O uso de separadores no Vade Mecum

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Recentemente, recebi uma dúvida de uma leitora (e que pode ser de muitos outros) sobre o uso de “post-it” como separadores no código. Ela indagava se poderia anotar com caneta”apenas” o nome da lei ou o seu número. Pois bem, com o edital em mãos pude responder:

- “É material permitido, entre outros, a utilização de separadores de códigos fabricados por editoras ou outras instituições ligadas ao mercado gráfico, desde que com impressão que contenha simples remissão a ramos do Direito ou a leis”.

E antes que alguém pergunte se pode usar outro tipo de material para separar o código ou VM, como clipes…

- “É permitida a separação de códigos por clipes e/ou por cores, providenciada pelo próprio examinando, sem nenhum tipo de anotação manuscrita ou impressa nos recursos utilizados para fazer a separação”.

Pois bem, dias atrás me procurou o criador e patenteador das etiquetas MARCA-FÁCIL, justamente, os separadores impressos a qual o texto do edital se refere. Tenho certeza, que vocês já conhecem estas etiquetas da época da faculdade, pois isso não foi criado ontem. Ocorre que SEMPRE foi permitido o uso de tais etiquetas nas provas da OAB. SEMPRE, reitero.

No entanto, não sei por quais motivos e nem interessa ficarmos analisando, foram proibidas tais etiquetas por algumas provas até o XIIº Exame, onde a FGV retificou o edital para incluí-las novamente e desde então estão LIVRES para serem usadas.

Como todo mundo também sabe, a 2ª fase da OAB é uma prova de resistência e de tormento contra o TEMPO. Assim, usar as etiquetas dá eficiência na pesquisa e consulta legislativa, portanto, entendo como imprescindível para melhorar o rendimento na prova.

Já era fã das etiquetas, mas ao virar “garoto-propaganda” da Marca Fácil estou SORTEANDO 5 jogos completos das etiquetas ATÉ O DIA 31 DE MARÇO. Você receberá em casa, sem custo algum, basta fazer uma frase incluindo as palavras “etiquetas marca fácil”. As 5 mais criativas ganharão o prêmio, ok? Encaminhe quantas frases quiser para o email mhdarocha@gmail.com

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O lado de quem não consegue aprovação na OAB.

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CabisbaixoÀs vésperas de sair a lista preliminar de aprovados na 1ª fase do XVIº Exame da OAB, mas considerando que a maioria já sabe o resultado definitivo de sua experiência neste certame, não posso deixar de destacar o sofrimento que este obstáculo causa e incomoda milhares e milhares de examinandos. Serve para ilustrar a dor que muitos ignoram, seja proposital, seja por descuido; serve para continuar o game e deixar que o final seja outro, com a aprovação; serve para criticar este modelo de prova, sem critério algum.

Um desabafo da Fernanda, que poderia ser Alessandra, Joana, Maria, Carla, João, Pedro, Marcelo, enfim.

“Bola para frente? Será que consigo? Eu estudei, me dediquei, com afinco mesmo. Achei que tinha superado o trauma do exame que não passei na segunda fase por muito pouco quando ainda não existia a repescagem, mas agora, sinto que não. O meu emprenho foi físico, emocional e financeiro além do que eu poderia, fiz um cursinho telepresencial, para não ter problemas com internet, mas para isso tive que dispor de dinheiro para passagem de um município para o outro, todas as noites.

Tal qual na época de faculdade, deixando filhos, casa, família. Pois bem, quero deixar bem claro que não sou contra o exame de ordem, de forma alguma. Acho até que poderiam ter questões mais compatíveis com o cotidiano, como Português…temos visto cada coisa…. No entanto, a banca está esquecendo que está lidando com pessoas que tem emoções, de carne e osso, que tem sangue correndo pelas veias. Dormir no dia anterior a prova, é coisa para poucos.

Sem dúvida alguma, quando estivermos atuando e nos depararmos com as questões cobradas na prova, vamos pesquisar, nos empenhar arduamente. Mas com os instrumentos em mãos. É preciso controlar as emoções para atuar, sim, claro, evidente. Mas normalmente já temos uma noção do que vamos enfrentar de antemão. Admiro muito quem trabalha com determinadas disciplinas, que aqui não vem ao caso, mas que infelizmente sinto urticária só de pensar em ter que trabalhar com elas, e de fato não trabalharei, sem vergonha alguma.

Assim como um médico escolhe a área em que prefere atuar, os advogados também podem fazer isso. Não tenho mais condições financeiras de investir nos meus estudos, não tenho mais um dos requisitos que são exigidos para a inscrição nos quadros da OAB, sanidade mental. Precisaria fazer a prova com um terapeuta ao meu lado. Estou até agora com mal estar físico, ainda não consegui nem chorar, estou atônita. Saí do local de provas acreditando realmente que eu seria aprovada com margem de pontos. Fiz exatos 38 pontos e não tenho a mínima esperança de passar para a segunda fase. Estou com fraturas na alma, porque realmente para mim, chega, acabou. Cordiais saudações, de quem admira muito o seu trabalho e precisava expor um pouco a triste realidade dos Bacharéis em Direito que precisam passar por um teste de aptidão que exige o “mínimo de conhecimento” para poder se tornar advogado”.

Este desabafo recebi bastante próximo do gabarito oficial, portanto, posso creditar que a emoção está à flor da pele, mas não deixa de lado a perspectiva da desistência de seguir em frente. É bastante difícil falar da DESISTÊNCIA em si, porque nossa sociedade “condena” quem desiste. Quem desiste é um fraco, perdedor. Nossos amigos, familiares e colegas representam esta sociedade também e ao lamentar a desistência é possível que façam um valor de juízo. Talvez não todos, mas alguns sim.

Um dos mantras mais consagrados em concursos públicos é que “concurso é até passar”. Tenho minhas sinceras dúvidas. E se não passa? Tem que continuar até passar. Será que todos concurseiros seguirão até a morte este dilema? A desistência, confundem os especialistas de plantão, com a mudança de planos diante diversas derrotas. Se não passo de modo algum, depois de uns dois anos tentando, será que tenho a motivação correta? Será que é isso que realmente quero? Onde vai me levar a aprovação de “qualquer” cargo de todos os concursos que presto?

O exame da OAB pode ser levado à mesma conclusão. O que vou fazer com uma carteira da OAB? Quero ser advogado, profissional liberal? Quero ser empregado de um grande escritório? Ou quero ser concurseiro com OAB?

Minhas desistências particulares me levaram até onde estou. Foram desistências? Chamam do que quiserem aqueles que as lamentaram. Por dois anos fiz vestibular para medicina, acreditem se quiser. Mas porque eu queria ser médico se tenho grandes dificuldades com sangue? Não importam as respostas, importa que fiz outras escolhas diante de uma série de reprovações.

Enfim, entendo a lamentação da Fernanda, também não julgarei se ela quiser realmente desistir do exame, como se voltar a fazê-lo em outra época. Você pode não acreditar, mas Zeca Pagodinho resume tudo muito bem com a frase “Vida leva eu, Deixa a vida me levar”. A mudança de planos pode até levar para alguns passos para trás, mas serve melhor para avaliar de forma panorâmica as opções seguintes.

Há 7 questões sendo analisadas pela FGV/OAB

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fofocaOuço dizer, de fontes confiáveis e privilegiadas, de que a OAB e FGV já estão analisando, internamente, SETE QUESTÕES do último Exame de Ordem para fins de anulação.

Já sabia, desde CESPE, que as bancas também ficam “de olho” nas manifestações dos cursos preparatórios logo após a prova, como também não tenho dúvidas que a anulação de questões é algo SUBJETIVO. Vamos dizer, maior REPROVAÇÃO, maior chances de ANULAÇÃO. E o contrário também é verdadeiro.

Pelo o que se viu até agora, a REPROVAÇÃO foi dura, não temos valores, mas é o sentimento geral. Também não adianta me perguntar quais questões seriam estas, mas que chamaram a atenção da própria banca pelos mais diversos problemas e dos mais diversos graus de anulabilidade.

Será que anularão 1 ou 2, eis a grande e literal questão. Passar incólume, é que não pode passar esta prova. De qualquer sorte, leia o que escrevi: “acertei 39, 38 ou 37: tenho chances?“. Creio que anular 3 questões foge da ideia de que “erros acontecem”. Vamos torcer que você seja aprovado e aproveite as prováveis anulações!

Acertei 39, 38 ou 37: tenho chances?

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ka-powNão sou de ficar “brigando” publicamente com discursos de outros professores que se apropriam das dúvidas existenciais do examinando que não foi aprovado na 1ª fase mas que está inclinado a se inscrever num curso para 2ª fase da OAB para “empurrar” um preparatório.

Não só no XVIº Exame, mas em anteriores, se vê um movimento forte de professores de cursinhos carregados de “esperanças”, apontando que no final do arco-iris tem um pote de muitas questões a serem anuladas. Se os números impressionam, considerando as últimas 8 provas, apenas em TRÊS tivemos questões anuladas (XVº, 2, XIº, 1 e IXº, 3).

Uma das razões que “mata” qualquer argumentação dos preparatórios quanto às esperanças de um número maluco de questões serem anuladas é a seguinte: se o gabarito EXTRAOFICIAL, indicado por estes mesmos cursos, é IGUAL ao gabarito OFICIAL, porque haveria algum erro? PIOR, é que quando “acertam” 100% o gabarito, fazem uma grande manifestação neste sentido nas redes sociais…

Ora, se uma questão tivesse duas respostas ou nenhuma, portanto, passíveis de anulação, porque os gabaritos EXTRAOFICIAIS conferem, na grande maioria das vezes, com os gabaritos OFICIAIS? Eu só enxergo ANULAÇÃO quando os gabaritos não são convergentes, daí porque é passível de interpretação diversa, ou quando os professores ao indicar o gabarito fazem NA HORA E AO VIVO o comentário.

Não acredito em ANULAÇÃO quando o professor “precisa” encontrar erros na prova após toda a “ladainha” divulgada aos quatro cantos que o gabarito extraoficial deles é “imbatível”… As chances de conseguir uma anulação ao cavar um recurso são quase zeradas…

Tudo isso para que vocês observem os discursos que se lê e se ouve por aí de professores atrás de alunos para seus preparatórios de 2ª fase, geralmente, os únicos a representar uma única disciplina. P.ex. se sou professor de tributário e não conseguir arrecadar alunos, não terei curso para ministrar. Capisce?

Assim, acertar 39, 38 ou 37 são riscos de perder dinheiro, tempo e expectativas, pior, expectativas, pois geram frustrações. Sei que estudo não se perde, mas enfim, você poderia já estar estudando para o próximo exame da OAB, não é?

Portanto, seja cauteloso e avalie as questões que estão sendo divulgadas por aí como passíveis de recurso. Outra coisa, não quero que você durma sem esperanças, mas quem irá tratar deste tema com a frieza que a honestidade às vezes gera, infelizmente? Este blog se mantém desde julho de 2008 pautado na independência e transparência que arrecadam milhares de fãs. Transitamos entre os dois mil a quatro mil sites mais acessados no Brasil (segundo a Alexa, da Amazon)  o que é uma realidade que raríssimos sites e blogs jurídicos têm. A escolha é sua. Quem avisa, amigo é.

ps. se este texto é desmotivacional? Os ventos não sopram sempre a favor, mas também contra, pois é da natureza e, assim, seguimos em frente.

Fiz 40 ou mais: posso ser ainda reprovado na OAB?

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40Uma das perguntas que mais surgiram depois da divulgação da gabarito e que me chamou a atenção foi esta. A primeira é sobre o número de questões anuláveis; a segunda, apesar de ter acertado os 50%, é possível ser reprovado?

Parece inocente esta pergunta, mas ela é complexa. Senão vejamos.

Temos apenas o gabarito. A lista preliminar com os nomes dos aprovados será publicada dia 30 de março, ou seja, daqui a uma eternidade. Ocorre que pelo acaso do destino há aqueles que acertaram as 40 questões no seu caderno de prova, mas na hora de marcar na folha de resposta, sei lá, marcaram diferente e, portanto, erraram o suficiente para não encontrar o seu nome na lista preliminar. Ou algum outro caso que o edital deixa claro:

a) com mais de uma opção assinalada; b) sem opção assinalada; c) com rasura ou ressalva; d) assinalada a lápis ou por qualquer outro meio que não o especificado neste edital; e) quando a alternativa assinalada for incorreta, segundo o gabarito oficial das provas.

É mais fácil responder, diretamente, que caso anulem uma, duas ou 10 questões e todas elas você acertou, continuará com os mesmos acertos, ou seja, 40, pois a pontuação é apenas estendida àqueles que erraram (portanto, para aqueles, que por óbvio, também acertaram).

Por outro lado, e se a banca quiser apenas MUDAR o gabarito? É possível?

Diz o edital o seguinte: O gabarito preliminar da prova objetiva poderá sofrer alteração até a divulgação do resultado preliminar, em face de erro material em alternativa apontada como a correta para quaisquer das questões integrantes da prova. Ocorrendo esta hipótese, por se tratar de mero erro material, a correção das provas se dará com base no gabarito republicado, o qual deve ser considerado pelos examinandos para todos os efeitos de aferição de seus resultados, não sendo hipótese de atribuição de ponto ou anulação de questão.

O que quer dizer isso? Segue ainda o texto do edital: O gabarito preliminar da prova prático-profissional corresponde apenas a uma expectativa de resposta, podendo ser alterado até a divulgação do padrão de resposta definitivo.

Bem, já tratei do tema em outro artigo: “erro material do gabarito?“. De acordo com o precedente da FGV, no IIIº Exame se lançou um COMUNICADO reconhecendo como Erro Material a troca do gabarito [clique aqui]. E, portanto, a FGV não anulou a questão.

Ou seja, trocando em miúdos: você não tem “direito adquirido” caso troquem a alternativa de determinada questão. Portanto, você pode ESTAR aprovado hoje, mas dia 30/3 tudo pode acontecer… Já li a defesa de outros professores que a banca deveria sim ANULAR a questão mesmo se fosse caso de alteração de gabarito. Mas também já vi muitas bancas em concursos retificarem o gabarito e não anular, portanto, não oferecendo pontuação “extra”.

Não tenho uma opinião formada em concordar ou não na anulação para OAB, mas para concurso não dá para anular, pois prejudicaria o candidato que estudou e acertou a questão, mas a banca errou e não pode privilegiar um concorrente com este erro. Na OAB não há concorrência, por isso, posso me inclinar pela anulação.

Sei que vão me perguntar se anularão questões ou não. Lembrem que na última prova foram DUAS, mas nas últimas, NENHUMA. É como um ditado que se diz muito no interior do RS… “não dá para contar com o ovo no cu da galinha”.

Primeiras impressões do XVIº Exame da OAB.

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duvidaO que é difícil? O que é fácil? Perguntas como estas podem ser classificadas como questões subjetivas, portanto, depende do interlocutor. No caso do Exame da OAB, sempre é (e será) difícil. O que muda então de uma prova para outra? Às vezes, ela é “impossível”; outras, “razoável” e, na melhor das hipóteses, “acessível”.

No entanto, nenhuma das opiniões favoráveis irá deixar de constatar que a prova da OAB é, pelo menos, DIFÍCIL. Outra constatação é de ser uma prova CANSATIVA – e muito! Precisa de muito fôlego para chegar até a metade com a consciência organizada e arejada para um batalhão de temas e subtemas de 17 disciplinas!!

É por isso, que pedimos que façam uma prova através de uma “seleção natural” pelo conteúdo que o examinando está mais confiante a partir dos seus estudos. Assim, quando chegar à metade, ainda haverá gás para mais umas 25 a 30 e depois coloca no modo “o que vier é lucro”.

Com a prova nas mãos, é mais fácil relacionar os depoimentos de alunos, amigos e leitores sobre o exame em questão. Quem passou? Parece que não muitos, pois há mais perguntas sobre se há questões anuláveis do que gritos de comemoração… Nossa experiência deixa claro que situações como esta requer muita calma nesta hora, pois lidar com uma frustração é difícil, imagina com milhares dela.

A palavra que consigo descrever o que tenho em mãos é padrão loucura contida.

Uma prova de concurso se baseia em questões fáceis, médias e difíceis. A maioria delas fica entre fáceis e médias. Claro que dentro de um contexto do cargo almejado, pois não será “fácil” uma mesma questão dentro de uma prova para magistratura e outra para técnico de tribunal.

Mas acho que o nível para OAB está longe de ser uma prova reguladora para uma atividade futura profissional. Medir capacidade ou conhecimentos compreendidos numa graduação, enfim, objetivo que dizem ter o exame não “faz a minha cabeça”. Às vezes temos uma prova que determinadas disciplinas estavam acessíveis e outras não, simplesmente. Claro, autores diferentes. Mas o que dizer do exame da OAB?

Realmente, minha primeira impressão é desconfortável pelo nível de dificuldade da grande maioria das questões em todas as disciplinas. Lamento por testemunhar tal incongruência. Vamos continuar defendendo um exame coerente e tenham certeza, ficaremos com vocês até o fim.

Partimos, então, para encontrar questões anuláveis, já que no último exame foram duas e que podem colocar muita gente aprovada.

ps. a única coisa que vi de positiva foi a página inicial do caderno de questões: ficou mais bonita.

BOMBA às vésperas do XVIº Exame da OAB!!

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bombaÀs vésperas da prova do XVIº Exame, que será realizado neste próximo domingo, descobrimos que aconteceu um erro grave no último exame da OAB, o XVº e que passou batido por todos envolvidos no certame. Pode ser que haja alguma repercussão na própria FGV para evitar que ocorra nesta prova este erro tão recente, apesar das provas estarem prontas e impressas.

Descobrimos, através do nosso amigo, colaborador e professor Frederico Afonso Izidoro, responsável por Direitos Humanos e Internacional, que ao atualizar um nova obra que será publicada por nós, identificou duas questões iguais de direito internacional dos exames IXº e XVº. Em outras palavras, a última prova repetiu a mesma questão aplicada no Exame IXº (03/2012).

É bom relembrar que nosso blog descobriu e ampliou a descoberta de questões idênticas em maio de 2012, contabilizando três questões que acabaram sendo anuladas. Saiba mais nestes links:

Realmente, foi um pandemônio. Até então, baixamos a guarda, porque não acreditávamos que a FGV poderia repetir tais erros em suas provas. Até hoje.

Comparem:

Copia-PassenaOAB

De fato, as questões são idênticas, pois o simples modo de não usar os mesmos nomes dos personagens na situação hipotética não descaracteriza tal erro acima destacado por nós.

E agora, o que fazer, pois o XVº Exame já está praticamente concluído, realizada sua 2ª fase, lista definitiva publicada de aprovados, enfim, a prova do XVIº Exame será realizada neste próximo domingo. Se é possível anular esta questão de forma administrativa? Tenho certeza que não. E se fossemos para seara judicial? Nos artigos em destaque acima, trouxe informações jurisprudenciais que era possível anular, porque é um erro material.

Lamento que apenas nos damos conta deste erro agora, e como foi dito acima, baixamos a guarda após intensa pesquisa nos exames seguintes à anulação das três questões e depois deixamos de lado esta preocupação.

De qualquer sorte, reforça o nosso discurso que RESOLVER QUESTÕES DE PROVAS ANTERIORES é essencial para uma preparação adequada. E disso nós entendemos, porque uma das obras mais vendidas no país de questões comentadas da OAB é nossa! Vamos abrir os olhos para as próximas provas, com certeza, é a lição que ficou.

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3 dicas essenciais na semana do Exame da OAB.

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DicasFinalmente, chegamos à última semana antes do Exame da OAB. Para alguns, o ideal é que a prova fosse daqui 30 dias para se preparar melhor; para outros, já não era tempo de terminar esta angústia. Enfim, de um modo ou de outro, é no próximo domingo o XVIº Exame e o tempo até lá será igual para todos.

Juntamos 3 dicas que podem ainda “salvar” sua aprovação.

1- Viva a vida intensamente… nos estudos. Não é nesta semana que você irá fazer uma faxina no seu quarto, organizar seu computador, encontrar seus amigos que há muito tempo não vê, conhecer novos lugares, cumprir uma agenda social movimentada, enfim. Aproveite TODO O TEMPO do mundo para estudar.

2- Não revise conteúdo. O que passou, passou, ou você estudou tudinho? É impossível estudar tudo, não adianta me dizer que está há seis meses nos livros: são 5 anos de faculdade, no mínimo. Assim, faça do seu tempo aprendizado daquilo que foi deixado para trás, ou de propósito (você detesta a matéria) ou porque não teve espaço na sua agenda.

3- É hora do “trio maravilha”. Quem conhece o blog sabe da minha sugestão: Ética, CDC e ECA. São três matérias que podem salvar sua aprovação de última hora, porque dependem, praticamente, de uma lei cada, observado que os temas cobrados se repetem exame após exame. É decoreba? Quase, por isso, mais próximo da prova, mais difícil de esquecer. Ao todo são 14 questões em jogo, assim, pense em GABARITAR. Restarão 26 questões para acertar dentre 66.

Simples assim é ser aprovado no domingo.

#SeLigaNaDica

Agenda OAB

XVI Exame de Ordem Unificado

  • 23.01.2015

    Publicação do Edital

  • 23.01.2015
    a
    05.02.2015

    Período de Inscrições

  • 25.02.2015

    Prazo limite para pagamento da taxa de inscrição

  • 09.03.2015

    Divulgação dos locais de realização da prova objetiva

  • 15.03.2015

    Realização da 1ª fase (prova objetiva)

  • 15.03.2015

    Divulgação do gabarito preliminar da prova objetiva

  • 30.03.2015

    Resultado preliminar da 1ª fase

  • 31.03.2015
    a
    03.04.2015

    Prazo recursal contra o resultado preliminar da 1ª fase

  • 17.04.2015

    Divulgação do resultado final da 1ª fase (prova objetiva)

  • 17.04.2015

    Divulgação do gabarito definitivo da 1ª fase

  • 11.05.2015

    Divulgação dos locais de realização da prova prático-profissional

  • 17.05.2015

    Realização da 2ª fase (prova prático-profissional)

  • 17.05.2015

    Divulgação do padrão de resposta preliminar da prova...

  • 08.06.2015

    Divulgação do padrão de respostas definitivo e do resultado...

  • 09.06.2015
    a
    12.06.2015

    Prazo recursal acerca do resultado preliminar da 2ª fase

  • 30.06.2015

    Descrição dos recursos acerca do resultado preliminar e divulgação...