enfim, não sou quem mando.

Por outro lado, é certo que muitos professores “cavarão” questões anuláveis, porque os cursos de 2ª fase precisam encher e incentivarão que ingressem aos estudos. O problema é que estamos no final do ano, véspera de Natal e de contas para pagar, saldar dívidas, enfim, e o investimento não é baixo. Com o panorama que se revela, sem grande “entusiasmo” de anulações e, ao que parece, teremos um índice razoável de aprovação (no exame passado, cerca de 35%), o que alimenta as especulações que a OAB não “compensará” com anulações, sou pessimista em afirmar que anularão questões.

Já examinei as questões acima e não vi argumentação forte, pois encontrei razões contrárias que defendem o gabarito, ou seja, parece que o melhor caminho a seguir é recuperar forças nas festas de final de ano e logo, ainda em janeiro, retomar os estudos para o XVIº Exame para não ficar dependendo de UMA questãozinha miserável e que estragou os planos até janeiro. Não foi agora, mas será logo adiante. Uns passam antes, outros passam depois, mas todos passam, desde que não desista.

Preliminares sobre a prova do XV Exame da OAB

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multidao_2825_1600x1200Dizer que a prova da OAB estava “difícil”, não precisava nem abrir o caderno de questões do XVº Exame Unificado. Encontrar a melhor definição também não é tarefa fácil, pois as “tonalidades” de difícil são as mais diversas a partir de quem fez ontem a prova.

Muita gente disse que a prova estava “muito” difícil. “Cansativa” parece não ser mais novidade, veja que são 19 páginas de prova. Questões com enunciados longos e interpretativas serve de lição para quem irá se preparar pela primeira vez. Outros foram além, acharam “impossível”. Com o resultado divulgado, é possível ter uma breve ideia pelas manifestações nas redes sociais e pelos emails que chegam de agradecimento.

É claro que a felicidade transbordou em diversos “paçei”, “chupaaaaaa FGV”, “#2ª fase a caminho”, “taca le pau OAB”, etc e tal. É para isso que servem as redes sociais, para “ostentação” em mais de 90% das postagens. Por lógico, quem não foi aprovado, se recolhe; muitos desligam a própria internet, 3G, whats, enfim, sofrem em silêncio. A OAB não divulgou o número total de inscritos, mas no RS sabemos que foi mais 6 mil inscritos (6.066 para ser mais exato).

Talvez seja cedo apontar alguma coisa, porque na última prova esperávamos uma reprovação alta e cerca de 35% foram aprovados em 1ª fase, ou seja, foi uma ótima surpresa positiva. Examinando a prova, com os cadernos liberados, não encontrei novidades, algo diferente, em geral, quanto ao XIVº Exame. Ainda restam pouquíssimas questões com enunciado direto, sem “estorinha da carochinha para contar”, não há mais questões de afirmativas I, II, III…, e como sempre, disciplinas que “apertaram” mais (p.ex. achei consumidor complicadinha e, geralmente, não é).

E a pergunta que tudo mundo busca: anularão questões? A regra, parece, tem sido a cegueira total da FGV em anular, custe o que custar (das últimas 7 provas, não anularam em 5). De qualquer modo, nos próximos dias vamos apresentando questões possíveis de anulação dentro do possível, ok? Para quem é marinheiro de 1ª viagem, já aviso: não se impressione se aparecerem 10 questões “anuláveis”, porque nesta fase é meio que “Deus nos acude” e tem muita gente querendo provocar uma ilusão para chamar alunos para os seus cursos de 2ª fase.

Se você fez 39 é o público “alvo” da alta sensibilidade de acabar topando em aceitar se preparar para 2ª fase e acabar frustrado quando do resultado definitivo, e o pior, passou estudando justamente durante as festas de final de ano. Como sou do grupo pessimista-realista, fez 38 ou 37, faça férias, pois a última vez que anularam mais de 2 questões foi no IXº Exame. E a “tendência” é que a prova fique cada vez mais “caprichada”, pois as últimas três não tivemos nenhuma anulação.

Para quem não aprovou, nos próximos “posts” falaremos sobre os exames de 2015, pois essas “férias” não podem ser até o carnaval.

Aos demais, há um bom período para os estudos preparatórios à 2ª fase, abrace a causa e siga em frente, com o mesmo foco e dedicação. Sugiro a coleção Passe na OAB 2ª Fase – Teoria e Modelos publicada pela Editora Saraiva e que traz, como o nome diz, o necessário para resolver as peças das disciplinas optativas. Cada volume traz uma disciplina, basta clicar na imagem para maiores informações (livraria Saraiva).

MarceloHugo_2º Fase

5 coisas para fazer no dia da prova da OAB

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5Todo mundo parece que já está “careca” de saber que a aprovação que se valha merece um plano de estudos ou que toda preparação merece uma organização digna. Só que muitos se esquecem que isso também vale para o dia da prova, pois a preparação não termina na véspera. Diante disso, resolvi deixar 5 regras de ouro para a véspera e para o dia da prova, pois ambos se confundem.

REGRA 1 – Prefira não revisar conteúdo. E é simples e você responderá com uma pergunta: você estudou todo o conteúdo necessário ou todas as disciplinas? É claro que não. Assim, prefira avançar em temas que você sequer olhou, mesmo que seja no sábado, véspera da prova. Nesse caso, vai outra dica, prefira confirmar Ética, pois é a “rainha das disciplinas” com 10 questões e, que provavelmente, poderão lhe trazer a pontuação necessária para aprovação. Não viu o Código de Ética? O Regulamento? É uma ótima oportunidade. As disciplinas “menores”, com 2 questões, também são relegadas, dê uma olhada em CDC e ECA, pois são mais simples. Você ainda não leu o art. 5º da CF??

REGRA 2 – Deixe de lado os convites. Final de semana de prova, a começar por sexta-feira, um “não, obrigado” para todos os convites é o mínimo de coerência. Concentração é o mínimo de exigência. Deixe para sair depois da prova. Se você quiser dar uma “volta”, que faça para dar uma caminhada para relaxar, para almoçar no sábado e era isso. Sem reuniões sociais, com familiares, cujo assunto, certamente, será na sobremesa: EXAME DE ORDEM.

REGRA 3 – Domingo é dia de estudos, sim senhor. Se você estiver ansioso, não tiver nada para fazer para passar o tempo, não dormiu nada na noite anterior, está louco para fazer a prova, está preocupado que tem matérias que não viu como deveria ou que nem chegou perto, pergunto, porque não dar uma “última espiadinha”, diria Pedro Bial? Quem sabe uma questão não saia dessa leitura domingueira?

REGRA 4 – O caminho entre as pedras na prova. Resolver prova é estratégia, então, no caso da OAB o negócio é começar por ÉTICA, pois é das disciplinas a que mais os examinandos se escoram na “decoreba”, e esquecer é muito fácil. Portanto, começar por ela é lógico. Depois, seguir o caminho pelas disciplinas que você estiver melhor bem preparado, pois o exame da OAB é, além de tudo, uma prova muito cansativa, então se deve garantir a pontuação necessária ainda quando tudo está “tranquilo” e deixar para o final, quando a paciência já era, aquilo que realmente suas chances são poucas. Não conhece a topografia da prova? Clique aqui.

REGRA 5 – Amor à primeira vista. Jamais mude a alternativa depois que você marcou. Conheço aluno que alterou seis alternativas e todas errou e adivinhem? Faltaram seis questões para ser aprovado. Por isso que eu chamo que é amor à 1ª vista, e esse amor a gente não pode mudar. Se tiver dúvida entre duas alternativas, deixe para o final para resolver, pois o “brainstorm” da prova pode clarear as ideias depois de tudo.

Cumpra as 5 regras e seu final de semana, certamente, será muito melhor do que esperava. Boa prova e espero vocês para 2ª fase!!

#SeLigaNaDica

Agenda OAB

XV Exame de Ordem Unificado

  • 29.09.2014

    Publicação do Edital

  • 29.09.2014
    a
    13.10.2014

    Período de Inscrições

  • 22.10.2014

    Prazo limite para pagamento da taxa de inscrição

  • 10.11.2014

    Divulgação dos locais de realização da prova objetiva

  • 16.11.2014

    Realização da 1ª fase (prova objetiva)

  • 16.11.2014

    Divulgação do gabarito preliminar da prova objetiva

  • 02.12.2014

    Resultado preliminar da 1ª fase

  • 02.12.2014
    a
    05.12.2014

    Prazo recursal contra o resultado preliminar da 1ª fase

  • 16.12.2014

    Divulgação do gabarito definitivo da 1ª fase

  • 16.12.2014

    Divulgação do resultado final da 1ª fase (prova objetiva)

  • 05.01.2015

    Divulgação dos locais de realização da prova prático-profissional

  • 11.01.2015

    Realização da 2ª fase (prova prático-profissional)

  • 11.01.2015

    Divulgação do padrão de resposta preliminar da prova...

  • 03.02.2015

    Divulgação do padrão de respostas definitivo e do resultado...

  • 04.02.2015
    a
    07.02.2015

    Prazo recursal acerca do resultado preliminar da 2ª fase

  • 15.02.2015

    Descrição dos recursos acerca do resultado preliminar e divulgação...