Decisão do STF contrária aos interesses dos concurseiros e oabeiros

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justicaA notícia é um golpe duro contra os interesses dos concurseiros e oabeiros, e o pior, da nossa última instância, ou seja, STF. Vamos avaliar a decisão e entender como ela é péssima para todos nós.

Pois bem, o site do STF divulgou a notícia que o  “Judiciário não pode interferir em critérios fixados por banca examinadora de concurso“. De acordo com a Assessoria de Imprensa do STF, ex litteris:

“Os critérios adotados por banca examinadora de concurso não podem ser revistos pelo Poder Judiciário”. Esta tese de repercussão geral foi fixada pelo Plenário do  Supremo Tribunal Federal, em sessão nesta quinta-feira (23), no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 632853. Por maioria de votos, os ministros reafirmaram jurisprudência do Tribunal e assentaram que, apenas em casos de flagrante ilegalidade ou inconstitucionalidade, a Justiça poderá ingressar no mérito administrativo para rever critérios de correção e de avaliação impostos pela banca examinadora. A decisão terá efeito em, pelo menos, 196 processos sobrestados em tribunais de todo o país, que discutem o mesmo tema.

O recurso foi interposto pelo governo cearense contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE) que confirmou a anulação de 10 questões de concurso público, realizado em 2005, para preenchimento de vagas de enfermeiro no Programa Saúde da Família. Os candidatos alegavam que alguns dos itens impugnados possuíam mais de uma resposta correta e que existiam respostas baseadas em bibliografia que não constava do edital.

O relator do RE 632853, ministro Gilmar Mendes, ressaltou que a jurisprudência do STF é antiga no sentido de que o Poder Judiciário não pode realizar o controle jurisdicional sobre o mérito de questões de concurso público. O ministro destacou que a reserva de administração impede que o Judiciário substitua banca examinadora de concurso, por ser um espaço que não é suscetível de controle externo, a não ser nos casos de ilegalidade ou inconstitucionalidade. No entendimento do ministro, a jurisprudência do STF permite apenas que se verifique se o conteúdo das questões corresponde ao previsto no edital, sem entrar no mérito. Segundo ele, no caso dos autos, houve indevido ingresso do Judiciário na correção das provas.

Ao acompanhar o voto do relator, o ministro Teori Zavascki observou que a interferência do Judiciário em concursos públicos deve ser mínima, pois se os critérios da banca forem modificados com fundamento em reclamação de uma parcela dos candidatos, todos os outros concorrentes serão afetados, violando o princípio da isonomia. O ministro ressaltou que, ao determinar a correção de questões, especialmente em áreas fora do campo jurídico, o juiz precisaria substituir a banca por pessoa de sua escolha, pois não é especialista no assunto.

Ficou vencido o ministro Marco Aurélio, que não conhecia do recurso por entender que as teses sustentadas pelo governo do Ceará – interferência entre poderes e violação da isonomia – não foram examinadas pelo TJ-CE. No mérito o ministro também ficou vencido, pois considera ser possível questionar com maior abrangência a legitimidade de concurso público no Judiciário.

Já era sabido que o Judiciário não “metia a colher” na discussão sobre o gabarito de questões de provas e exames. A fundamentação sempre foi para preservar a independência dos Três Poderes. Em outras palavras, se o gabarito oficial era “alternativa C”, não seria o Judiciário que diria que o gabarito seria outra alternativa ou que a questão deveria ser anulada por qualquer razão que fosse.

Ocorre que a anulação não passa apenas por justificativa “material”, ou seja, erro da própria questão, cujo fundamento pode ser interpretativo, justificável por razões, ou porque tem duas alternativas corretas ou nenhuma ou porque a resposta é outra alternativa. Por outro lado, a justificativa “formal” está na falta da previsão do conteúdo da questão no edital ou porque houve erro de impressão ou digitação da prova.

De acordo com a decisão acima, é possível destacar esta distinção nas razões dos Ministros, o que poderá proteger em futuras ações quando houver erro formal (“a jurisprudência do STF permite apenas que se verifique se o conteúdo das questões corresponde ao previsto no edital, sem entrar no mérito”).

As duas dificuldades que encontro nesta decisão e que afetará as futuras decisões dos tribunais de 2º grau e juízes locais, são as seguintes:

1- Retrocesso na interferência judicial. Havia um movimento já no Judiciário que sim, ele poderia exigir coerência dos gabaritos oficiais, portanto, entrar no mérito das questões quando fosse, principalmente, evidente o erro material. Conforme dito acima, preferiu-se agarrar à “jurisprudência antiga do STF” para avaliar este quesito na contramão do que muitos já estavam julgando, inclusive, nos tribunais, inclusive neste caso, pois quem entrou com recurso extraordinário foi o governo do Ceará que tinha perdido no TJ/CE.

2- Descabida alegação de desconhecimento. No momento em que os juízes preferem “não julgar” (mas julgam) porque a “correção de questões, especialmente em áreas fora do campo jurídico, o juiz precisaria substituir a banca por pessoa de sua escolha, pois não é especialista no assunto”, realmente, não há o que fazer além de espernear… Ora, todo julgamento requer preparação e estudos. Se sou juiz e não conheço do assunto, vou buscar compreendê-lo ou, pelo menos, ler as razões das partes que procuraram o Judiciário e creditar numa delas como a melhor (ou a verdadeira). Sinceramente, achei esta “saída pela tangente” como descabida.

Não só os 196 processos sobrestados terão o resultado negativo para quem pleiteia “justiça” nas correções, mas muitos outros poderão ter o mesmo destino: a porta fechada do Judiciário para reclamar das decisões “supremas” das bancas organizadoras. Estamos à mercê dos equívocos dos concursos e exame da OAB.

Quem são os especialistas em Exame de Ordem

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especialista

De acordo com a definição da wikipediaespecialista é aquele que “se ocupa exclusivamente de um ramo particular de uma ciência, de uma arte, etc. […] também pode ser chamado de profissional quem se empenha em uma matéria”. Desde 2005, decidido a ser um ESPECIALISTA EM EXAME DA OAB, tratei de estudar e analisar toda a sistemática da prova, dos editais às questões propriamente ditas.

Já são 10 anos e hoje posso, perfeitamente, indicar quem também pode ter atribuído tal distinção. Com o projeto PORTAL PASSE NA OAB em parceria com o curso Agora Eu Passo foi possível reunir uma equipe distinta em todo o país e dela a quem irei a me referir nos próximos dias.

Convidamos nossos mestres e ESPECIALISTAS em Exame de Ordem para falarem um pouco deles.

  • Inicialmente, o responsável pela disciplina de DIREITO DO TRABALHO e de todas as questões práticas para 2ª fase, o prof. KONRAD SARAIVA MOTA. Com a palavra, o próprio:

Konrad

“Foi com enorme alegria que recebi o convite do professor Marcelo Hugo para fazer parte desse projeto inovador e imprescindível para todos que desejam aprovação no exame da OAB.

Me graduei em Direito no ano de 2003, tendo sido aprovado no 1º exame de ordem que realizei, ainda naquele ano. No ano de 2004, pouco mais de um ano após minha colação, fui aprovado em 4º lugar no concurso para Juiz do Trabalho junto ao TRT da 14ª região. Continuei estudando intensamente e, no ano de 2006, fui novamente aprovado no concurso de Juiz do Trabalho, desta feita junto ao TRT da 7ª Região, tendo a alegria de alcançar o 1º lugar no certame.

Em 2007, passei a lecionar como professor Universitário, assim permanecendo até hoje. No ano de 2008, iniciei minha atuação como professor de cursos preparatórios para concursos públicos e exames da OAB (presenciais e on line). Atualmente, possuo duas especializações e mestrado em Direito, além de integrar o programa de doutorado em Direito do Trabalho da PUC/MINAS”.

  • Em PROCESSO DO TRABALHO, também nosso amigo e parceiro de longa data, o prof. BRUNO KLIPPEL, direto de Vitória/ES.

Bruno Klippel“Conclui minha graduação em Direito pela Universidade de Vila Velha (ES) em Dezembro de 2003 e em março de 2004 comecei os estudos no Mestrado em Direito da Faculdade de Direito de Vitória, tendo iniciado minha vida acadêmica naquele mesmo ano, lecionando em faculdades de Direito e em cursos preparatórios para concursos em Vitória/ES.

Em 2006 terminei meu Mestrado em Direito e continuei firme na docência, uma grande paixão, lecionando para graduação e pós graduação em diversas faculdades no Espírito Santo, onde pude auxiliar centenas (será que já foram milhares??) de alunos a serem aprovados no Exame de Ordem.

Em 2010 iniciei o meu Doutorado em Direito do Trabalho na PUC/SP, concluído em 2015. Nesse meio termo intensifiquei a carreira acadêmica, passando a lecionar em cursos online para concursos e OAB de Brasília, São Paulo e Curitiba. No meio do caminho consegui publicar cerca de 15 livros para concursos e OAB, dentre eles o “Direito Sumular TST Esquematizado”, já em sua 5ª edição, bem como os livros que compõem a coleção “Passe na OAB”, da Editora Saraiva.

Agora também passo a fazer parte da seleta equipe do Curso “Passe na OAB” e estaremos juntos com o direito processual do trabalho, pensando sempre em auxiliá-los na concretização do seu sonho. Por fim, apenas uma dica: estudo conosco e PASSE NA OAB !!!”

Nos próximos posts iremos revelar outros nomes que compõem a nossa seleta seleção de ESPECIALISTAS EM EXAME DE ORDEM!

As peças que mais caíram na 2ª fase da OAB

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2ª FASEAnalisando desde o Iº Exame da OAB, ainda sob as “graças” do CESPE, é possível apontar com toda a segurança as peças que MAIS CAÍRAM na OAB desde que se unificou o exame. Para que serve estes dados? É o que descobriremos a seguir.

Pois bem, quem já me conhece, sou avesso a responder:

- Professor, qual a peça que o sr. acha que irá cair?

Como sempre, digo: não se apegue a estas possibilidades ou crie expectativas sobre esta resposta, pois não há nenhum viés positivo em ter uma ou outra peça como aquela que poderá ser cobrada. A experiência ensina também: quem se apega a esta resposta tem sérias chances de deixar de lado uma preparação sistemática, deixando de lado, ao final, peças que poderão cair e que caem sem os devidos estudos.

Portanto, prefiro responder para que se realize todas as peças que já caíram, pois elas poderão ser repetidas e conforme a análise que qualquer um pode fazer, REALMENTE, elas se repetem.

Assim, facilito esta pesquisa com as + REPETIDAS de cada disciplina entre o Iº ao XVº Exame. Porque servem, então, estas informações? As tendências de repetição são fortes, o suficiente, para indicar – AO MENOS – quais peças vocês deverão REDOBRAR os cuidados. É para isso que serve e não para eliminar as outras possibilidades.

ADMINISTRATIVO

1º – Mandado de segurança (com ou sem pedido de liminar)

2º – Apelação, Contestação, Ação indenizatória e Ação Popular (empatados)

CIVIL

1º – Ações (iniciais diversas) – direito de família, CDC e responsabilidade civil.

2º – Cautelares / ações com pedido de tutela

CONSTITUCIONAL

1º – Mandado de segurança (com pedido de liminar)

2º – Recurso extraordinário

3º – Recurso ordinário em MS e ADIN (empatados)

EMPRESARIAL 

1º – Ação de execução

2º – Habilitação de crédito retardatária e contestação (empatados)

PENAL

1º – Apelação

2º – Memoriais

3º – RSE

TRABALHO

1º – Contestação

2º – RO

3º – Reclamação trabalhista

TRIBUTÁRIO

1º – Mandado de segurança (com pedido liminar)

2º – Agravo de instrumento, exceção de pré-executividade e embargos à execução fiscal (empatados)

Provavelmente, encontrarão algumas distinções neste ranking de outras listas devido à abordagem e considerações de quem redigiu. P.ex., em tributário não considerei o Xº Exame, pois nada menos que 7 peças foram aceitas. Enfim, esta é a minha lista de acordo com a minha interpretação e experiência. Como falei antes, serve para que todas estas peças tenham um cuidado carinhoso na preparação de vocês e bons estudos!

Sorteio de 5 bolsas de estudos para OAB!

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Grande oportunidade oferecida aqui pelo blog: sorteio de 5 bolsas para o novo e futuro preparatório Passe na OAB que começará aqui, neste endereço, a partir de maio. Basta clicar na imagem acima e colocar o seu email. Maior número de emails cadastrados (e válidos, por óbvio), maiores são as chances de ser sorteado.

Estas bolsas correspondem a 1 mês de conteúdo total e liberado do futuro portal.

Está esperando o que para participar? BOA SORTE!

5 dicas essenciais para 2ª fase da OAB

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cincoSuperadas as dificuldades da preparação para 1ª fase da OAB, onde nos desafiam 17 disciplinas em 80 questões objetivas, chegou a vez de enfrentar a 2ª fase com o mesmo vigor e atenção de antes. Para isso, montamos 5 DICAS ESSENCIAIS, que como o próprio nome diz, sem elas a aprovação ficará mais distante do que você possa imaginar…

Vamos a elas (ordem aleatória)!

1- Como reconhecer a peça.

Com o edital em mãos, não é difícil imaginar a apreensão em acertar o nomen iuris da peça. Para tanto e deixar de lado tanto nervosismo é preciso praticar, literalmente, as possíveis peças. Não de forma isolada, p.ex., “agora vou fazer diversas apelações”, mas sim, ENFRENTAR uma situação hipotética, preferencialmente, alguma questão que já caiu em prova. E se não caiu, vale estender o período de estudos da FGV para CESPE com este objetivo. Assim, não adianta ficar “praticando” peças sem ter enunciados para serem interpretados, pois o maior é problema é ERRAR a peça e não fazê-la de forma ERRADA.

2- Como fazer as marcações dos códigos e Vade Mecum.

Sugiro a leitura do artigo que redigi a respeito, inclusive trazendo imagem, clique aqui.

3- Como acertar as questões dissertativas.

Exatamente como escrevi acima sobre as peças: praticando. Todas as provas estão disponíveis no site da FGV, inclusive, seus gabaritos.  Resolva TODAS. E depois compare o gabarito explicado pela própria banca. É fácil e grátis. Da mesma forma, não adianta ficar só lendo doutrina e mais doutrina, é essencial a prática e a resolução de questões. Não há como fugir. Ao comparar o gabarito e a sua resposta você também saberá como lidar com a PONTUAÇÃO. O que a banca pontua ou entende como necessário para os institutos presentes no conteúdo programático.

4- Como vencer o conteúdo programático do edital.

Muita gente fica apavorada com o tamanho do conteúdo programático do edital. Mas antes de entrar em paranoia nos dias que antecedem a prova, se você resolveu TODAS as provas anteriores da FGV, saberá que é apenas uma pequena porção de conteúdo que tem sido privilegiado pela banca e que se repete exame após exame. As mudanças ou novidades são pequenas, portanto, é importante apostar na resolução das provas anteriores também para ou investir naquilo que é “certo” ou para delimitar conteúdo.

5- Como fazer a prova.

Exatamente como na 1ª fase, há uma estratégia em fazer a prova da 2ª fase. Por onde começar? É inevitável que a primeira coisa é saber qual a peça a ser feita, portanto, começa por aí mesmo. Ao avaliar qual a peça que cairá, imediatamente, verifique “como são” as questões. Lembre: o tempo é o MAIOR empecilho da 2ª fase. Não perca tempo, assim, divagando sobre as respostas, necessário se faz é colocar no papel, preferencialmente, algumas ideias na folha de RASCUNHO. Não estou pedindo para fazer a prova na folha de rascunho, mas é bom colocar suas ideias e premissas de respostas, inclusive da peça. Depois disso, desta avaliação, toque para fazer a peça, pois ela vale 5 pontos e, por incompleta, será um fracasso na correção. Então, siga para as questões e tente responder em ordem de “sabedoria”, deixando as mais difíceis para o fim. NÃO ESQUEÇA: obedeça a numeração e a ordem das folhas de respostas definitivas.

Portanto, estas são as 5 DICAS ESSENCIAIS que deverão pautar sua preparação.

versao_slogan

O que decidiu a FGV sobre as anulações da OAB? Sem anulações!

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versao_sloganPrevista para hoje, dia 17, a divulgação do resultado dos recursos referente às questões da 1ª fase do XVIº Exame, a FGV surpreendeu ou não com a nota oficial publicada? Eis a questão, literalmente, pois NÃO TIVEMOS ANULAÇÕES.

Já vinha desmerecendo, vamos dizer assim,  a possibilidade de um grande lastro de anulações que muitos estavam divulgando aos quatro ventos por aí. Claro, salas vazias de 2ª fase não alimentam os cursos preparatórios e bolsos de muitos professores.

Sim, era possível apontar para anulações, aliás a alteração do gabarito da FGV foi uma pancada muito grande, porque para mim era uma questão a ser julgada NULA, mas não dava para oferecer esperanças para muitos que chegavam a mim perguntando se com 35 ou 36 acertos poderiam ser beneficiados com as “futuras” anulações.

Certo é que a especulação de quando poucos são aprovados, como é o caso deste XVIº Exame, a banca alivia ao anular questões para privilegiar uma virtual balança da justiça, estava muito forte e presente.

Já li diversas acusações que a FGV teria o controle do número de acertos e erros a partir da avaliação de cada uma das questões. Assim, a anulação poderia ser direcionada a uma determinada questão que tivesse a maioria acertado, portanto, o impacto de acertos seria minimizado.

Para quem aproveita as anulações, é uma segunda chance de voltar para guerra, pois se a primeira batalha foi quase decisiva para ser derrotado, agora, com novo gás, é a chance de vencer a última batalha e, finalmente, alcançar a paz de espírito com a carteira da OAB na mão!

Meu amigo ou amiga, se não foi desta vez, é o momento de refletir e buscar razões lógicas do porquê da reprovação. Faltou estudo? Tenho certeza que as respostas geralmente são negativas, o problema é uma prova que saiu da curva do que gostaríamos ou esperávamos ver. Em outras palavras, foi muitíssimo difícil. Foi azar? Possivelmente, já aconteceu isso antes. Não passou porque a prova foi dificílima e no exame subsequente teve aprovação consagrada.

Se você me permite, uma nova proposta preparatória está surgindo como uma revolução no ensino em EAD: um curso ON DEMAND. Além da democratização da educação, por apresentar preços super acessíveis, também a democratização de conteúdo, pois você terá acesso 100% a todo o conteúdo do portal (1ª e 2ª fases) sem precisar em se preocupar em pagar um curso de 2ª fase e estar pendente recursos. Em caso de insucesso, você continuará os estudos, agora voltados à 1ª fase.

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Anulações no exame da OAB: lendas urbanas?

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desabafoDia de sair resultado das anulações das questões do Exame de Ordem é sempre um dia muito atípico na vida do examinando que se preze e que precisa das benditas para continuar sua caminhada rumo à 2ª fase da OAB. É uma jornada de pura ANSIEDADE, inquietação, F5 no computador, enfim, é um dia sofrível.

E hoje é dia de sofrimento! Para os sadomasoquistas, tudo bem, mas para nós que estamos na torcida de quantas anulações forem necessárias para que os nossos leitores sejam aprovados e possam encher a cara hoje, é complicada a espera.

De qualquer sorte, e precisamos muito dela, há tantos boatos ou lendas urbanas que chegam a ser algumas absurdas, mas outras, nem tanto e parecem que estão aí para realmente fazer crer que podem acontecer na prática. Mas vamos lá alimentá-las enquanto não saem os resultados…

A principal é esta: o número de questões anuladas é diretamente proporcional ao número de examinandos aprovados/reprovados em lista preliminar.

Realmente, parece prevaler esta “lenda” em todas as discussões de corredor. E o pior que a própria FGV/OAB alimentam esta “teoria”. Grandes reprovações levam para “boas” anulações. Assim, quanto maior a reprovação, maior chance de anularem questões. No caso do XVIº Exame, pode-se confirmar esta teoria.

Outra lenda bastante comum é que a FGV pode avaliar individualmente as questões para anular aquelas com maior índice de acertos, portanto, o impacto da anulação seria bastante reduzido. Sinceramente, é uma boa tese, pois muitas vezes nos deparamos com anulações que nenhum curso ou professor levantou e a gente desconhece as razões verdadeiras delas…

Também bastante factível é a tese de que a movimentação dos examinandos e professores, principalmente, nas redes sociais influenciem as anulações. Veja bem, quando se monta uma prova não há uma espera de que determinadas questões poderiam ensejar discussões, assim, a FGV ficaria de olho nesta movimentação e debate. Sinceramente, acredito nela, não 100%, mas é certo que há este monitoramento por parte da OAB e FGV.

Já, por outro lado, acho pouco provável acreditar na lenda de que “determinados” professores de cursinhos teriam grande influência direta na anulação. A isenção que a FGV toma para si, bem como a escolha dos envolvidos pela OAB é bastante criteriosa e, portanto, não posso acreditar que influências diretas externas (exceto nos “movimentos”), assim, individuais, teriam esta força. Hoje os “super professores” estão no nível de todos nós “mortais”.

Já a influência exclusivamente da OAB em “pré-determinar” que não haverá anulações, custe o que custar, pode ser até considerada, como alguns entendem que seja possível esta força suprema da OAB, independente, de eventuais “cagadas” da banca.

Agora, você pode acreditar ou não em algumas delas acima, as principais, creio eu. Se você tiver outra para relatar, conta para nós!

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Exame da OAB: uma caminhada, um sonho, um novo projeto.

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versao_slogan

Quase sempre, pelo menos comigo, quando inicio uma caminhada, mesmo com os todos os riscos calculados, não sei onde ela exatamente irá terminar. Oficialmente, há 10 anos começamos esta caminhada. Extraoficialmente, desde que terminei a faculdade com a carteira da OAB em 1997 tinha muitas considerações sobre o Exame de Ordem referente à preparação em si.

Do período de 1997 a 2005 compartilhei conteúdo preparatório numa época que cursos eram escassos e a “cultura” de cursinhos era para poucos (ou como alguns diziam, para os “fracos”), bem como fiz muitos recursos de 2ª fase. Ocorre que neste tempo a prova mudou muito e cheguei em 2005 com o desafio de “fazer” um preparatório especializado em provas da OAB.

Em janeiro de 2006 lançamos, então, o curso Retorno Jurídico na minha cidade, Porto Alegre, baseado nas provas da seccional gaúcha. Como observador que sou, seguimos lançando novos conceitos de preparação e de conteúdo didático, como apostilas com questões comentadas e peças para 2ª fase. Naquela época, somente em São Paulo tinha uma publicação a respeito.

Seguimos em frente, com as mudanças de foco e a unificação das provas sob “proteção” do CESPE e depois FGV. Enfrentamos também um mercado telepresencial (de satélite) que foi ganhando força com dois grandes cursos e depois a invasão online. Em 2013, então, o curso encerrou sua jornada e abraçamos, em continuidade, outro projeto até a retirada de pauta ainda no mesmo ano.

Em paralelo, alcançamos volume e reconhecimento com as editoras Método, Impetus e, por fim, com a Saraiva em publicações especializadas em OAB e Concursos e hoje já ultrapassam 50 títulos publicados. O blog sempre se manteve desde 2008 (antes “habeas data”) e, atualmente, é o segundo mais acessado sobre a temática OAB.

Em 2014 fomos avante em redimensionar o potencial do mercado, avaliar o que tanto os examinandos e alunos gostavam ou não do que lhe eram oferecido, bem como estudar uma nova tecnologia que começava a dominar outro segmento, os filmes e as séries de TV. Conhecemos novos projetos e modelos de trabalho, que iluminaram para novos contatos. Neguei alguns convites, mas a vida segue até a próxima porta e dela surgiu o que apresento para vocês agora: o Portal Passe na OAB.

Segundo o conceito corrente sobre “portal”, local que reúne diversos instrumentos, possibilidades e capacidades, nosso BLOG tem um nova casa sem sair do mesmo endereço. Porém, dentro de uma “mansão” que oferecerá o conteúdo completo para a aprovação no Exame de Ordem. Somente aceitei a proposta (e sair da minha precoce aposentadoria) por estes CINCO motivos (e que o meu público e futuros leitores poderão me cobrar):

1- Conteúdo gratuito do BLOG se manterá;

2- Acréscimo de conteúdo gratuito (e que se mostrará muito em breve), mas que “quebrasse paradigmas” de mercado. Este conteúdo é cobrado em todos os outros sites preparatórios, mas aqui será 100% Grátis!

3- Preço MUITO acessível, que fosse algo que não gerasse dúvidas em adquirir, permitindo ampliar a proposta para a maioria que não consegue comprar um preparatório, em outras palavras, DEMOCRATIZAR o ensino (minha dissertação do mestrado é justamente “direito à educação”);

4- Que a ideia patrocinada se referisse a CONTEÚDO e não a nomes feitos exclusivamente pelo “marketing”, como “extensivo”, “semiextensivo”, “intensivo” ou “reta final”, etc. e tal;

5- E que o projeto fosse o MAIS MODERNO de todos que se apresentam no mercado.

“Por fora”, ajudei a escolher a grade de professores, buscando abranger todos os sotaques possíveis neste país continental que é o nosso. Um projeto nacional precisa ter a “cara” do Brasil, antes de mais nada.

Como falei inicialmente, quando iniciei esta caminhada, nunca imaginei que chegaria onde estou nem nos meus mais otimistas e sinceros sonhos. Ter a oportunidade de ajudar milhares de pessoas a conquistar também seus sonhos, ser ouvido por mais de 15 mil pessoas em palestras durante esta trajetória, e ter o reconhecimento por este trabalho que se transformou numa carreira, realmente, é sonhar acordado.

Por fim, só posso agradecer a todos que me acompanharam em alguma parte desta caminhada (professores, amigos, familiares, leitores, colegas, editoras, concorrência, etc.), pois sem vocês ou não teria graça estes 10 anos ou não teria nada para escrever hoje. Realmente, minhas considerações mais sinceras!

#SeLigaNaDica

Agenda OAB

XVI Exame de Ordem Unificado

  • 23.01.2015

    Publicação do Edital

  • 23.01.2015
    a
    05.02.2015

    Período de Inscrições

  • 25.02.2015

    Prazo limite para pagamento da taxa de inscrição

  • 09.03.2015

    Divulgação dos locais de realização da prova objetiva

  • 15.03.2015

    Realização da 1ª fase (prova objetiva)

  • 15.03.2015

    Divulgação do gabarito preliminar da prova objetiva

  • 30.03.2015

    Resultado preliminar da 1ª fase

  • 31.03.2015
    a
    03.04.2015

    Prazo recursal contra o resultado preliminar da 1ª fase

  • 17.04.2015

    Divulgação do resultado final da 1ª fase (prova objetiva)

  • 17.04.2015

    Divulgação do gabarito definitivo da 1ª fase

  • 11.05.2015

    Divulgação dos locais de realização da prova prático-profissional

  • 17.05.2015

    Realização da 2ª fase (prova prático-profissional)

  • 17.05.2015

    Divulgação do padrão de resposta preliminar da prova...

  • 08.06.2015

    Divulgação do padrão de respostas definitivo e do resultado...

  • 09.06.2015
    a
    12.06.2015

    Prazo recursal acerca do resultado preliminar da 2ª fase

  • 30.06.2015

    Descrição dos recursos acerca do resultado preliminar e divulgação...