Há 7 questões sendo analisadas pela FGV/OAB

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fofocaOuço dizer, de fontes confiáveis e privilegiadas, de que a OAB e FGV já estão analisando, internamente, SETE QUESTÕES do último Exame de Ordem para fins de anulação.

Já sabia, desde CESPE, que as bancas também ficam “de olho” nas manifestações dos cursos preparatórios logo após a prova, como também não tenho dúvidas que a anulação de questões é algo SUBJETIVO. Vamos dizer, maior REPROVAÇÃO, maior chances de ANULAÇÃO. E o contrário também é verdadeiro.

Pelo o que se viu até agora, a REPROVAÇÃO foi dura, não temos valores, mas é o sentimento geral. Também não adianta me perguntar quais questões seriam estas, mas que chamaram a atenção da própria banca pelos mais diversos problemas e dos mais diversos graus de anulabilidade.

Será que anularão 1 ou 2, eis a grande e literal questão. Passar incólume, é que não pode passar esta prova. De qualquer sorte, leia o que escrevi: “acertei 39, 38 ou 37: tenho chances?“. Creio que anular 3 questões foge da ideia de que “erros acontecem”. Vamos torcer que você seja aprovado e aproveite as prováveis anulações!

Acertei 39, 38 ou 37: tenho chances?

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ka-powNão sou de ficar “brigando” publicamente com discursos de outros professores que se apropriam das dúvidas existenciais do examinando que não foi aprovado na 1ª fase mas que está inclinado a se inscrever num curso para 2ª fase da OAB para “empurrar” um preparatório.

Não só no XVIº Exame, mas em anteriores, se vê um movimento forte de professores de cursinhos carregados de “esperanças”, apontando que no final do arco-iris tem um pote de muitas questões a serem anuladas. Se os números impressionam, considerando as últimas 8 provas, apenas em TRÊS tivemos questões anuladas (XVº, 2, XIº, 1 e IXº, 3).

Uma das razões que “mata” qualquer argumentação dos preparatórios quanto às esperanças de um número maluco de questões serem anuladas é a seguinte: se o gabarito EXTRAOFICIAL, indicado por estes mesmos cursos, é IGUAL ao gabarito OFICIAL, porque haveria algum erro? PIOR, é que quando “acertam” 100% o gabarito, fazem uma grande manifestação neste sentido nas redes sociais…

Ora, se uma questão tivesse duas respostas ou nenhuma, portanto, passíveis de anulação, porque os gabaritos EXTRAOFICIAIS conferem, na grande maioria das vezes, com os gabaritos OFICIAIS? Eu só enxergo ANULAÇÃO quando os gabaritos não são convergentes, daí porque é passível de interpretação diversa, ou quando os professores ao indicar o gabarito fazem NA HORA E AO VIVO o comentário.

Não acredito em ANULAÇÃO quando o professor “precisa” encontrar erros na prova após toda a “ladainha” divulgada aos quatro cantos que o gabarito extraoficial deles é “imbatível”… As chances de conseguir uma anulação ao cavar um recurso são quase zeradas…

Tudo isso para que vocês observem os discursos que se lê e se ouve por aí de professores atrás de alunos para seus preparatórios de 2ª fase, geralmente, os únicos a representar uma única disciplina. P.ex. se sou professor de tributário e não conseguir arrecadar alunos, não terei curso para ministrar. Capisce?

Assim, acertar 39, 38 ou 37 são riscos de perder dinheiro, tempo e expectativas, pior, expectativas, pois geram frustrações. Sei que estudo não se perde, mas enfim, você poderia já estar estudando para o próximo exame da OAB, não é?

Portanto, seja cauteloso e avalie as questões que estão sendo divulgadas por aí como passíveis de recurso. Outra coisa, não quero que você durma sem esperanças, mas quem irá tratar deste tema com a frieza que a honestidade às vezes gera, infelizmente? Este blog se mantém desde julho de 2008 pautado na independência e transparência que arrecadam milhares de fãs. Transitamos entre os dois mil a quatro mil sites mais acessados no Brasil (segundo a Alexa, da Amazon)  o que é uma realidade que raríssimos sites e blogs jurídicos têm. A escolha é sua. Quem avisa, amigo é.

ps. se este texto é desmotivacional? Os ventos não sopram sempre a favor, mas também contra, pois é da natureza e, assim, seguimos em frente.

Fiz 40 ou mais: posso ser ainda reprovado na OAB?

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40Uma das perguntas que mais surgiram depois da divulgação da gabarito e que me chamou a atenção foi esta. A primeira é sobre o número de questões anuláveis; a segunda, apesar de ter acertado os 50%, é possível ser reprovado?

Parece inocente esta pergunta, mas ela é complexa. Senão vejamos.

Temos apenas o gabarito. A lista preliminar com os nomes dos aprovados será publicada dia 30 de março, ou seja, daqui a uma eternidade. Ocorre que pelo acaso do destino há aqueles que acertaram as 40 questões no seu caderno de prova, mas na hora de marcar na folha de resposta, sei lá, marcaram diferente e, portanto, erraram o suficiente para não encontrar o seu nome na lista preliminar. Ou algum outro caso que o edital deixa claro:

a) com mais de uma opção assinalada; b) sem opção assinalada; c) com rasura ou ressalva; d) assinalada a lápis ou por qualquer outro meio que não o especificado neste edital; e) quando a alternativa assinalada for incorreta, segundo o gabarito oficial das provas.

É mais fácil responder, diretamente, que caso anulem uma, duas ou 10 questões e todas elas você acertou, continuará com os mesmos acertos, ou seja, 40, pois a pontuação é apenas estendida àqueles que erraram (portanto, para aqueles, que por óbvio, também acertaram).

Por outro lado, e se a banca quiser apenas MUDAR o gabarito? É possível?

Diz o edital o seguinte: O gabarito preliminar da prova objetiva poderá sofrer alteração até a divulgação do resultado preliminar, em face de erro material em alternativa apontada como a correta para quaisquer das questões integrantes da prova. Ocorrendo esta hipótese, por se tratar de mero erro material, a correção das provas se dará com base no gabarito republicado, o qual deve ser considerado pelos examinandos para todos os efeitos de aferição de seus resultados, não sendo hipótese de atribuição de ponto ou anulação de questão.

O que quer dizer isso? Segue ainda o texto do edital: O gabarito preliminar da prova prático-profissional corresponde apenas a uma expectativa de resposta, podendo ser alterado até a divulgação do padrão de resposta definitivo.

Bem, já tratei do tema em outro artigo: “erro material do gabarito?“. De acordo com o precedente da FGV, no IIIº Exame se lançou um COMUNICADO reconhecendo como Erro Material a troca do gabarito [clique aqui]. E, portanto, a FGV não anulou a questão.

Ou seja, trocando em miúdos: você não tem “direito adquirido” caso troquem a alternativa de determinada questão. Portanto, você pode ESTAR aprovado hoje, mas dia 30/3 tudo pode acontecer… Já li a defesa de outros professores que a banca deveria sim ANULAR a questão mesmo se fosse caso de alteração de gabarito. Mas também já vi muitas bancas em concursos retificarem o gabarito e não anular, portanto, não oferecendo pontuação “extra”.

Não tenho uma opinião formada em concordar ou não na anulação para OAB, mas para concurso não dá para anular, pois prejudicaria o candidato que estudou e acertou a questão, mas a banca errou e não pode privilegiar um concorrente com este erro. Na OAB não há concorrência, por isso, posso me inclinar pela anulação.

Sei que vão me perguntar se anularão questões ou não. Lembrem que na última prova foram DUAS, mas nas últimas, NENHUMA. É como um ditado que se diz muito no interior do RS… “não dá para contar com o ovo no cu da galinha”.

Primeiras impressões do XVIº Exame da OAB.

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duvidaO que é difícil? O que é fácil? Perguntas como estas podem ser classificadas como questões subjetivas, portanto, depende do interlocutor. No caso do Exame da OAB, sempre é (e será) difícil. O que muda então de uma prova para outra? Às vezes, ela é “impossível”; outras, “razoável” e, na melhor das hipóteses, “acessível”.

No entanto, nenhuma das opiniões favoráveis irá deixar de constatar que a prova da OAB é, pelo menos, DIFÍCIL. Outra constatação é de ser uma prova CANSATIVA – e muito! Precisa de muito fôlego para chegar até a metade com a consciência organizada e arejada para um batalhão de temas e subtemas de 17 disciplinas!!

É por isso, que pedimos que façam uma prova através de uma “seleção natural” pelo conteúdo que o examinando está mais confiante a partir dos seus estudos. Assim, quando chegar à metade, ainda haverá gás para mais umas 25 a 30 e depois coloca no modo “o que vier é lucro”.

Com a prova nas mãos, é mais fácil relacionar os depoimentos de alunos, amigos e leitores sobre o exame em questão. Quem passou? Parece que não muitos, pois há mais perguntas sobre se há questões anuláveis do que gritos de comemoração… Nossa experiência deixa claro que situações como esta requer muita calma nesta hora, pois lidar com uma frustração é difícil, imagina com milhares dela.

A palavra que consigo descrever o que tenho em mãos é padrão loucura contida.

Uma prova de concurso se baseia em questões fáceis, médias e difíceis. A maioria delas fica entre fáceis e médias. Claro que dentro de um contexto do cargo almejado, pois não será “fácil” uma mesma questão dentro de uma prova para magistratura e outra para técnico de tribunal.

Mas acho que o nível para OAB está longe de ser uma prova reguladora para uma atividade futura profissional. Medir capacidade ou conhecimentos compreendidos numa graduação, enfim, objetivo que dizem ter o exame não “faz a minha cabeça”. Às vezes temos uma prova que determinadas disciplinas estavam acessíveis e outras não, simplesmente. Claro, autores diferentes. Mas o que dizer do exame da OAB?

Realmente, minha primeira impressão é desconfortável pelo nível de dificuldade da grande maioria das questões em todas as disciplinas. Lamento por testemunhar tal incongruência. Vamos continuar defendendo um exame coerente e tenham certeza, ficaremos com vocês até o fim.

Partimos, então, para encontrar questões anuláveis, já que no último exame foram duas e que podem colocar muita gente aprovada.

ps. a única coisa que vi de positiva foi a página inicial do caderno de questões: ficou mais bonita.

BOMBA às vésperas do XVIº Exame da OAB!!

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bombaÀs vésperas da prova do XVIº Exame, que será realizado neste próximo domingo, descobrimos que aconteceu um erro grave no último exame da OAB, o XVº e que passou batido por todos envolvidos no certame. Pode ser que haja alguma repercussão na própria FGV para evitar que ocorra nesta prova este erro tão recente, apesar das provas estarem prontas e impressas.

Descobrimos, através do nosso amigo, colaborador e professor Frederico Afonso Izidoro, responsável por Direitos Humanos e Internacional, que ao atualizar um nova obra que será publicada por nós, identificou duas questões iguais de direito internacional dos exames IXº e XVº. Em outras palavras, a última prova repetiu a mesma questão aplicada no Exame IXº (03/2012).

É bom relembrar que nosso blog descobriu e ampliou a descoberta de questões idênticas em maio de 2012, contabilizando três questões que acabaram sendo anuladas. Saiba mais nestes links:

Realmente, foi um pandemônio. Até então, baixamos a guarda, porque não acreditávamos que a FGV poderia repetir tais erros em suas provas. Até hoje.

Comparem:

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De fato, as questões são idênticas, pois o simples modo de não usar os mesmos nomes dos personagens na situação hipotética não descaracteriza tal erro acima destacado por nós.

E agora, o que fazer, pois o XVº Exame já está praticamente concluído, realizada sua 2ª fase, lista definitiva publicada de aprovados, enfim, a prova do XVIº Exame será realizada neste próximo domingo. Se é possível anular esta questão de forma administrativa? Tenho certeza que não. E se fossemos para seara judicial? Nos artigos em destaque acima, trouxe informações jurisprudenciais que era possível anular, porque é um erro material.

Lamento que apenas nos damos conta deste erro agora, e como foi dito acima, baixamos a guarda após intensa pesquisa nos exames seguintes à anulação das três questões e depois deixamos de lado esta preocupação.

De qualquer sorte, reforça o nosso discurso que RESOLVER QUESTÕES DE PROVAS ANTERIORES é essencial para uma preparação adequada. E disso nós entendemos, porque uma das obras mais vendidas no país de questões comentadas da OAB é nossa! Vamos abrir os olhos para as próximas provas, com certeza, é a lição que ficou.

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3 dicas essenciais na semana do Exame da OAB.

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DicasFinalmente, chegamos à última semana antes do Exame da OAB. Para alguns, o ideal é que a prova fosse daqui 30 dias para se preparar melhor; para outros, já não era tempo de terminar esta angústia. Enfim, de um modo ou de outro, é no próximo domingo o XVIº Exame e o tempo até lá será igual para todos.

Juntamos 3 dicas que podem ainda “salvar” sua aprovação.

1- Viva a vida intensamente… nos estudos. Não é nesta semana que você irá fazer uma faxina no seu quarto, organizar seu computador, encontrar seus amigos que há muito tempo não vê, conhecer novos lugares, cumprir uma agenda social movimentada, enfim. Aproveite TODO O TEMPO do mundo para estudar.

2- Não revise conteúdo. O que passou, passou, ou você estudou tudinho? É impossível estudar tudo, não adianta me dizer que está há seis meses nos livros: são 5 anos de faculdade, no mínimo. Assim, faça do seu tempo aprendizado daquilo que foi deixado para trás, ou de propósito (você detesta a matéria) ou porque não teve espaço na sua agenda.

3- É hora do “trio maravilha”. Quem conhece o blog sabe da minha sugestão: Ética, CDC e ECA. São três matérias que podem salvar sua aprovação de última hora, porque dependem, praticamente, de uma lei cada, observado que os temas cobrados se repetem exame após exame. É decoreba? Quase, por isso, mais próximo da prova, mais difícil de esquecer. Ao todo são 14 questões em jogo, assim, pense em GABARITAR. Restarão 26 questões para acertar dentre 66.

Simples assim é ser aprovado no domingo.

Exame da OAB: planejamento de estudos, você tem?

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Dias atrás encontrei a solicitação de uma menina, dentro de um grupo específico para OAB no Facebook, da seguinte maneira: “onde encontro planejamento de estudos para exame da primeira fase XVII?”. Fiquei intrigado com a pergunta, pois como fosse possível existir um planejamento-padrão ao mesmo tempo detalhado que servisse a todos de forma indistinta.

Já vi por aí este tipo de planejamento, como fosse uma “fórmula não secreta”, especialmente, “mágica” que respondesse a todos os nossos anseios. É um mito que precisa ser desmistificado: não existe este tipo de coisa! Gostaria até de convocar o Padre Quevedo para que dissesse isto em alto e bom som:

- “Isso non ecxiste!”

padre quevedo

E vou explicar do porquê da minha pouca fé.

Primeiro, é preciso eliminar qualquer dúvida: sim, acredito – E MUITO – em planejamento de estudos, aliás, é o que prego por aqui desde sempre, muito antes de existir o próprio blog (antes de 2008). Por óbvio que a organização faz parte da preparação que julgo “adequada”. Não posso, simplesmente, sair a esmo estudando tudo ou qualquer coisa. Tem que criar a tal ROTINA, caso contrário, nem metade do edital (no caso de concursos) ou do conteúdo da OAB será visto.

Segundo, também acredito no planejamento-padrão, pois é dele que me socorro para explicar aos alunos e leitores qual o caminho a percorrer até o dia da prova. Ademais, sim, é plenamente possível se utilizar de uma BASE para ajustar os estudos de forma particularizada. Portanto, vai aí a minha crítica: não existe planejamento-padrão particularizada. E explico.

O que encontro por aí e o que a moça estava procurando dentro do grupo de estudos na rede social referida é aquele planejamento que ordena o que o vivente irá estudar a cada dia. P.ex. primeira segunda-feira irá estudar princípios do processo do trabalho. Terça, teoria geral do direito societário. Quarta, parte geral do direito penal. Quinta, tributos. Sexta, processo de conhecimento, etc e tal…

Ora, pré-estabelecer tanto as disciplinas como os temas específicos de forma generalizada não serve para todo mundo e, inclusive, vai confrontar o nosso esquema de estudos.

Nosso esquema é bem claro e MUITO simples, por isso, 100% funcional:

1º – resolver a última prova da OAB; já fez e não passou? Refaça.

2º- analisar, ao final, pontos fortes e fracos, de forma disciplinar, observando o desempenho de cada uma das 17 disciplinas.

3º- ainda tem dúvidas sobre este resultado? Resolva a penúltima prova para ter certeza e compare os resultados. Quanto mais provas “analisadas”, melhor.

4º- prepare o seu calendário, observando sua disponibilidade diária de estudos.

5º- estude, ao menos, 2 disciplinas por dia. Assim, numa semana completa, você terá estudado 14 disciplinas das 17 previstas, mantendo atualizada a sua preparação todas as semanas. As outras 3 disciplinas a qual sugerimos deixar de lado, ÉTICA, CDC e ECA você estudará de forma específica, uma por vez, na última semana antes da prova, pois são aquelas que TODOS podem gabaritar.

Professor, mas o que estudar dentro de cada disciplina? Aqui é o diferencial que cada um deve conhecer as SUAS PRÓPRIAS REGRAS. Este julgamento SOMENTE VOCÊ poderá fazer. E como? Resolvendo questões! Ao resolvê-las, você saberá quais matérias você tem mais ou menos dificuldade, bem como terá a informação ATUALIZADA (porque os planejamentos que têm por aí são omissos quanto a isto) de quais matérias estão sendo cobradas nas últimas provas.

Exemplificando. Posso encontrar num planejamento “tampão” destes compartilhados por muitos que em determinado dia você terá que estudar contratos mercantis, dentro de Empresarial. Ocorre que esta matéria raramente cai, em pouco mais de duas ou três provas em todo o Exame Unificado. Ora, para quem nem tem tempo para ir ao casamento do cunhado chato, você vai ter que estudar algo que não fará a mínima diferença na sua prova?

Portanto, ao resolver o maior número de questões, das provas mais atualizadas, duas informações você irá tirar: [1] suas fraquezas; [2] as tendências da banca. Dentro do planejamento é ESSENCIAL você se “agarrar” às suas fraquezas. Dê mais atenção a elas, pois nada adianta você dar mais tempo àquelas disciplinas e matérias que “mais gosta”, porque estas, certamente, você saberá o gabarito.

A prova da OAB é estratégia: é garantir 50% da pontuação. Traduzindo, você tem se garantir de forma abrangente a um mínimo possível na grande maioria das disciplinas. Não precisa ser em todas, pois algumas, como internacional e ambiental exigem o conhecimento de muitas leis e assuntos diversos para apenas duas questões cada. Tem que estudá-las? Sim, mas sem o “stress” que merecem outras.

Então posso usar um planejamento-padrão? Claro, pode, mas quanto mais genérico ou básico, melhor (como acima demonstrado), pois não basta ser “padrão” ou comum, precisa ser também customizado às necessidades e dificuldades de cada um. Assim, não posso gerar especificidades para todos; ao contrário, se é para todos tem que ser básico e genérico, pois não conheço seu passado acadêmico, em última instância.

Eu posso levar dicas e conhecimento até uma parte, o resto é com você. Esta é a melhor fórmula, até porque, nada pode ser tão bom assim de mão beijada…

O Exame da OAB é daqui 2 semanas: o que fazer?

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o que fazerHá algum tempo atrás perguntei para uma sala de aula o que eles iriam fazer com as duas próximas semanas antes da prova da 1ª fase da OAB. E o resultado pode ser medido da seguinte maneira:

  • Mais de 50% se dedicariam mais tempo nos estudos;
  • Menos de 50% continuaria no mesmo ritmo;
  • Quase 100% estariam mais estressados com a proximidade da prova;
  • Cerca de 1% estaria alheio a qualquer pressão com o calendário.

Provavelmente, possa se repetir estes resultados em tantas outras salas de aulas espalhadas pelo país (enquanto o EAD não tomá-las 100%). São respostas que destaco relacionadas ao TEMPO que resta, literalmente, e a SENSAÇÃO psicológica que antecede a prova.

Sei que dizer “por favor, NÃO FIQUEM APREENSIVOS” não adiantará nada, portanto, sofram, desde que no momento apropriado… porque o restante do dia deverá ser com carga INTENSA de exercícios e leitura para alcançar o seu planejamento. Não fez planejamento? Então você tem todo o direito de estar com insônia todos os dias…

De qualquer modo, sempre aponto para uma situação que ilustra muito bem uma preparação para OAB e para concursos públicos: os maratonistas.

Todo maratonista que se preze não sai correndo como louco logo quando é dada a largada. Quem realmente sobe ao pódio é quem nos últimos kms aumentou a passada ao ponto de não ser alcançado por ninguém, ou seja, deixa o fôlego para o final.

Portanto, tem razão aqueles que aumentarão a carga horária no final do percurso. Muita gente pede licença do escritório ou estágio para ficar em casa estudando para incrementar a preparação.

Neste período também, muitos abrirão os cadernos e livros para tratar de ÉTICA, a rainha das disciplinas. Só não deixe para véspera, pois a cada prova a OAB tem se empenhado em não deixá-la como um “atalho” para aprovação, exigindo intensa interpretação. Sugiro incluir aí CDC e ECA, disciplinas que apesar serem duas questões, podem fazer a diferença no final, pois são apenas uma lei cada.

Então, faça como muitos, o momento do “sprint” (1.maior velocidade possível atingida por um corredor em dado momento de uma corrida, esp. no final. 2. esse momento final da corrida.) é AGORA!

Não tenho tempo para estudar. O que fazer?

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tempo

“Tempo” creio que num futuro breve será muito mais valioso do que dinheiro, quebrando a velha diretriz que “time is money”. Então, o que fazer quando não se tem justamente tempo? E para quem está se preparando para “ter tempo” para concursos e exame da OAB, pior fica a situação.

Para ilustrar, trago um depoimento e pedido de ajuda.

“Irei prestar pela primeira vez o Exame da Ordem no final do ano, estou com inúmeras duvidas de como planejar meus estudos, por exemplo, quando ler jurisprudências, assistir videos aulas, ler as leis, sumulas, fazer resumos, resolver exercícios. Faço estágio em dois turnos e faculdade a noite, então só tenho tempo aos finais de semana. Meu rendimento é muito ruim de madrugada, então por isso não estudo esse horário, já tentei, porém, meu rendimento não foi bom”.

Como não é todo mundo que tem a sorte de ter a disponibilidade do tempo que for preciso, é comum que o acadêmico de Direito (e de outras faculdades) façam durante o dia um estágio (ou trabalham nos turnos manhã e tarde) e à noite estão na faculdade. Portanto, que horas vou estudar?

Tenho dito nestes casos que se temos apenas os finais de semana para estudar, é neles que vamos juntar todos os esforços. Minha sugestão para OAB é angariar fôlego para tocar 5 disciplinas num final de semana. Assim, em 3 finais de semana você terá passado por 15 de 17 disciplinas da prova. Na pior das hipóteses, 4 disciplinas por final de semana em 4 semanas. É algo do que se diz, MÉTODO 4X4.

Este MÉTODO 4X4 leva a 16 disciplinas ao final, deixando ÉTICA para resolver num tempo próprio para ela, visto que é a mais requisitada no exame com 10 questões. Também pode ser aplicado aos “concurseiros de final de semana”.

E quando vou resolver questões? Durante a semana, após a longa jornada de trabalho, estágio e faculdade. Veja que é o momento apropriado para tal aventura, pois você estará totalmente esgotado. No mínimo, resolver questões gera curiosidade suficiente em ressuscitar até defunto. E o cansaço faz parte de qualquer prova que tenha mais de 80 questões  para serem resolvidas. Então, PENSAR em momento de esgotamento é um ótimo teste também de RESISTÊNCIA.

Outra preocupação apontada pelo leitor é sobre a leitura de JURISPRUDÊNCIA e LEGISLAÇÃO. Se você realmente não tem tempo para qualquer leitura, sugiro que estude por LIVROS ESPECÍFICOS PARA OAB, onde dentro do contexto do conteúdo já tem a citação de súmulas dos tribunais superiores bem como da legislação pertinente. Para quem NÃO TEM TEMPO, não dá para se dar o “luxo” de pesquisar, ou fazer resumos, tem que receber o material “mastigadinho”.

Referente às vídeoaulas, para quem NÃO TEM TEMPO, realmente, fica muito difícil acompanhar. Minha sugestão é consultar o YOUTUBE quando houver dúvidas, colocar a palavra-chave no sistema de procura e ZAP, certamente, você encontrará alguma coisa boa e grátis.

Como também não tenho mais tempo para escrever este post, pois já são três dias em cima deste texto, faça dele um ÓTIMO uso dentro do tempo que lhe resta!

Calendário 2015 Exame de Ordem

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calendario

Sempre é bom recordar quais as datas que o Conselho Federal da OAB já disponibilizou para os Exames de Ordem em 2015. A intenção é você colocar “no papel” um cronograma POSSÍVEL de se alcançar e começar a montá-lo para iniciar a sua preparação.

Como é bom destacar, 3 meses antes da prova é um TEMPO bastante RAZOÁVEL para se preparar para o Exame, a não ser que você tenha deixado o Direito de lado por muito tempo e não tenha nada além do que uma horinha de estudos por dia… Neste caso, é melhor pensar MAIOR!

O XVIº Exame já teve seu edital publicado (23/janeiro) e suas inscrições encerradas. A prova da 1ª fase se avizinha para 15 de março.

O XVIIº Exame, por sua vez, tem edital previsto para 1º de junho e a prova para 19 de julho. As inscrições entre 1º a 14 de junho. A 2ª fase para 13 de setembro.

Por fim, o XVIIIº Exame encerra o calendário de 2015, com o edital previsto para 28 de setembro, e a 1ª fase para 22 de novembro. As inscrições acontecem entre a data do edital a 8 de outubro. A 2ª fase para 10 de janeiro de 2016.

Percebe-se que a média de 50 dias entre a publicação do EDITAL e a prova da 1ª FASE, tempo que já foi muito mais estreito em anos atrás (a média era 35 dias). Portanto, 3 meses ou 90 dias de uma preparação IDEAL, significa que os estudos começam cerca de 1 MÊS ANTES DO EDITAL. É um bom “marco” para regular sua preparação.

Duas coisas são certas: estude 2 disciplinas por dia, ao menos, e faça MUITAS questões durante este período.

5 motivos para resolver questões de provas anteriores!

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bart_2Num episódio dos Simpsons, Bart se gaba para sua irmã mais nova, Lisa, que tinha tirado numa prova nota “A”, porque ao repetir o ano, um castigo provisório que o diretor Skinner impôs, ele tinha decorado os gabaritos das provas que tinha resolvido. Não tão de forma exagerada, resolver provas anteriores de um concurso ou da OAB seria “quase” isso.

Passo, então, a elencar 5 benefícios em resolver questões de provas que antecederam àquela que você está se preparando ou gostaria de enfrentar.

1- Conhecendo a banca. Por exemplo, você resolveu fazer um concurso cuja banca escolhida foi a CESPE e, até então, jamais você viu uma prova de tal organizadora. Há uma piada sobre isso que corre os corredores. Uma loira (mas poderia ser uma morena, ruiva, ou um rapaz) chega no cursinho, depois da prova, muito desconfiada e diz ao seu professor que a prova dela, realizada pela CESPE, tinha um erro de impressão, pois só tinha as alternativas “C” e “E” nas questões… Portanto, nada mais certo que observar o “estilo” da banca de cobrança, e melhor caminho é resolver questões anteriores.

2- Analisando o edital. Certo que você não terá tempo para estudar TODO o edital. Geralmente, em Direito, o pessoal inclui todos os capítulos de um código para exigir apenas uma ou duas questões sobre o assunto. Como equacionar isso? Ao realizar provas anteriores, é possível observar que determinados temas se repetem e outros são totalmente ignorados. Então, quanto maior o número de provas, maior certeza seus estudos poderão ser apontados. É claro, sempre há um risco de você deixar algo de fora dos seus estudos, mas ao menos aquilo que já caiu ou sempre cai poderá acentuar sua preparação para temas que talvez você nem chegaria a estudar.

3- Autoteste. Já conheci muitos alunos que apostei todas as minhas fichas que eles seriam aprovados, no entanto, não foram. Descobri que só posso garantir tal previsão se o aluno me mostrar seus índices de acertos constantes (e não eventuais). Como fazer isso? Testando-se, especialmente, por provas anteriores. Os simulados ajudam, é claro, mas nada como resolver questões que já foram alvo das bancas. Este exercício se compara com aquele dos atletas profissionais, que precisam praticar todos os dias para manter ou alcançar uma performance desejável.

4- Momento de descontração. Sim, resolver questões é mais “gostoso” do que passar horas lendo, lendo, assistindo a aulas chatas, inclusive como forma para relaxar do stress pré-prova. Aconselho a muitos, que detestam estudar nos finais de semana, reservar este período para resolver questões como muitos fazem palavras-cruzadas. E ao resolver as questões você ao mesmo tempo está aprendendo, compreendendo a matéria que lhe é imposta em prova. Claro que você, ao errar uma questão, precisa parar e entender da razão do seu erro, caso contrário, não adiantará você, simplesmente, ignorar a sua dúvida.

5- A ciência diz. Uma pesquisa publicada em janeiro de 2013 pela revista Psychological Science in the Public Interest afirmou que dentre de 10 métodos de estudos avaliados, resolver testes é um dos dois mais eficientes ao lado da preparação constante e prévia (ou seja, não se preparar na véspera da prova). Chega a ser até DUAS VEZES mais eficiente que os outros métodos!

Poderíamos chegar, então, quase à tática do Bart em decorar as respostas das questões, pois também sabemos que o banco de questões das instituições não é infinito e nem pode ser com tantas provas por aí. E a cada dia fica mais comum, concurseiros encontrarem questões repetidas entre provas do mesmo cargo ou dentro da própria banca. A própria FGV já “provou” deste veneno em provas da OAB.

Assim, concluí-se que é impensável hoje o concurseiro ou examinando deixar de lado a realização de questões se quer realmente ser aprovado e classificado entre os primeiros, pois uma coisa é certo: o Bart tinha razão!

Diante disso, indico duas obras de questões comentadas que farão a alegria de todos!

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O polêmico aumento da taxa de inscrição do Exame da OAB: dados revelados!

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aumentoPublicado o edital do XVIº Exame na última semana, trouxe uma surpresa AMARGA: o aumento de 10% dos valores da taxa de inscrição para o exame. De R$ 200,00, que já era muito criticado, inclusive por nós, para R$ 220,00.

Então sou levado, por sugestão de leitor, a conhecer o novo projeto de lei do deputado federal Eduardo Cunha, concorrente forte a ser o próximo presidente da Câmara, que inclui um parágrafo no art. 8º do Estatuto da OAB. O projeto foi protocolado antes de apagarem as luzes do Congresso, em 19/12/2014.

O PL 8.220 traz a seguinte inclusão:

Texto

Ou seja, apresenta a GRATUIDADE na inscrição do Exame da OAB para todos! Ora, quem de sã consciência seria contra, exceto a própria OAB? Mas claro, alguém teria que pagar esta conta, pois nada é de “grátis” nesta vida, nem “injeção na testa” e este é um problema que se revela nas razões do projeto [clique aqui] – vamos comentar abaixo.

Como já falei antes, acho um absurdo o valor cobrado na inscrição para Exame da OAB. Acho que de graça também não seria possível, pois há custos na realização (impressão, remuneração de quem fez as questões, distribuição, aluguel de instalações para prova, fiscais, etc.). E o que todos sabemos, que a antiga taxa de R$ 200,00 é muito mais do que suficiente para pagar os custos. Então, surge a pergunta: e o restante do valor, para quem fica? Não havia dúvidas que para própria OAB, mas as razões do projeto confirmam tal assertiva.

De acordo com as razões do projeto, o MPF entrou com uma ação civil pública contra a empresa terceirizada do exame (?) e esta teria revelado que dos R$ 200,00 reais ela ficaria com apenas R$ 84,00. Os outros R$ 116,00 a OAB desembolsaria. Já conversei com gente da OAB e este assunto parece ser um “tabu” junto aos conselheiros, tendo em vista que não justifica o exame ser uma “fonte de renda” para a instituição, pois não é o objetivo final do mesmo.

Infelizmente, transparência não é o forte da OAB por todos os seus benefícios exclusivos que o STF já firmou. No entanto, enxergo algumas incoerências no projeto como repassar aos advogados a conta do exame  sob a rubrica da “justiça social” que alega o nobre deputado. Ora, a anuidade da OAB é dura de se pagar para a grande maioria dos advogados na miséria que paga para assalariados em torno de R$ 1.000,00/1.500,00 por mês.

A ação citada tem a numeração referente ao ano de 2011, época que a FGV já cuidava do exame da OAB (entrou para o Exame 2010/02, IIº Exame Unificado). Antes mesmo o CESPE já cobrava R$ 200,00, cujo aumento se refere ao último valor, R$ 150,00 (em 2009).

A OAB pode alegar que levou cerca de 6 anos sem aumento na taxa, mas ela já era exorbitante até para os padrões de concursos públicos das carreiras tradicionais e ao contrário do que afirma o deputado, hoje há concursos que cobram além dos R$ 220,00 reais.

Se o projeto terá êxito? Pouco provável diante da força da OAB e da grande maioria de advogados que não aceitará assumir a “bronca” de financiar o seu próximo concorrente de escritório… É importante entender que o corporativismo é um caminho de uma única mão e já vi muitos depoimentos (de advogados, é claro) que a taxa deveria ser mais cara ainda para “nivelar por cima” a categoria.

Publicado edital do XVIº Exame da OAB: veja as novidades!

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urgenteHoje foi publicado o edital do XVIº Exame de Ordem Unificado, cuja prova da 1ª fase está marcada para 15 de março. As inscrições também começam hoje e irão até 5 de fevereiro. Clique aqui para ver o edital.

Primeiramente, a leitura do edital, numa rápida incursão, referente aos principais temas não traz novidades para 1ª fase, a não ser financeiras: aumentaram o valor da inscrição para R$ 220,00 reais!!! Para 2ª fase, temos algumas pequenas mudanças.

Mas sempre é bom frisar alguns pontos, vamos lá:

  • Poderão realizar o Exame de Ordem os estudantes de Direito que, na data de inscrição para o Exame de Ordem, estejam matriculados nos últimos dois semestres ou no do último ano do curso de graduação em Direito.

Na verdade, qualquer um pode fazer a prova, no entanto, para aproveitar o resultado somente nestas condições. Infelizmente, o STJ tem posição diferente quando se trata de concursos públicos. Somente quando da posse deverá o candidato estar preenchido com as condições que dizem respeito ao cargo.

  • Os estudantes que forem aprovados no XVI Exame de Ordem Unificado e ainda não concluíram o curso de graduação em Direito poderão retirar seus certificados de aprovação caso comprovem que a matrícula nos dois últimos semestres ou no último ano do curso foi efetivada até o dia 25 de fevereiro de 2015.

Esta estipulação de data é NOVIDADE. Nos exames anteriores não tinha isso. Meu entendimento é que pretendem limitar o aproveitamento, o que é um erro.

  • Os procedimentos para requerer o reaproveitamento do resultado de aprovação na 1ª fase do XV Exame de Ordem Unificado serão dispostos em edital complementar com publicação prevista para o dia 6 de fevereiro de 2015.

Para o pessoal que irá da repescagem, as inscrições só para 6 de fevereiro.

  • Na redação das respostas às questões discursivas, o examinando deverá indicar, obrigatoriamente, a qual item do enunciado se refere cada parte de sua resposta (“A)”, “B)”, “C”) etc.), sob pena de receber nota zero.

NOVIDADE! Mais um elemento que pode ZERAR uma questão, p.ex. Agora é OBRIGATÓRIO identificar a resposta das questões subjetivas da 2ª fase.

  • As questões da prova prático-profissional que estiverem subdivididas em itens, cada item deverá ser respondido separadamente.

Esta obrigação constava no edital do XVº Exame e foi suprimida, portanto, sem efeito algum a partir do XVIº Exame.

  • No caso de anulação de questão da prova objetiva, a pontuação correspondente não será atribuída novamente ao examinando que, no resultado preliminar, já havia computado o acerto.

NOVIDADE. Sinceramente, nota desnecessária, pois isso já era aplicado.

  • Observação: As remissões a artigo ou lei são permitidas apenas para referenciar assuntos isolados. Quando for verificado pelo fiscal advogado que o examinando se utilizou de tal expediente com o intuito de burlar as regras de consulta previstas neste edital, formulando palavras, textos ou quaisquer outros métodos que articulem a estrutura de uma peça jurídica, o uso do material será impedido, sem prejuízo das demais sanções cabíveis ao examinando.

NOVIDADE está em destaque. Acredito que “outros métodos” possam incluir Vade Mecum super coloridos, destacados, enfim, aumentando os limites do que possa a vir a considerar o recolhimento do mesmo. Portanto, MUITO CUIDADO com esta nova regra.

Pessoal, a princípio, estas são as novidades. Irei reler o edital e qualquer coisa, vou atualizando por aqui.

grito-OAB

Teremos novidades no Exame da OAB em 2015?

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newsTornou-se tradição, em início de ano, uma movimentação de futuros examinandos entre boatos, especulações e expectativas do que virá acontecer no Exame de Ordem durante o período. É tal como acontece quando muitos correm às bancas para comprar aquelas revistas de horóscopos e previsões para o ano inteiro. E se o “povo quer saber”, porque vamos nos omitir?

Escolhi, assim, dois emails – que são extremos – a qual vou responder e que irá delinear a pergunta maior: “teremos novidades em 2015″? Para evitar algum tipo de constrangimento, não irei publicar os nomes dos examinandos.

1. “Professor, andei lendo em outro blog que novas disciplinas poderão ser cobradas no exame da OAB. Fiquei com receio, pois precisarei fazer a prova no meio do ano e não tive na faculdade direito eleitoral nem previdenciário, porque estas disciplinas o pessoal anda comentando que irão cobrar. Será que outras também? Me ajude, estou aflita com tal notícia.”

Meus caros, a possibilidade de inclusão de nova disciplina sempre existiu, pois diz o §3º do art. 11 do Provimento 144/2011 e que rege o Exame:

“O conteúdo das provas do Exame de Ordem contemplará as disciplinas do Eixo de Formação Profissional, de Direitos Humanos, do Estatuto da Advocacia e da OAB e seu Regulamento Geral e do Código de Ética e Disciplina, podendo contemplar disciplinas do Eixo de Formação Fundamental.”

Neste período, foi incluída filosofia do direito, portanto, outras disciplinas estão aptas a serem cobradas. Dentro do tal “Eixo de Formação Fundamental” pode vir qualquer coisa, como direito eleitoral e previdenciário. Em muitas faculdades, ambas disciplinas são optativas, o que para mim deveriam estar na grade curricular obrigatórias. Mas enfim, quando a OAB incluiu direito ambiental e consumidor, a grande maioria não tinha estas disciplinas e hoje todas têm.

Ou seja, no final das contas, a prova da OAB acaba regulando o currículo das faculdades.

Recentemente, foram publicadas mudanças sobre a avaliação dos cursos de Direito e sobre a abertura e permanência dos mesmos, disso, a OAB ganhou mais força junto ao MEC, não apenas como “palpiteira”, mas agora como “avalizadora”. Pois bem, a contar que o presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho é especializado em direito eleitoral (é autor do livro “Direito Eleitoral e Processo Eleitoral”) , parece-me que há “simpatia” nesta disciplina.

Em relação ao direito previdenciário, creio que é aquela disciplina que está presente na grande maioria dos concursos para carreiras tradicionais jurídicas, e uma área que cresce muito devido ao aumento de aposentados no país. Portanto, ambas disciplinas são fortes candidatas a serem integradas.

Há também aqueles “lobistas”, associações de advogados (ou não) de determinada disciplina que buscam implementá-las na prova da OAB, como já foi relatado referente à medicina legal em outros tempos.

Portanto, a marcha de inclusão é esta e a possibilidade é bastante razoável a partir do que se pode dizer que o Exame da OAB está consolidado e sem problemas aparentes ou quando foi que você viu nos noticiários algo a respeito?

Incluo a seguinte pergunta: como ficaremos sabendo da inclusão? A princípio, pela publicação do edital, ou seja, poderá ser de “surpresa”. Mas acredito que haverá uma divulgação de nota antes mesmo para ciência das novidades, pois com filosofia do direito foi assim.

2. “Caro professor, podemos ficar preparados para uma 3ª fase da OAB?”

Sempre há este tipo de pergunta, falo de um “tipo” que surge como forma de botar medo nos examinandos. Para uma “3ª fase” seria necessário alterar o Provimento 144 e, certamente, a gritaria seria muito grande. Mas o que poderia ser esta “3ª fase”? Uma prova oral? Impossível para 10 a 30 mil aprovados numa 2ª fase. Uma fase de esforços físicos como nas carreiras policiais? Para quê, para carregar autos pelas escadarias do foro??

Portanto, não tem como se implementar uma 3ª fase. Já se discutiu em plenário na OAB da possibilidade de reunir a 1ª e 2ª fases no mesmo dia, mas acabou vencida a ideia. Creio que esta opção possa a vir discutida no futuro, pois muitos concursos já adotam esta medida para economia e testar a resistência do candidato.

Outra possibilidade é o retorno das 100 questões diante do acréscimo de disciplinas e para dificultar a prova da 1ª fase. Pode ser difícil o retorno deste modelo, pois se tornará uma prova mais cara e acredito que ninguém deseja isso.

Então, pronto para enfrentar 2015?

Preparando-se para Exame da OAB 2015!

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OAB I Ordem dos Advogados do Brasi_ - http___www.oab.org.br_servicos_examedeordem

Com a divulgação do cronograma de exames da OAB para 2015, é possível montar um programa de preparação para os mesmos. E o primeiro será o XVIº EXAME, cuja prova está marcada para 15 de março de 2015. Para quem “gosta” de estudar somente quando o edital é publicado, o XVIIº tem o menor tempo entre o edital e a prova, cerca de 50 dias. Os demais, alcançam cerca de 70 dias.

Quanto ao tempo entre a prova da 1ª fase e 2ª fase, corresponde quase 2 meses, exceto o XVIIIº EXAME, que tem uma diferença de duas semanas a menos.

Com essas considerações iniciais, é fácil constatar que temos um tempo considerável para ajeitar os livros, preparar uma agenda confiável e possível de realizá-la, especialmente, para quem ainda está na faculdade, incluindo aí a entrega do TCC, provas finais e festas típicas de último semestre.

Soma-se tudo isso à aparente estabilidade que o Exame da OAB tomou para si, com a FGV à frente do processo seletivo, sem maiores problemas nos últimos certames, provas sem anulações, questões previsíveis no sentido de uma exigência interpretativa cada vez mais concreta entre situações hipotéticas e a aplicação da lei, bem como uma constância nos índices de aprovação.

No entanto, há indicativos, p.ex., que teremos novas disciplinas para 2015 e uma readequação entre as que já estão no catálogo com o número de questões. Direito eleitoral é uma delas, creio que é um desejo do atual presidente do Conselho Federal da OAB antes de encerrar seu mandato em 2015, pois é a disciplina a qual é especialista. Outra disciplina seria direito previdenciário, que tem inclusive comissão especial dentro da OAB e é bastante presente em concursos públicos (como também o direito eleitoral). E dizem que a matéria de conciliação e mediação também deverá entrar e que está previsto no Novo Código de Processo Civil.

Em outro tópico vamos tratar destes boatos, pois onde há fumaça, com certeza, há fogo em se tratando de exame da OAB.

Por hora, é PLANEJAR seu 2015 com as datas disponíveis e separar um tempo além da publicação do edital para estudar para OAB, sugestão que deixamos é encarar ao menos, para quem está na faculdade ainda, uma hora diária até 90 dias antes da prova, a começar por realizar a última prova antes de abrir os livros para analisar a própria abordagem da FGV/OAB, bem como conhecer suas limitações e reforçar seu conhecimento nas disciplinas que lhe deixarem preocupados (menos de 50% de acertos). E não vale chutar neste teste!

E depois que engrenar os estudos, com uma disciplina por dia, realizar questões aos finais de semana para “aliviar” é um pedido não muito exigente, buscando resolver das cinco disciplinas estudadas na segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira.

Quando chegar o limite de 90 dias antes da prova, incluir mais uma hora todos os dias e uma terceira quando “bater” a data da publicação do edital, dividindo os estudos em duas disciplinas por dia.

Até lá, vamos destacando novas dicas e bons estudos!

Fiz 39 acertos na prova da OAB. E agora?

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facebook-dislike1Nas minhas palestras costumo dizer que aquele que não é aprovado por UMA ÚNICA questão na prova da OAB chora muito mais do que aquele que é reprovado por MEIA DÚZIA. Assim, justifico que a preparação deve ser consciente a atender também aquelas disciplinas que aparentemente parecem não fazer a “diferença” na prova, pois representam duas questões, como a leitura ainda no domingo pela manhã.

Mas enfim, o texto é para quem fez 39 acertos, está, POR DIABOS!!!!, uma única questão, por aquela ou que mudou o gabarito, ou que a sorte se esqueceu de aparecer ou que entre duas alternativas escolheu a mais “bonita”, enfim, pouco importa o motivo, o problema é que são 39 acertos e o resultado não lhe serve.

Se ainda fosse na TELESENA do Silvio Santos, ou no BINGO, ou qualquer outra pontuação que lhe fizesse sorrir, mas não, é justamente no ponto de corte do exame da OAB.

Bem, como sabemos, as últimas três provas NENHUMA anularam. Parece uma eternidade, pois a última vez foi em 2013. O que precisamos, então? De questões que sejam ao menos “anuláveis”. No senso crítico dos professores, são aquelas que se destacarão por um erro de fato ou de direito e que a banca de um modo “comeu mosca”. Observo que nos gabaritos pré-oficiais ou nas mesas redondas o momento ideal para se descobrir se teremos uma repercussão no sentindo anulação. O “ti-ti-ti” gera a expectativa.

Assim, tem sido desde sempre: quanto maior número de questões “anuláveis”, maiores as chances de que pelo menos UMA seja anulável. Até o momento, vi duas ou três questões compartilhadas entre os examinandos (uma de processo de trabalho, uma de ética e outra de civil). Comparando com os últimos exames, parece ser a média, entre três a cinco questões defendidas com os mais diversos argumentos.

Sou do tempo de 10 questões, 12 ou 15 questões anuláveis em tempos de CESPE. E já foram anuladas 6 questões em 100… ou seja, “outros tempos”. A FGV não tem este “costume” de anular, prefere conferir o carimbo de 100% de qualidade. Já eu acredito que sempre há margem para dúvidas, pois estamos tratando de direito e interpretações, mas enfim, não sou quem mando.

Por outro lado, é certo que muitos professores “cavarão” questões anuláveis, porque os cursos de 2ª fase precisam encher e incentivarão que ingressem aos estudos. O problema é que estamos no final do ano, véspera de Natal e de contas para pagar, saldar dívidas, enfim, e o investimento não é baixo. Com o panorama que se revela, sem grande “entusiasmo” de anulações e, ao que parece, teremos um índice razoável de aprovação (no exame passado, cerca de 35%), o que alimenta as especulações que a OAB não “compensará” com anulações, sou pessimista em afirmar que anularão questões.

Já examinei as questões acima e não vi argumentação forte, pois encontrei razões contrárias que defendem o gabarito, ou seja, parece que o melhor caminho a seguir é recuperar forças nas festas de final de ano e logo, ainda em janeiro, retomar os estudos para o XVIº Exame para não ficar dependendo de UMA questãozinha miserável e que estragou os planos até janeiro. Não foi agora, mas será logo adiante. Uns passam antes, outros passam depois, mas todos passam, desde que não desista.

Preliminares sobre a prova do XV Exame da OAB

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multidao_2825_1600x1200Dizer que a prova da OAB estava “difícil”, não precisava nem abrir o caderno de questões do XVº Exame Unificado. Encontrar a melhor definição também não é tarefa fácil, pois as “tonalidades” de difícil são as mais diversas a partir de quem fez ontem a prova.

Muita gente disse que a prova estava “muito” difícil. “Cansativa” parece não ser mais novidade, veja que são 19 páginas de prova. Questões com enunciados longos e interpretativas serve de lição para quem irá se preparar pela primeira vez. Outros foram além, acharam “impossível”. Com o resultado divulgado, é possível ter uma breve ideia pelas manifestações nas redes sociais e pelos emails que chegam de agradecimento.

É claro que a felicidade transbordou em diversos “paçei”, “chupaaaaaa FGV”, “#2ª fase a caminho”, “taca le pau OAB”, etc e tal. É para isso que servem as redes sociais, para “ostentação” em mais de 90% das postagens. Por lógico, quem não foi aprovado, se recolhe; muitos desligam a própria internet, 3G, whats, enfim, sofrem em silêncio. A OAB não divulgou o número total de inscritos, mas no RS sabemos que foi mais 6 mil inscritos (6.066 para ser mais exato).

Talvez seja cedo apontar alguma coisa, porque na última prova esperávamos uma reprovação alta e cerca de 35% foram aprovados em 1ª fase, ou seja, foi uma ótima surpresa positiva. Examinando a prova, com os cadernos liberados, não encontrei novidades, algo diferente, em geral, quanto ao XIVº Exame. Ainda restam pouquíssimas questões com enunciado direto, sem “estorinha da carochinha para contar”, não há mais questões de afirmativas I, II, III…, e como sempre, disciplinas que “apertaram” mais (p.ex. achei consumidor complicadinha e, geralmente, não é).

E a pergunta que tudo mundo busca: anularão questões? A regra, parece, tem sido a cegueira total da FGV em anular, custe o que custar (das últimas 7 provas, não anularam em 5). De qualquer modo, nos próximos dias vamos apresentando questões possíveis de anulação dentro do possível, ok? Para quem é marinheiro de 1ª viagem, já aviso: não se impressione se aparecerem 10 questões “anuláveis”, porque nesta fase é meio que “Deus nos acude” e tem muita gente querendo provocar uma ilusão para chamar alunos para os seus cursos de 2ª fase.

Se você fez 39 é o público “alvo” da alta sensibilidade de acabar topando em aceitar se preparar para 2ª fase e acabar frustrado quando do resultado definitivo, e o pior, passou estudando justamente durante as festas de final de ano. Como sou do grupo pessimista-realista, fez 38 ou 37, faça férias, pois a última vez que anularam mais de 2 questões foi no IXº Exame. E a “tendência” é que a prova fique cada vez mais “caprichada”, pois as últimas três não tivemos nenhuma anulação.

Para quem não aprovou, nos próximos “posts” falaremos sobre os exames de 2015, pois essas “férias” não podem ser até o carnaval.

Aos demais, há um bom período para os estudos preparatórios à 2ª fase, abrace a causa e siga em frente, com o mesmo foco e dedicação. Sugiro a coleção Passe na OAB 2ª Fase – Teoria e Modelos publicada pela Editora Saraiva e que traz, como o nome diz, o necessário para resolver as peças das disciplinas optativas. Cada volume traz uma disciplina, basta clicar na imagem para maiores informações (livraria Saraiva).

MarceloHugo_2º Fase

5 coisas para fazer no dia da prova da OAB

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5Todo mundo parece que já está “careca” de saber que a aprovação que se valha merece um plano de estudos ou que toda preparação merece uma organização digna. Só que muitos se esquecem que isso também vale para o dia da prova, pois a preparação não termina na véspera. Diante disso, resolvi deixar 5 regras de ouro para a véspera e para o dia da prova, pois ambos se confundem.

REGRA 1 – Prefira não revisar conteúdo. E é simples e você responderá com uma pergunta: você estudou todo o conteúdo necessário ou todas as disciplinas? É claro que não. Assim, prefira avançar em temas que você sequer olhou, mesmo que seja no sábado, véspera da prova. Nesse caso, vai outra dica, prefira confirmar Ética, pois é a “rainha das disciplinas” com 10 questões e, que provavelmente, poderão lhe trazer a pontuação necessária para aprovação. Não viu o Código de Ética? O Regulamento? É uma ótima oportunidade. As disciplinas “menores”, com 2 questões, também são relegadas, dê uma olhada em CDC e ECA, pois são mais simples. Você ainda não leu o art. 5º da CF??

REGRA 2 – Deixe de lado os convites. Final de semana de prova, a começar por sexta-feira, um “não, obrigado” para todos os convites é o mínimo de coerência. Concentração é o mínimo de exigência. Deixe para sair depois da prova. Se você quiser dar uma “volta”, que faça para dar uma caminhada para relaxar, para almoçar no sábado e era isso. Sem reuniões sociais, com familiares, cujo assunto, certamente, será na sobremesa: EXAME DE ORDEM.

REGRA 3 – Domingo é dia de estudos, sim senhor. Se você estiver ansioso, não tiver nada para fazer para passar o tempo, não dormiu nada na noite anterior, está louco para fazer a prova, está preocupado que tem matérias que não viu como deveria ou que nem chegou perto, pergunto, porque não dar uma “última espiadinha”, diria Pedro Bial? Quem sabe uma questão não saia dessa leitura domingueira?

REGRA 4 – O caminho entre as pedras na prova. Resolver prova é estratégia, então, no caso da OAB o negócio é começar por ÉTICA, pois é das disciplinas a que mais os examinandos se escoram na “decoreba”, e esquecer é muito fácil. Portanto, começar por ela é lógico. Depois, seguir o caminho pelas disciplinas que você estiver melhor bem preparado, pois o exame da OAB é, além de tudo, uma prova muito cansativa, então se deve garantir a pontuação necessária ainda quando tudo está “tranquilo” e deixar para o final, quando a paciência já era, aquilo que realmente suas chances são poucas. Não conhece a topografia da prova? Clique aqui.

REGRA 5 – Amor à primeira vista. Jamais mude a alternativa depois que você marcou. Conheço aluno que alterou seis alternativas e todas errou e adivinhem? Faltaram seis questões para ser aprovado. Por isso que eu chamo que é amor à 1ª vista, e esse amor a gente não pode mudar. Se tiver dúvida entre duas alternativas, deixe para o final para resolver, pois o “brainstorm” da prova pode clarear as ideias depois de tudo.

Cumpra as 5 regras e seu final de semana, certamente, será muito melhor do que esperava. Boa prova e espero vocês para 2ª fase!!

O que esperar do XV Exame da OAB?

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esperandoÉ uma das perguntas que os pombos correios mais trazem na semana de véspera da prova da OAB à minha caixa de emails: o que esperar (dificuldade) da prova? Mesmo que a crença popular seja que os exames são permeados por uma prova difícil, outra acessível, uma difícil, outra fácil, e assim sucessivamente, vamos avaliar também sob esse aspecto o que esperar da 1ª fase do XVº Exame.

Bem, para quem está “chegando agora” e não sabe como foi a prova do XIVº Exame, cerca de 35% foram aprovados logo na 1ª fase, no entanto, foi uma grata surpresa, pois as manifestações que se seguiram pós-prova, realmente, foram desanimadoras. E a tomada de “temperatura” das redes sociais também criaram uma expectativa péssima, quase um desastre.

A prova foi muito difícil e cansativa, e “fôlego” parece ser outra qualidade que o examinando vai precisar para enfrentar as provas, pois a cada exame as questões têm enunciados mais longos e complexos. Aquela ideia de pergunta objetiva já era!

Então, considerando o que vimos na prova do XIVº Exame, fica difícil de garantir que “pior que está, não ficará”, porque se os professores encontraram uma prova além do que deveria ser e o índice foi excelente, de duas uma: ou os examinandos estão melhores preparados e prontos para encarar o que vier, ou a OAB não sabe mais como tornar a prova “impossível”.

Se vai ser mais fácil ou difícil? Primeiro, nunca use a palavra “fácil” para exame da OAB, use “acessível” ou “menos difícil”, porque não há prova fácil. E, sendo assim, sempre a prova será difícil. Reformulando a pergunta: será mais acessível ou será mais impossível? Acredito que a prova seguirá a linha anterior, mas que já foi diferente do XIIIº Exame.

Explico por algo que sei. A OAB indica membros para participar da montagem da prova junto com a equipe da FGV. Ocorre que a prova vinha sendo realizada por um grupo seleto e com grande experiência. Porém, mais gente quis “entrar” e entrou de fato, e a percepção está na mudança entre as provas. A minha dúvida é se as melancias já se ajeitaram no caminhão, caso contrário, podemos ainda esperar surpresas para o XVº Exame. Positivas? É o que todos queremos.

Em conclusão, essa curiosidade sobre a prova, qualquer que fosse a resposta, não mudaria a forma de como encará-la, pois como deixo bem claro, a prova sempre será dificil, às vezes quase impossível, outras, menos, o que deve ficar é a responsabilidade da preparação até o último segundo antes de iniciar os procedimentos no dia da prova, o resto é pura especulação.

O que tomar (remédio) no dia da prova da OAB?

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remedioNa mesma semana recebi dois emails que me perguntavam sobre  indicações de outros em ingerir o medicamento “Propranolol” no dia ou na véspera da prova e, diante disso, acreditei que era oportunidade em falar sobre o assunto.

Como se sabe, o brasileiro é um hipocondríaco nato, não pode ver um “remedinho” que surge uma “dorzinha” ali, outra acolá. Ou seja, o remédio desperta nossa “formação” médica ou farmacêutica numa espécie de autoatendimento. Mas enfim, o fato que também é comum a ingestão de fórmulas para  angariar “novos poderes”, algo do tipo “beber Redbull te dá asas”. Talvez seja nossa origem indígena que colhia e experimentava todo o tipo de planta ou erva para curar ou ganhar habilidades.

Todo brasileiro é um pajé em potencial.

Pois bem, até então só conhecia o uso indiscriminado da RITALINA por concurseiros e examinandos e, por incrível que pareça, nunca vi o depoimento de alguém após da prova que o uso foi decisivo para a aprovação. A tal “pílula do sucesso” jamais se comprovou na prática. Então, para mim, é novidade o uso do PROPRANOLOL a qual fui pesquisar.

Segundo a sua bula, clique aqui, o cloridrato de Propranolol é indicado no tratamento da hipertensão, mas está sendo indicado para acalmar a ansiedade pré-prova. Só que seu efeito somente é perceptível depois da ingestão de 3 ou 4 comprimidos durante um dia inteiro.

Não sou formado em medicina e, portanto, não recomendo qualquer tipo de remédio que não seja natural. Se você está cansado, com fadiga, nada como uma caneca (ou várias, dependendo do grau de estafa) de café passado na hora, rico em cafeína, para despertar qualquer morto-vivo do seriado The Walking Dead. Deixe de lado os “espressos” que têm menos cafeína. Red Bull? Tem pouca cafeína, menos que uma xícara de café.

Guaraná em pó é saudável também, como giseng. A prova da OAB somente é no início da tarde, portanto, pela manhã é possível se esbaldar em “baldes” de café, mas fique preparado para ficar desperto à noite adentro. Está ansioso? Boas horas de leitura e releitura na matéria mantém a mente ocupada. Transforme sua ansiedade em PRODUTIVIDADE: resolva muitas questões de provas anteriores ou calce os tênis e dê uma longa caminhada com as músicas preferidas no seu celular. O exercício é o melhor remédio para relaxar.

Os efeitos colaterais dos remédios citados acima são imprevisíveis e conheço estórias que vão desde vomitar o almoço logo no início da prova até passar todo o tempo da prova pedindo para ir ao banheiro, dispersando-se os raciocínios entre descargas e falta de papel higiênico.

A última semana antes da prova é de estudar, intensificar os estudos, como os veteranos maratonistas fazem: deixam para o final o fôlego!

[atualizado]

ps. sobre a RITALINA, encontrei um artigo muito bacana a respeito, clique aqui, no blog Gabarito Final, “Ritalina, a droga dos concurseiros. Conheça os mitos e verdades”.

ps2. outro artigo sobre RITALINA, “a droga legal que ameaça o futuro”, clique aqui.

Dicas para prova da OAB em vídeo

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cameraUma grande oportunidade, devido às minhas raras aparições em vídeo nesse ano de 2014, para se atualizar com dicas para 1ª fase da OAB. A filmagem aconteceu nos modernos estúdios do curso Agora Eu Passo – AEP na ensolarada e receptiva Fortaleza/CE, diante de um convite irrecusável dos amigos Giuliano MenezesEmerson Castelo Branco para os seus alunos.

Assim, o vídeo é uma cortesia do AEP que disponibilizou para o blog (à direita, o segundo vídeo, “aula OAB” na coluna #seliganadica) e não passa de 10 minutos, o “crème de la crème” da preparação até o dia da prova. Bons estudos!

Faculdade de Direito é um preparatório para exame da OAB?

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Em determinado grupo de debates no facebook de uma grande universidade cearense a qual participo, um integrante pesquisava junto aos alunos da mesma se valia a pena ou não cursar a faculdade de Direito. Depois de diversas considerações, ele chegou a essa impressão a qual destaco:

“Vejo muitas instituições que empregam toda sua indústria no “demônio da OAB” e meio que se esquecem da vertente social do curso, e isso é triste. São criadas nada mais que máquinas de operar o Direito”.

Não é a primeira vez que me desafia esse assunto, aliás, é tema que levo nas palestras nas faculdades quando trato da preparação para o exame da OAB, mas o interesse e preocupação precoce do futuro acadêmico de Direito chama a atenção. Apesar de insistir que a preparação do exame começa ainda nos bancos da faculdade, não é o objetivo que deverá ser levado ao fim e cabo da graduação.

É na graduação onde a formação acadêmica acontece, no sentido de formular a cabeça do futuro bacharel em Direito. E é bom deixar claro, que trata de um curso que tem no nome “ciências”, ou seja, nada mais transparente do que seremos cientistas, portanto, pesquisadores. Precisamos, desse modo, nos cinco e ou seis anos até alcançar o diploma abrir a mente aos questionamentos doutrinários e jurisprudenciais, procurar atualizações legais e novas discussões que se encontram ao “pé” do Direito.

Por outro lado, como sabemos, os cursos estão preocupados com a qualificação que o MEC e a OAB conferem, e dentre as razões está a aprovação no exame. Então, é difícil evitar que os professores levem para sala de aula questões de provas da OAB e de concursos para avaliar seus alunos, até porque muitos deles seguirão seus estudos para ingressar em alguma carreira jurídica. O fato é equilibrar entre o “pensar” o Direito e o “cumprir” esquemas e ordens, quando cada vez mais se impõem clientes ao invés de alunos, resta ao consumidor o produto final, ou seja, a aprovação na OAB simplesmente.

Assim, tenho minhas dúvidas quando cursos de graduação incluem em seus currículos “cadeiras” obrigatórias que trazem o exclusivo objetivo de preparar para prova da OAB, e isso tem sido cada vez mais corriqueiro. Se a prova da OAB faz o “bem” de provocar a inclusão de disciplinas no currículo como fez Ambiental e Consumidor, p.ex., faz o “mal” desses desvios acadêmicos. Por outro lado, se quer oferecer um preparatório à parte, como forma complementar de ajudar o seu aluno (e não de se auto-promover com as instituições oficiais), aplaudo a iniciativa. Vejo as estatísticas das maiores aprovações e as federais mantém a ponta. Será que preparam melhor para exame da OAB? A resposta é negativa, pois o objetivo de qualquer faculdade, pública ou privada não deveria ser esse. A aprovação elevada é um “efeito colateral”, simplesmente, das exigências que lá se encontram (o risco de generalizar é meu).

Não descarto o “ranço” de muitos que os alunos estudam por livros de concurseiros e da OAB durante a graduação, mas a “cultura do exame” está tão forte que a produção em série de novos bacharéis em Direito, formatado a um tipo padronizado que redescobrirá a ciência somente no curso de mestrado ou doutorado, leva a crer que além do canudo, todos buscam no seu aprendizado jurídico a lustrosa carteirinha vermelha de advogado para realizarem seus sonhos privados ou públicos. A culpa é de quem? Ora, sempre é do mordomo. E quem é o mordomo? Você decide!

[Atualizado] PS. Descobri depois que publiquei o meu artigo, o do prof. Lenio Streck publicado pelo CONJUR sob título “o protótipo do estudante de direito ideal e o ‘fator olheiras'”, a qual recomendo para complementar e refletir o que foi escrito acima. Clique aqui.

Novo blog Passe na OAB

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novo

Pois bem, caros amigos e leitores, assistindo ao meu filhinho, nesse último mês, dando seus primeiros passos e agora percorrendo a casa sozinho, percebo a importância da expressão “caminhada” também no modo figurativo que se costuma empregar para designar “evolução”. E aqui estamos, continuando a caminhar, mas sob um novo blog, mais bonito (apesar de beleza ser uma opinião subjetiva), muito mais moderno (vamos explicar abaixo) e profissional.

Em primeiro lugar, fizemos uma “limpeza” de banners e anúncios na estrutura do blog. Decidimos seguir com indicações de cursos e livros nos próprios posts. Em segundo, como a ideia era fazer um blog 100% novo, mantivemos apenas uma ferramenta que é a contagem de acessos (e que foi incluída apenas três anos depois do início das atividades blogueiras). Vamos às novidades!

O #seliganadica vai ser um canal semanal que irei incluir um vídeo curto, no máximo de dois minutos, passando a semana “a limpo”, destacando o que de importante aconteceu no mundo jurídico, do exame da OAB, de concursos, dos assuntos envolvidos no blog, indicações de livros, cursos, respondendo perguntas (anotem aí o novo email: marcelo@passenaoab.com.br), enfim, o “que der na telha”. O primeiro vídeo é uma entrevista (parcial) que dei para TV Atualidades do Direito do prof. Luis Flávio Gomes.

O “Agenda OAB” é uma ferramenta super criativa que a equipe (agora é “a equipe”) trouxe e achei genial, porque toda hora estão me perguntando quando é isso, quando é aquilo, agora estará tudo ali para qualquer um consultar, ok?

Como todo mundo gosta de um “ranking”, criamos dois: TOP 5 de posts mais lidos e TOP 5 de posts mais comentados. É para facilitar e atualizar o pessoal que está “entrando” no fabuloso Mundo do Exame de Ordem, do que gera mais preocupações ou interesse. Certamente, estamos pensando em criar outros, pois conteúdo é que não falta em mais de 6 anos de blog. Se tiver sugestão, thanks!

E o “Navegue pelo blog” ainda está sendo apurado e estudado para que os posts sejam classificados em temas que gerem impacto e curiosidade imediata. Vamos fechar e reajustar o que já temos em 10 espécies de posts para facilitar o acesso e a pesquisa.

Em breve, outras ferramentas entrarão, mas como estávamos ansiosos em experimentar o novo servidor, com uma nova capacidade e velocidade para não deixar devagar o acesso, como estava acontecendo, ficarão para depois.

Uma das coisas bacanas no novo blog, essencialmente, é a sua leitura. Ficou mais fácil de ler, leve e confortável com algumas “modernices” que adotamos, entre elas, a leitura verticalizada infinita (ótima para tablets e smartphones). Ou seja, nunca haverá uma página a ser mudada, você poderá ler TODOS os artigos publicados apenas com a barra de rolagem. Outra “modernice” refere-se às imagens publicadas nos posts. Agora, elas não estão mais estáticas como antigamente: cada vez que rola o texto elas vão “crescendo” ou “nascendo” na tela, corrigindo-se com a velocidade da internet que você está conectado sem atrapalhar a leitura.

Por fim, refizemos todas as conexões com as redes sociais (em breve também estaremos em outras), em especial, com o facebook, substituindo algumas funcionalidades e aparecerão, a partir de agora, de um jeito diferente, compartilhando o que acontece aqui “fora” lá “dentro”.

Concluindo, estamos à caminho de algo, sempre estamos, não é? Meu filhinho daqui a pouco já vai estar correndo e ninguém segura mais. Alcançamos uma posição – graças à audiência de vocês – no ranking do Alexa, o instituto mais reconhecido que mede acessos, jamais imaginado pela gente, ficar entre os 2.000 sites mais visitados no país. Para um simples “blog” sobre OAB, mais particularmente, é um feito e tanto. Keep walking e bons estudos a vocês!

[atualizado]

A versão ‘mobile’ acaba de entrar no ar, confira no seu celular.

Mobile

30 dias para Exame da OAB: 30 lições até o dia da prova!

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A partir de hoje, teremos 30 dias até o dia da prova da 1ª fase do XVº Exame da OAB. Separamos 30 lições, em geral, de como fazer “passar” esse período para “passar” pela 1ª fase com ÊXITO!! A numeração é apenas para efeitos de organização, sem importância qualquer. Bons estudos!

1. É melhor começar a deixar “cair a ficha” hoje do que a prova é daqui a quatro míseras semanas.

2. No meio do caminho tem uma eleição e mesmo que você seja super engajado ou politizado, tenha certeza que não adiantará o seu esforço pró-candidatura ao revés da sua preparação para o exame.

3. Peça licença aos seus compromissos sociais e familiares.

4. Deixe de lado (ao menos 99% do seu tempo) as redes sociais até o dia 16/11 para gritar que foi APROVADO!

5. Avise ao namorado, namorada, companheira, marido, enfim, que você está em um relacionamento sério, mas passageiro, com os estudos até o dia da prova.

6. Faça de sua preparação algo prazeroso: deixe seu ambiente de estudo propício para tanto.

7. Tenha em mãos uma legislação atualizada.

8. Se você não estudou DIREITO INTERNACIONAL até agora, em 30 dias é melhor optar pela leitura dos artigos da CF que tratam a respeito (parágrafos do art. 5º) e da LINDB.

9. Se você não estudou DIREITO AMBIENTAL até agora, em 30 dias é melhor decorar o art. 225 da CF e conhecer as competências constitucionais referente ao assunto.

10. Continue resolvendo questões de todas as disciplinas, principalmente, aquelas que você detesta ou que não estudou nada até o momento, vá que pela insistência e repetição você aprenda na marra

11. Não fez questões até agora? Corra para uma livraria e compre o livro Passe na OAB – Questões Comentadas FGV 5.193, ao menos irá ajudar a entender as questões através dos comentários, otimizando tempo e estudos. É o mais atualizado e completo do mercado e em promoção na livraria Saraiva.

12. Junte todos os seus resumos para ter uma ideia do que ainda precisa estudar. Não tem todo o material ou acredita que é muito extenso? Sugiro a obra Manual de Dicas OAB 1ª Fase FGV e que traz todas as disciplinas reunidas através de teoria com abordagem única e direta, apontando aquelas matérias que mais caem em provas. Edição atualizada 2014.

13. Se você tiver uma sogra bem querida (ou não), peça para fazer uns lanchinhos e preparar uns cafés bem reforçados para as próximas madrugadas ou tardes de estudos.

14. Dificuldade de largar as redes sociais ou whats app? Entregue seu tablet ou celular para alguém monitorar ou estude longe do computador.

15. Dificuldade com alguma matéria em especial e não está fazendo algum preparatório? No Youtube há diversas aulas de cursinhos que está lá de “grátis”, apenas verifique a data que foi colocada a aula para não estar defasada com a legislação.

16. Ainda não sabe se fará algum cursinho? Pondere vantagens e desvantagens em estudar com auxílio ou por conta própria.

17. Muito ansioso ou ansiosa? Saia de casa, dê uma caminhada de 30 minutos e volte para os estudos.

18. AME a disciplina de Ética, pois é dela que sua aprovação deverá ser encaminhada. GABARITE as 10 questões e sobrarão outras 30 de 70 questões, ou seja, restarão menos de 50% da prova para ser acertada.

19. Como Ética é mais “decoreba”, deixe para última semana gastar o EOAB, o Código de Ética e o Regulamento Geral. Mas não precisa ler todos os artigos, pois a prova é seletiva quanto aos temas, verifique através das questões cobradas.

20. CDC é outra disciplina para ser gabaritada. São 2 questões, mas uma única lei, e a prova sempre atende aos mesmos pontos. Pesquise e descubra resolvendo as questões.

21. Estude, preferencialmente, no MÍNIMO, duas disciplinas por dia, para conseguir em 4 semanas estudá-las de forma permanente, sendo que são 17 ao total (numa semana dá para estudar 14).

22. A partir de agora, não há mais SÁBADOS, DOMINGOS nem FERIADOS. Todo dia é SANTO DIA DOS ESTUDOS.

23. ECA, como CDC, tem 2 questões e uma única lei. É para GABARITAR!!!

24. No dia da prova, comece por Ética e depois invista nas disciplinas que você está melhor preparado, pois o cansaço irá atrapalhar com o passar do tempo inclusive o que você estava mais apto a acertar. E jamais mude o gabarito, é como fosse AMOR À PRIMEIRA VISTA.

25. A sorte é importante, mas sem uma preparação adequada nada adiantará. Assim, se restarem duas alternativas, na dúvida, não marque, deixe para depois. Geralmente, depois você estará “mais aquecido” e pode ser que mais atento à pergunta.

26. Crie um compromisso de horários durante esses 30 dias que restam, para que sejam rigorosamente cumpridos, como fosse bater o cartão. Essa responsabilidade é fundamental para sua aprovação.

27. Se há desânimo, lembre de outras situações que você já enfrentou e teve grandes dificuldades. E se está onde está, é porque sobreviveu. Se conseguiu terminar a faculdade ou está em vias de, já é uma grande vitória, tenho certeza que muitas dificuldades estiveram presentes nessa caminhada.

28. O Exame da OAB é mais uma prova, e assim tem que ser tratada. Não é a prova final, nem aquela que irá dizer se você merece ou não alguma coisa. Portanto, o seu valor ninguém irá tirar.

29. Se você já está no enésimo exame, pode ser que ainda não tenha enxergado do jeito que a prova deveria ser ou como os seus estudos poderiam ser. Começar do zero não é vergonha, somente os corajosos são capazes.

30. Por fim, se você conseguiu chegar até aqui, é porque há uma faísca de vontade de vencer, de superar, de alcançar algo que está tão próximo. Essas lições ou dicas são para fortalecer esse caminho breve, mas difícil que teremos até o dia da prova. BOA SORTE!

 

Publicado edital do XVº Exame: o que fazer até a prova?

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Como estamos “carecas” de saber, muita gente só se dá conta que o exame “é real” quando o edital é publicado. Essa ficha cai e o tic-tac do relógico aponta para um pouco mais de um mês e meio, visto que a prova da 1ª fase será dia 16 de novembro.

Examinando o edital, não há muito o que dizer, clique aqui.

Não há uma novidade relevante que irá mudar seus planos de estudos ou aumentar sua preocupação, ao contrário do que já se escuta nos bastidores para o primeiro exame de 2015, como a provável inclusão de novas disciplinas (vamos tratar em outro artigo).

É importante destacar o que já se sabia, que a data da 2ª fase será dia 11 de janeiro de 2015. Portanto, com o resultado da prova ainda dia 16/11, quem não precisar esperar de possíveis anulações – algo que não acontece há tempos – terá o incrível período de quase 2 MESES de preparação. Claro, tem o período festivo de Natal e Ano Novo, mas enfim, é período considerável para os estudos.

Em 46 dias, para quem começará a preparação agora, é possível SER APROVADO. É a primeira indagação a ser respondida. Não posso dizer o mesmo se você não abre os livros de Direito há 2 dois anos, mas para quem já vem de reprovações ou está no semestre letivo na faculdade, se ESTUDAR de forma especializada e dedicada dá para chegar à 2ª FASE.

Duas opções eu sugiro em termos de LIVROS para esse período (as capas seguem abaixo):

E se você pretende fazer um curso preparatório ONLINE, destaco o curso Agora Eu Passo, 100% online, atualizado para o XVº Exame, e especialmente feito para esse momento de publicação de edital,

CURSO TEÓRICO 1A. FASE SUPER OAB RESUMÃO

Esse curso tem 160 vídeos, cerca de 80 horas, e tem o valor de R$ 189,00 e conta com um time de grandes professores, das quais, a grande maioria são autores das nossas coleções editoriais pela Saraiva. Há outras opções de cursos, confere por lá. E BONS ESTUDOS!

2ª Fase XIV da OAB: polêmica à vista?

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Quando tratei sobre o que tinha achado sobre as sete provas da 2ª fase do XIV Exame da OAB, examinando as peças e sentindo o feedback do pessoal das 24 horas pós-exame, uma coisas que ressaltei foi: não tivemos polêmica. Pois bem, uma semana depois, creio que chegamos à uma “encruzilhada”; para os examinandos de direito administrativo, uma “cruzada”.

Recebi de uma examinanda um texto que reflete uma “petição pública” a ser endereçada ao Conselho Federal da OAB (e que pode ser assinada e lida na íntegra, clicando aqui) e que cobra justiça a respeito dos critérios de avaliação na prova prático-profissional de Direito Administrativo, “notadamente o disparate entre o nível de cobrança entre as demais matérias de opção na 2ª Fase do XIV Exame”.

Segue a petição, “Isto porque as matérias abordadas na referida prova ultrapassaram, em muito, os critérios razoáveis exigidos no Edital, inclusive à luz de provas anteriores, o que foi demonstrado notadamente quando da divulgação do padrão de resposta provisório divulgado na noite daquela data (14 de Setembro)”.

Argumenta que “Apenas a título de exemplo, das quatro questões discursivas, duas abordaram itens JAMAIS COBRADOS nos principais e mais complexos concursos públicos do País (…)” e que  “No que tange à fundamentação da peça prático-profissional, o gabarito apresentado igualmente apresenta-se estruturado de forma extremamente pontual, não obstante o tema jurídico abordado no enunciado envolver matéria de alta indagação jurídica (direcionamento de licitação), CUJOS FUNDAMENTOS PODEM SER OS MAIS VASTOS POSSÍVEIS E ENVOLVE A VIOLAÇÃO DE INÚMEROS PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO”.

Discorre ainda que “Em termos práticos, a forma inovadora e fora dos próprios padrões do Exame da Ordem com que foi aplicada a prova implicarão NUMA REPROVAÇÃO MACIÇA entre os Examinandos que optaram pela área de Direito Administrativo, DE FORMA NUNCA ANTES VISTA, o que se afigura flagrantemente INJUSTO, notadamente à luz dos próprios critérios que informam o exame de proficiência e que foram observados, nesse XIV Exame, quanto a TODAS AS DEMAIS MATÉRIAS da 2ª Fase, cujos examinandos aguardam pela aprovação, justamente considerando os padrões já divulgados pelas respectivas Bancas”.

E ao fim, “requer a Vossas Excelências que sejam deferidos os pedidos a fim de que sejam readequados os padrões de respostas (…), assim como a anulação das questões 1 e/ou 4 cobradas na referida prova (ante o extremo grau de especificidade a elas inerentes), com a consequente redistribuição de pontos para as demais questões discursivas, de modo a possibilitar uma correção JUSTA”.

Ainda de acordo com as informações que tenho, um renomado professor de um preparatório foi quem redigiu essa petição, a qual vou omitir o nome pelas razões que entenderão. Outros nomes também foram para mídia em crítica a uma “verdadeira covardia ou injustiça” que a banca cometeu.

Pois bem, quando tratei que se tratava de uma “encruzilhada”, é porque a minha experiência reluta em aceitar que todas as partes são inocentes em casos como esse. E vejam bem, foi um professor que redigiu a petição online e EM NENHUM MOMENTO foi escrito que a matéria cobrada estava fora do edital. Pior: professor de DIREITO ADMINISTRATIVO que sabe, muito melhor do que eu, um mero admirador da disciplina, que um edital é LEI entre as partes.

A minha experiência me alerta ainda, que MUITOS PROFESSORES, não sei se esses envolvidos, por isso não citei, reclamam das provas, principalmente, da DIFICULDADE, porque não ministraram o conteúdo que foi objeto da mesma. E nem posso culpá-los por isso, pois o edital é longo e na maioria das vezes tem que fazer a escolha de Sofia. Porém, pesa a pressão dos alunos sobre os professores e dos cursos onde ministram aulas.

Quanto ao MÉRITO do problema, realmente, a profundidade da abordagem, digo, especificidade dentro dos assuntos das questões que pretendem anular foi totalmente desnecessária e descabida para uma mera prova de 2ª fase da OAB. Acredito que muitos outros temas, DIFÍCEIS, se queriam dificultar, mas não tão específicos, que apenas especialistas ou práticos da matéria poderiam enfrentar, estavam ao alcance da banca.

Questões que prezam por achar uma agulha num palheiro não buscam explorar a interpretação nem o raciocínio que a prova deveria exigir.

No entanto, comparar com as outras disciplinas ao buscar “justiça” ofende os colegas, especialmente, de direito empresarial, que sofrem com provas COMPLEXAS, exame após exame, com índices de REPROVAÇÃO que espantaria qualquer um pretendente.

Resumindo, mais uma vez, minha experiência ampla (e que só não olha para uma disciplina) avisa que MUITOS OUTROS “MESTRES” das mais diversas disciplinas, inclusive, direito administrativo, tentaram mexer no resultado final: ninguém anulou questão alguma, o máximo foi a inclusão de novas peças que a banca assumiu na sua grade de respostas, o que – a princípio – não é o caso.

Se acredito em algo positivo nessa movimentação é na sensibilização na correção da prova, mesmo que os parâmetros sejam objetivos para um teste subjetivo. Força!

OAB 2ª fase XIV Exame: sobre a peça trabalhista

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Caros amigos, diante de muitos pedidos e dúvidas, resolvi chamar ajuda a um amigo e um dos grandes conhecedores da disciplina de Trabalho e Processo do Trabalho, o prof. Bruno Klippel, para tratar da opção da reclamatória com pedido de antecipação de tutela.

Passo a palavra ao professor.

 

A prova de direito do trabalho aplicada no último domingo, dia 14/09/14, foi considera mediana pelos candidatos e professores da área. Mais uma vez foi cobrada a redação de uma petição inicial simples, de uma típica reclamação trabalhista, apenas com o diferencial de haver pedido de antecipação de tutela para a reintegração do empregado.

Segundo o padrão de resposta apresentado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV – que organiza o certame, a petição inicial deveria trazer o pedido de:

REINTEGRAÇÃO – Deverá ser requerida a reintegração ao emprego porque a dispensa do portador de deficiência não se fez acompanhar da contratação de outro em condição semelhante, violando o Art. 93, § 1º, da Lei nº 8.213/91”.

O pedido de reintegração decorre da demissão imotivado do empregado portador de deficiência sem a contratação de outro empregado substituto, nas mesmas condições. O problema apresentado deixou claro que o reclamante:

“é portador de deficiência e soube que, após a sua dispensa, não houve contratação de um substituto em condição semelhante”.

Vejam que o pedido liminar de reintegração do reclamante, formulado com base na Lei nº 8213/91, é uma prática aceita pelos Tribunais Trabalhistas, inclusive o Tribunal Superior do Trabalho – TST – que em processo julgado em julho de 2014, determinou a reintegração do empregado por descumprimento da cota prevista no art. 93 da Lei nº 8213/91, o mesmo que se verificou na prova da OAB. Segundo consta no site do TST:

“A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou a reintegração de um trabalhador que conseguiu provar que, ao ser demitido, sua empregadora desrespeitou a cota mínima prevista em lei para preenchimento de cargos com deficientes físicos ou reabilitados. O percentual está previsto no artigo 93 da Lei 8.213/1991 (Lei da Previdência Social)”.

Em abril de 2013, o TST já havia determinado, em caso idêntico e pelos mesmos fundamentos, a reintegração de outro empregado, sendo que a decisão pode ser assim resumida, conforme consta nas notícias do site do Tribunal:

“A demissão de pessoa com deficiência contratada pelo sistema de cotas só pode ocorrer se houver contratação de substituto, também deficiente, para o mesmo cargo. Com base nesse entendimento, a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), por maioria de votos, determinou a reintegração ao emprego de uma funcionária demitida pelo Banco Santander em 2008. O banco foi condenado, ainda, ao pagamento dos salários vencidos e vincendos, vantagens correspondentes, além dos benefícios a que a trabalhadora teria direito se estivesse em atividade”.

Por tudo o que foi exposto, pode ser afirmado que a prova de direito do trabalho do XIV Exame de Ordem mostrou-se razoável ao trazer, dentre outros pedidos, a reintegração do empregado, já que se trata de uma situação por vezes vista na jurisprudência dos tribunais superiores e que segue a linha de entendimento daqueles, em especial, o Tribunal Superior do Trabalho.

 

Bruno Klippel – Vitória/ES [Doutorando em Direito do Trabalho pela PUC/SP, Mestre em Direito pela FDV/ES, Professor do Estratégia Concursos/DF, IOB Marcato Concursos/SP, Professor da Faculdade Estácio, Universidade de Vila Velha e Faculdade de Direito de Vitória, todas no Espírito Santo. Autor de diversos livros pela Editora Saraiva. Advogado].

www.youtube.com/brunoagklippel

www.brunoklippel.com.br

Impressões sobre a 2ª fase do XIVº Exame da OAB

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O “the day after”, expressão que ficou bastante conhecida como “o dia seguinte”, é o início da 3ª fase - mesmo que virtual – do exame da OAB. O dia seguinte da prova da 2ª fase, apesar de ter menos gente fazendo do que a 1ª fase, é muito mais INTENSO e cheio de questionamentos do que os comentários que trazem após o gabarito da prova objetiva.

O do porquê, ainda não me decidi da razão, talvez por ser uma prova cheia de subjetivismos, ao contrário de “marcar cruzinhas”, onde uma questão errada é menos uma questão até chegar ao mínimo de 40 certas.

Enfim, depois da publicação das provas e respostas da FGV, é mais fácil ter um panorama, juntamente, com a caixa de emails lotada e os comentários publicados no blog pelos examinandos. Assim, observando, desde já e comparando com as últimas provas, as peças cobradas estiveram mais acessíveis. Explico por essas razões:

  • Nenhuma polêmica nas primeiras 24 horas, como aconteceu nas duas últimas provas;
  • Mandado de segurança tanto em Direito Administrativo como em Tributário é uma peça comum para essas disciplinas;
  • Pela ENÉSIMA vez, temos Memoriais em Penal;
  • Reclamatória em Trabalho, é uma das peças mais treinadas nos preparatórios, e a questão não exigiu uma com tantos pedidos;
  • Em Civil, cair recurso sempre é um “alívio”, pois as ações geralmente requer grande conhecimento de direito material, e nesse caso, caiu agravo de instrumento, uma peça essencialmente processual;
  • Recurso Ordinário é um dos recursos próprios que o pessoal de Constitucional precisa conhecer na CF e já tinha sido cobrado em outras oportunidades;
  • E uma ação executiva de título extrajudicial, creio que era um ótimo motivo para se comemorar em Empresarial comparado com as últimas exigências da FGV.

Será que a OAB/FGV começarão a acertar nas suas provas na 2ª fase? É muito cedo para dizer, pois ainda não temos a valoração dos itens que irão considerar, o que acaba – muitas vezes – sendo injustos nessa avaliação. De qualquer sorte, só pelo fato de não haver POLÊMICA é um avanço em relação às peças.

Quanto às questões, é difícil de avaliar, no momento, se a cobrança foi excessiva quanto aos assuntos. Por hora, é cedo para dizer se houve questionamentos, cujo gabarito não permite apenas aquela resposta, mas quem sabe outra leitura. Vamos aguardar e mantê-los informados a respeito disso.

SUCESSO para todos!

Atenção: mudaram as datas das provas do XVº Exame

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Você que está esperando a publicação do edital do XVº Exame agora para setembro, dia 26, estudando dia após dia, como um condenado, esperando a prova da 1ª fase para 9 de novembro… OPS!

Sem aviso algum, ao menos de forma pública, o site do Conselho Federal da OAB alterou as datas das provas para 1ª fase e 2ª fase do XVº Exame. O Maurício do PEO está ligado, como sempre, e percebeu da “leve” mudança. Duvida? Então, clique aqui.

Se acredita na gente, as datas mudaram. A 1ª fase pulou para 16 de novembro e a 2ª fase para 2015, 11 de janeiro.

Se por um lado a notícia é ÓTIMA, ganhando mais tempo para estudar, para quem sofre de ANSIEDADE é péssima: vai passar as festas de final de ano se preparando para o Exame da OAB.

Porque mudaram as datas da prova? Não sei não, pergunta lá no posto Ipiranga…

Não sabe com quem livro atualizado de teoria unificada e com uma abordagem inovadora para estudar? Ah, isso eu sei e indico o Manual de Dicas 1ª Fase OAB FGV.

Em ótima PROMOÇÃO no site da AMAZON brasileira e que agora vende livros físicos. De R$ 73,10 por R$ 52,06. Ainda tinha alguns exemplares quando da publicação deste post, clique aqui. Ou na livraria SARAIVA, clique na imagem abaixo.

 

OAB/SP comemora aprovação no XIVº Exame de Ordem

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De acordo com notícia publicada pelo site CONJUR, “a Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo comemora os resultados da primeira fase do XIV Exame de Ordem Unificado. O motivo é a quantidade de aprovações no estado, que emplacou 32,7% de aproveitamento na prova. De 23.826 inscritos, 7.791 passaram no exame”.

A reportagem afirma que o próprio presidente da OAB/SP está confiante a “uma tendência de mais aprovações nesta etapa do Exame”, visto que num levantamento realizado pela FGV, entre o IIº Exame ao Xº, a seccional SP aparece na 17ª posição no ranking de aprovação por estados, com 20,5% de aprovação.

Sozinha, a capital paulista logrou a aprovação de 2.967 candidatos, atingindo 34,13% de aproveitamento, mas as melhores cidades paulistas foram São Carlos, Ourinhos e Franca, com 40,26%, 41,83% e 47,98% de candidatos aprovados, respectivamente.

O número de inscritos para o XIVº Exame teria sido de 110.820 inscritos, números não oficiais e, nas contas do Maurício do PEO, 34,30% de aprovados em lista preliminar, o que não é nada mal.

Vejamos, então, o que considerar da notícia acima.

Todo mundo sabe (e reclama) que no estado de São Paulo há milhares de faculdades de Direito, uma em cada esquina. Não só pela população numerosa, mas pela falta de qualidade mesmo de muitas delas. Sem entrar nesse mérito, portanto, alcançar um índice “razoável” de aprovação é algo que a seccional de SP busca desde sempre.

Conheço a estória dos exames de SP antes mesmo da unificação da prova, aliás, uma das últimas seccionais a aceitá-la. Veja, que enquanto, praticamente, todo o país tinha a mesma prova pelo CESPE, São Paulo oferecia outra também pela mesma banca, porém de conteúdo muito mais acessível. Basta procurar na internet e comparar.

Mesmo assim, o “mercado de exame da OAB” surgiu em SP. Os primeiros cursos em grande escala e livros especializados tiveram origem no “desespero” dos examinandos paulistas. Isso são fatos comprovados e não mera especulação.

Portanto, diga-se de passagem, que a OAB-SP tem que comemorar mesmo o resultado regional, apesar de ter excelentes e tradicionais universidades, vide USP, PUC-SP entre tantas outras e que seus responsáveis teriam vergonha desse índice de aprovação com seus alunos.

Por fim, não menos importante, vejam que mais de 1/4 dos inscritos para o exame no país tiveram origem em SP, um número impressionante para todas as percepções.

 

2ª Fase OAB: “A simples menção do dispositivo legal não pontua”. O que é isso?

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Essa expressão “a simples menção do dispositivo legal não pontua” ou “a mera indicação do dispositivo legal não pontua”, ambas presentes nos espelhos de correção, tanto para peça prática como nas questões discursivas, gera dúvidas e elas precisam ser esclarecidas.

Pela primeira impressão, parece que a banca está exigindo que o artigo legal seja transcrito na resposta e não apenas a sua mera indicação. Será que é? Vejamos.

Vou pegar a peça de civil do XIIIº Exame como exemplo. Na fundamentação jurídica da ação de obrigação de fazer com pedido de tutela antecipada, entre os itens de avaliação exigidos, o examinando deveria expor que o produto adquirido possuía vícios de qualidade que o tornava impróprio ou inadequado ao consumo a que se destinava ou lhe diminuísse o valor, nos termos do caput do art. 18 do CDC.

Pois bem, se fosse exposto isso, a pontuação seria 0,55; e se citasse corretamente o artigo, mais 0,15, totalizando, 0,70.

O caput do art. 18 do CDC diz o seguinte: “Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com a indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas”.

Pergunto: seria necessário argumentar e também transcrever o caput do artigo? A resposta é NÃO e há bons motivos para isso:

  • Não esqueça que a peça tem limite de linhas para escrever; talvez na prática advocatícia possa ser transcrito o artigo (só para encher linguiça), mas lembre do brocardo: “DABO MIHI FACTUM, DABO TIBI JUS”, ou seja, “narra-me os fatos e eu te darei o Direito”, portanto, ao juiz ele conhece a lei, basta indicar os artigos.
  • Não esqueça que a prova tem 5 horas, tempo INSUFICIENTE para fazer uma peça e responder 4 questões; se você quiser transcrever os artigos não chegará à metade da prova.
  • A banca quer que você saiba fundamentar (indicar o artigo corretamente) e interpretar o texto legal, aplicando ao caso concreto. Então bastava alegar que “o produto adquirido possuía vícios de qualidade que o tornava impróprio ou inadequado ao consumo a que se destinava ou lhe diminuísse o valor” e que segundo o art. 18 do CDC, nesse caso, “os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente”.

Por outro lado, não basta apenas citar o art. 18 sem ARGUMENTAR do porquê dessa indicação. Lembre, é uma prova DISSERTATIVA e dissertar é discorrer, discursar.

Apesar da pontuação 0,15 ao “acertar o artigo de lei”, se você não dissertar e simplesmente jogar no texto que a ação tem cabimento devido o art. 18 do CDC, a banca não pontuaria por falta de argumentação.

Reforça isso que no espelho (em qualquer disciplina, diga-se) quando há pontuação a ser distribuída e envolva a citação de artigo legal, será sempre após a argumentação. Explico melhor.

No caso que estamos tratando, a banca dispôs assim: 0,00 – 0,55 – 0,70. Zero, se não tratar sobre isso na peça. 0,55 para a argumentação e nota completa se citar o artigo correto (+0,15), totalizando, 0,70.

Portanto, se apenas citar o artigo, mesmo que de forma correta, não há pontuação na grade, pois somente será válido caso haja a argumentação anterior.

Nas questões vale a mesma regra, pois não adianta apenas indicar o artigo de lei, tem que se valer de argumentos para fundamentação da resposta. Talvez, apenas, não haja tantas dúvidas, visto que a preocupação é justamente ao contrário, “escrever mais para ganhar mais”.

Mas CUIDADO! Escrever mais, mas de forma incompatível com o que você já acertou, p.ex., pode interferir no julgamento da banca.

Bons estudos!

Como se preparar para 2ª Fase da OAB? Leia isso!

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Se alguém ainda tinha dúvida se tinha sido ou não aprovado na 1ª fase do XIVº Exame, com a publicação da lista preliminar não tem mais desculpas para deixar de lado a preparação para o último round da luta contra a FGV.

Não é de hoje, nem da época da CESPE, mas desde quando a prova era realizada pelas seccionais que tenho afirmado: mais do que nunca, a 2ª fase da OAB é estratégia.

Reitero que dentro dessa expressão há algumas verdades e a falta de atenção do examinando tem levado à reprovação em série. Dentre elas, a principal, é reconhecer que a prova tem duas partes distintas, mas com o mesmo peso: a peça vale 5,0 e as quatro questões, outros 5.

Ocorre, como acontece no jarguão esportivo, o atleta ou time não joga com o regulamento debaixo do braço, levando, por certo, à desclassificação.

Então, como precisamos alcançar a pontuação mínima de SEIS, vamos precisar pontuar em ambas as partes e aqui acontece o MAIOR pecado na preparação: praticamente todos os esforços estão alinhavados para:

[1] acertar a peça;

[2] pontuar o máximo a peça.

E as quatro questões dissertativas? Pois é, elas estão na ponta de baixo dos estudos, justamente, a parte da prova com maior probabilidade de GABARITAR ou de arrancar valiosos pontos.

Explico. A experiência nos mostra nessas “três fases” do Exame (seccionais, CESPE e FGV) que menos gente conquista maior número de pontos nas peças do que nas questões, ou seja, é mais fácil gabaritar as questões do que a peça. Se vi – em vida – 10 peças gabaritadas, foi o que vi.

Porque, então, é mais fácil GABARITAR as questões? A justificativa mais coerente é de que pelas questões conseguimos FILTRAR melhor os temas que se REPETEM exame a exame, visto que o seu numerário é maior do que apenas uma peça por prova.

Por outro lado, com as peças, é DIFÍCIL PREVER qual será cobrada a cada exame, mesmo tendo uma lista das últimas que caíram, qualquer uma poderá ser a escolhida. Com as questões, se você pesquisar na sua disciplina optativa, todos os temas não são inéditos de uma prova para outra, e isso facilita o campo de preparação.

Por essa razão, CIVIL tem conquistado muitos adeptos mesmo com um extenso programa que consta no edital, pois os assuntos se repetem.

O título desse artigo é “como se preparar”. Com essas razões, é possível imprimir algumas dicas essenciais (e pontuais) para seus estudos:

  • Invista na resolução de questões de provas anteriores, quanto maior número, melhor;
  • Entenda como a banca pontua os itens que cobra (veja os espelhos de correção). As questões valem, cada, 1,25. Normalmente, há dois ou três itens que estarão sendo pontuados dentro da nota máxima;
  • Não insista em decorar as peças, entenda o passo-a-passo e como identificá-las;
  • Veja os enunciados de provas anteriores, compare com a peça solicitada e entenda como a banca pontua os itens da mesma, pois segue um (quase) padrão (p.ex., compare entre as apelações como a banca pontuou os itens);
  • Exercite peças, escreva (e não digite) para se acostumar. Observe modelos de peças, mas lembre, não há um “modelo-padrão” da FGV, pois cada livro irá trazer detalhes distintos que não afetam na correção, mesmo assim, veja os itens corrigidos nos espelhos;
  • Não sofra por antecipação em tentar descobrir qual será a peça da sua prova, pois poderá direcionar os seus estudos de forma equivocada.

Então, está esperando o que para começar?

 

Exame XIV OAB: lista de todas questões, possivelmente, anuláveis.

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Good Morning Vietnã! Para quem está à procura de justificativas para valer a pena se embretar nos estudos para 2ª fase da OAB ou desistir de vez e esperar o próximo trem passar (em novembro), capturei questões que estão sendo julgadas como “anuláveis” por diversos preparatórios.

Assim, vocês terão um panorama das vossas possibilidades de sucesso.

Mas é bom lembrar que a banca não tem sido sensível às argumentações de anulação nas últimas provas, ou seja, tem dado “atestado” que seus exames são perfeitos. Será que você concorda?

Bem, apenas para destacar que o prazo para recorrer começa dia 14 e encerra dia 17 de agosto e que caso sejam anuladas, a todos que erraram recebem pontuação, independentemente, de terem recorrido; quem acertou, mantém a pontuação.

Chega de papo-furado e vamos ao que interessa! As questões abaixo são da prova BRANCA, também conhecida por 01.

  • Constitucional – Questão 14 – Gabarito FGV: A

Razão da anulação: não há alternativa correta. Fundamento: com base nos arts. 34, VI, 36, III, ambos da CF e art. 2º da Lei 12.562/2011.

  • Filosofia do Direito – Questão 11 – Gabarito FGV: B

Razão da anulação: alternativa correta seria A. Fundamento: interpretação equivocada em relação ao princípio da utilidade sustentado na obra de Bentham, “Princípios da Moral e da Jurisdição”.

  • Ética – Questão 10 – Gabarito FGV: C

Razão da anulação: não há alternativa correta. Fundamento: art. 31, §2º, CED.

  • Ética – Questão 1 – Gabarito FGV: B

Razão da anulação: duas alternativas corretas, B e D. Fundamento: arts. 5º, §3º e art. 34, XI, EOAB, art. 13, CED.

  • Penal – Questão 59 – Gabarito FGV: A

Razão da anulação: apesar de correta, o assunto não poderia ter sido cobrado. Fundamento: Item 3.1 do edital da OAB. Leia mais, clicando aqui.

  • Consumidor – Questão 46 – Gabarito FGV: A

Razão da anulação: duas alternativas corretas, A e B. Fundamento: art. 14, §4º, CDC.

  • Processual do Trabalho – Questão 80 – Gabarito FGV: B

Razão da anulação: alternativa correta seria A. Fundamento: Súmula 338 do TST, item I.

Se vocês tiverem outras questões anuláveis e que possam ajudar os colegas, por favor, publiquem nos comentários e eu atualizo o post com o devido crédito, ok?

A própria banca sugere que não se repita os pedidos de anulação com a cópia das mesmas argumentações, por isso, não estendi a fundamentação para cada um traga com sua própria linguagem (e quem sabe com melhores razões) para o pleito.

Vou me isentar de responder “professor fiz X questões, será que me preparo para 2ª fase?”, pois com a bipolaridade da FGV não se “brinca” mais…

ps. “Good Morning Vietnã!”, minha singela homenagem ao filme que virei fã de Robin Williams a partir dali.

Invisto na 1ª fase da OAB naquela disciplina escolhida para 2ª fase?

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Um blog somente sobrevive se ele é “orgânico”, ou seja, se o blogueiro recebe um feedback pertinente e interessante dos seus leitores a respeito dos temas envolvidos no seu espaço. Assim, estamos aqui há 6 anos, graças ao interesse de vocês, leitores, das suas dúvidas, críticas e sugestões.

Digo isso, porque é impossível conhecermos todas as dúvidas desde o início e, portanto, desconhecemos as respostas justo porque não “fomos testados”. Com o tempo e a participação dos leitores, vamos aprendendo também e é onde quero chegar com uma dúvida que chegou recentemente e achei pertinente torná-la pública como muitas outras já publicadas por aqui. Vamos lá!

“Boa tarde, bom professor. Prestarei a 1° fase da OAB em Novembro e escolherei Civil para a 2° fase. Sendo assim nos meus estudos para a 1° fase eu devo dar um pouco mais de atenção a matéria de Civil (matéria de Civil da 1° fase) do que as matérias de outras disciplinas, para assim caso eu passe da 1° fase eu chegarei na 2° fase de Civil mais preparado?”

Até esse momento, não tinha enfrentado essa questão e, por isso, parei para pensar a respeito. Seria diferente a resposta antes de existir a repescagem, mas agora é mais fácil de me posicionar.

Antes de mais nada, é salutar informar que muita gente se engana ao ignorar que o conteúdo da 1ª fase NÃO CAI na 2ª fase. Meus amigos, o DIREITO É O MESMO e a prova na 2ª fase também é TEÓRICA. Sendo assim, a pergunta tem cabimento, o que você estudar para a primeira será aproveitado para a segunda. Não só a preparação em si, como o material.

Assim, não jogue fora seus livros de 1ª fase caso seja aprovado, ao contrário, APROVEITE o conteúdo deles. Não esqueça ainda que as questões dissertativas são – na grande maioria das vezes – mais teóricas que práticas.

Quanto à pergunta, digo que é desnecessária a preocupação, em primeiro lugar. Veja bem, a 1ª fase é muito mais difícil do que a 2ª fase e os números comprovam isso: o % de aprovados de quem faz a 2ª fase é MUITO MAIOR do % da 1ª fase.

Ademais, enquanto na 1ª fase nós temos 17 disciplinas para bancar os estudos, na 2ª fase apenas 1 será o fiel da balança durante MAIS DE 30 DIAS, período que muitos só têm para estudar para prova objetiva.

Ainda, quem escolhe a disciplina para 2ª fase é VOCÊ e, certamente, deveria revelar sua escolha pela sua facilidade de compreensão e gosto pessoal. Na objetiva, tem disciplinas para todos os gostos e, é claro, você DETESTA a grande maioria.

Nesse sentido, tomando o exemplo da dúvida acima, se escolhi CIVIL para 2ª fase, a princípio, deveria eu achar maior facilidade de acertar o maior número de questões objetivas dessa disciplina ou até gabaritá-la, não é? Então, seria por si só desnecessário estudar MAIS justamente a disciplina que você escolheu para 2ª fase.

Para finalizar, o sucesso na aprovação da 1ª fase é, justamente, enfrentar em primeiro lugar as disciplinas que você tem dificuldades para depois chegar naquelas com maior facilidades, observando, é claro, a equação do tempo disponível para estudar e a importância das mesmas (pelo número de questões que representa, como regra geral).

Próxima!

Estou no último ano e tranquei: aproveito o resultado da OAB?

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É uma pergunta frequente: “estou no 9º ou 10º semestre e tranquei. Aproveito o resultado em caso de aprovação na OAB?”.

Bem, com o edital em mãos (do XIVº Exame), vamos dar uma lida:

1.4.3. Poderão realizar o Exame de Ordem os estudantes que, na data de inscrição para o Exame de Ordem, estejam matriculados nos últimos dois semestres ou no último ano do curso de graduação em Direito.

1.4.4.1. O examinando aprovado que não preencher as exigências do edital, inclusive e especialmente os itens 1.4, 1.4.1, 1.4.2, 1.4.3, 1.4.3.1, 1.4.3.2.1 e 1.4.4, não aproveitará o resultado obtido no certame.

1.4.4.2. Os estudantes que forem aprovados no XIV Exame de Ordem Unificado e ainda não concluíram o curso de graduação em Direito poderão retirar seus certificados de aprovação caso comprovem que, na data de inscrição para o XIV Exame, já estavam matriculados nos dois últimos semestres ou no último ano do curso.

Pois bem, a situação que tem gerado dúvidas é quando você for fazer a inscrição para o exame e já ter realizado o requerimento para “trancamento” da matrícula do semestre subsequente.

Por outro lado, entendo que não há dúvidas se você concluiu o 8º ou antepenúltimo semestre e estaria ingressando no último ano, mas trancou, sem ter cursado o 9º semestre (ou qualquer cadeira dele), não há qualquer chance de aproveitar a aprovação quando da inscrição na OAB.

Creio que a interpretação literal do edital nos levaria para a seguinte questão: a situação “trancado” seria desfazedora da situação “matriculado” a qual requer o edital?

Entendo que SIM. “Trancado” não configura “matriculado”, portanto, se você fez requerimento para tal situação antes das inscrições para o exame da OAB, infelizmente, sua APROVAÇÃO não poderá ser aproveitada.

No entanto, como é uma questão puramente “burocrática”, visto que se você puder fazer o requerimento de trancamento após as inscrições da OAB não afetará a sua aprovação, quem sabe uma conversa com a direção da sua faculdade (que tem total interesse de incluí-lo no rol dos alunos aprovados) não possa resolver esse problema?

Portanto, o importante é você estar MATRICULADO no instante da inscrição na OAB, independentemente, se as provas ou as aulas já acabaram do período que se exige pelo edital (9º, 10º ou último ano).

Bons estudos!

POLÊMICA: a FGV cobrou mais do que poderia na prova da OAB? Leia isso!

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Tem se repetido por aqui, através de emails, tanto como dúvida, como razão de recurso para anular a questão que tratava de crime eleitoral.

Questão 59 (prova 1 – branca)

Jaime, candidato à prefeitura da cidade X, durante o horário de propaganda eleitoral em rede televisiva, proferiu as seguintes palavras: “O atual prefeito e candidato à reeleição,que se mostra defensor da família, posando com esposa e filhos para fotos, foi flagrado na semana passada entrando em um motel com uma prostituta! É esse tipo de governante que você quer?”.A partir do caso exposto, assinale a opção que indica o delito praticado por Jaime.

A) Difamação, previsto no Código Eleitoral.

B) Difamação, previsto no Código Penal.

C) Injúria, previsto no Código Eleitoral.

D) Injúria, previsto no Código Penal.

A resposta, de acordo com o gabarito, seria a ALTERNATIVA A.

Ocorre, de acordo com o edital, que a área de conhecimento para a prova objetiva seguirá, segundo o item 3.1, “Disciplinas profissionalizantes obrigatórias e integrantes do currículo mínimo do curso de Direito, fixadas pela Resolução n. 9, de 29 de setembro de 2004, da CES/CNE, Direitos Humanos, Código do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, Direito Ambiental, Direito Internacional, Filosofia do Direito, bem como Estatuto da Advocacia e da OAB, seu Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina da OAB“.

Observada essa Resolução, clique aqui, NÃO ESTÁ previsto o Direito Eleitoral, por sua vez, o Código Eleitoral. A questão trata pode até tratar de crime, mas exige conhecimento de legislação especial adversa ao que consta no edital e na própria resolução citada.

Diriam alguns que trata de Direito Penal (previsto na resolução). Por outro lado, vejam que no item acima o edital é detalhista em citar o “Estatuto da Advocacia e da OAB, seu Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina da OAB” ao invés de dizer apenas “Ética Profissional” ou seus sinônimos.

Detalha também o CDC e o ECA, p.ex., porque não o Código Eleitoral? Lembre-se que há também crimes específicos estabelecidos no CDC e no ECA e que já foram cobrados em exames antigos, mas é novidade a cobrança do Código Eleitoral (pesquisamos todas as provas da FGV e CESPE através da nossa obra 5.193 Questões Comentadas, a mais atualizada do mercado).

Assim, passo a acreditar que, além de ter exagerado na dose, a FGV extrapolou o campo de aplicação de conteúdo nesse XIVº Exame. Dessa forma, essas são fortes razões para quem errou a questão e pretende buscar sua anulação. Com melhor fundamentação, até judicialmente.

 

 

 

Exame da OAB: FGV 7 X 1 Examinandos? Saiba mais!

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Ainda no dia da prova, as primeiras impressões de quem saiu e teve coragem de falar a respeito estavam tanto quanto confusos e incrédulos quanto aqueles da nossa seleção que saíram após a goleada histórica da Alemanha…

E as redes sociais, como um razoável termômetro, logo após a divulgação do gabarito oficial, confirmaram o que se já esperava ao final da tarde: silêncio.

Com a prova disponibilizada, foi possível, então, examinar melhor o tamanho do “estrago” a qual muitos já vinham comentando em diversas disciplinas que o exame estava mais para concurso para JUIZ ou PROCURADOR DA REPÚBLICA, os mais temíveis entre os concurseiros!

Não vou tecer comentários específicos sobre as disciplinas, pois, certamente, vocês ouvirão de seus professores ou responsáveis diretos por elas desde “eu dei as questões da prova” até “a prova estava impossível”. Então, escolham qual a melhor desculpa para o fracasso que será esse exame.

Em geral, é isso que importa, essa prova foi um exagero.

Novamente, se tem em mãos questões que exigem conhecimento específico que vai além do que se propõe o Exame da OAB, que deveria ser uma prova que testasse o saber genérico do bacharel em Direito.

Esse mesmo problema já enfrentamos quando o exame estava sob a tutela do CESPE, onde a banca queria que os aprovados fossem especialistas em todas as disciplinas. Ocorre, que nos dias atuais, há muitas outras disciplinas e menos questões, porém, o conteúdo é o mesmo, ou seja, o campo de concentração da cobrança é mais amplo, prejudicando uma preparação mais focada (com maior número de exemplos).

Vejam bem os números. Com 80 questões, delas, quase 60 eram questões-problemas, trazendo situações hipotéticas, creio que um RECORDE!

Destaca-se que pela 1ª vez, Ética tem todas as questões como problemas a serem resolvidos. Observa-se, ainda, que a questão 14 (prova branca), das suas quatro alternativas, três são casos práticos, típico formato de questão para Juiz e Procurador da República.

Aquele objetivo da prova da OAB de avaliar o conteúdo do que vem sendo ministrado pelas faculdades de DIREITO é interessante comparar aqui com uma questão de processo civil coletivo (questão 55, prova branca). Até onde sei, desconheço faculdade que ministre em seu programa de processo civil essa parte, pois essa disciplina acaba sendo tão enxuta que termina mesmo em procedimentos especiais (exatamente como está no CPC).

Permita-se, ainda em falar, se a banca FGV está com o propósito de “imitar” as provas de concursos das carreiras aqui comentadas, ela precisa, então, também copiar a sistemática de dispor percentuais para questões fáceis, médias, e difíceis, e ao que parece, ela apenas destacou para essas duas últimas, majoritariamente, para difíceis.

Ao que parece, voltaremos para a lenda urbana, de que provas fáceis trazem provas difíceis e assim, sucessivamente. Se os dois últimos exames estavam acessíveis, esse acabou com qualquer pretensão de elogio que estávamos nos acostumando a fazer.

Se teremos questões anuladas? Nos últimos seis exames, 4 não tiveram qualquer questão anulada, sendo que nos dois últimos, XII e XIII, ZERO. E quando tivemos, foi apenas 1 (XI) e 3 (IX). O que esperar para o XIV?

Tem aquela outra lenda, quando um exame reprova muito, a banca acaba anulando algumas (como aconteceu com o IX) para que tudo não vire manchete negativa e munição para os deputados acabarem com o exame.

Pois bem, sinceramente, muito difícil prever. Os nossos radares começarão a funcionar a partir de hoje e vamos postar aqui as questões anuláveis que acharmos.

Para aqueles que já jogaram a toalha, só posso dizer que podemos terminar esse ano de uma maneira muito POSITIVA, visto que a 1ª fase do XV Exame ainda será em novembro (dia 9) e a 2ª fase, dezembro (21). O edital será publicado já no próximo mês, dia 26. Portanto, amigos, LEVANTEM A CABEÇA e vamos estudar, novamente, quem sabe, de uma forma diferente, revendo conceitos, planejamento, enfim, ainda é hora de se preparar para que mesmo uma prova exagera não lhe pegue de surpresa!

Aos aprovados, bola para frente que não terminou a nossa Copa, ainda tem a final e dela, certamente, você sairá CAMPEÃO!

 

 

Uma estratégia para o dia da prova da OAB? Leia isso!

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Muita gente se preocupa em montar um planejamento de estudos até o dia da prova da OAB. Tudo bonitinho, organizado, colado numa parede e executado no mínimo dos detalhes. No entanto, chega na hora de abrir o caderno de questões começa a marchar rumo à forca, eliminando questões em fila indiana sem maiores estudos prévios de como poderia ou se poderia ter resolvido de MELHOR maneira.

Pois bem, há sim uma ESTRATÉGIA para ser seguida também no dia da prova. E para o exame da OAB, uma bem especial. Siga-me os bons!

1- Chegue ao local da prova em tempo confortável para se dirigir à sala e se acomodar. É importante chegar antes para entrar no clima da prova (e para aquecer os neurônios ou avisá-los… “vou-lhe usar!”).

2- Abra o caderno de questões e resolva as 10 primeiras questões. São todas de ÉTICA. Certamente, deve ter sido a matéria que deixou para última hora ou que decorou ou que a expectativa é maior. Vamos compará-la à “peça” da 2ª fase: todo mundo começa por ela. Se você gabaritar ÉTICA ou acertar entre 8 ou 9, sua aprovação está muito bem encaminhada.

3- As duas próximas questões são FILOSOFIA DO DIREITO e sei que muita gente nem levanta uma pestana para estudar ou resolver outras questões a respeito. Se você se encaixa nesse grupo, se quiser chutar, o tempo é agora, fique à vontade. Se você acha que poderá acertar, pule para próxima dica.

4- Depois de resolver ÉTICA, busque a disciplina que você acredita que esteja melhor preparado. E siga essa ordem entre as disciplinas até alcançar a disciplina mais frágil. Explico. A prova é longa e exige muita leitura. Se você seguir a ordem natural da prova, chegará a 1/3 e vai querer cortar os pulsos. Enquanto isso, o seu cansaço vai derrubando suas chances naquelas disciplinas que você estava MELHOR preparado. P.ex. Trabalho e P. do Trabalho são as últimas disciplinas. Portanto, não coloque a carroça na frente dos burros, ok?

5- Nas questões que você tiver CERTEZA, marque no caderno. E JAMAIS, eu disse, JAMAIS mude o gabarito. É como amor à primeira vista. Já nas questões que houver alguma DÚVIDA, deixe duas alternativas marcadas para serem escolhidas POSTERIORMENTE. Não perca tempo naquele momento, pois com o transcorrer da prova aquela dúvida pode ser resolvida com a lembrança oportuna. Ficou na dúvida entre 3 de 4 alternativas? É melhor apelar para a FÉ…

6- Bateu o NERVOSISMO durante a prova? Faça um exercício de respiração. Pare tudo. Feche os olhos e tente ouvir as BATIDAS DO CORAÇÃO. Tenha certeza, se você conseguir ouvir, a pulsação seguirá junto e a respiração ficará suave na nave.

Boa PROVA e RUMO À 2ª FASE. Não acredito apenas na FORÇA, FOCO e FÉ, pois sem ESTRATÉGIA nada disso adianta sozinhos.

PS. Vade Mecum para 2ª fase atualizado e autorizado pelo edital do XVº Exame da OAB e com o melhor custo-benefício? Apenas R$ 86,90.

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Piauiense, lavador de carros, passa na OAB antes de se formar.

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Essa é manchete que vem correndo por diversos canais de notícias – creio – a partir da publicação do portal R7 (“Lavador de carros que estuda Direito passa na OAB antes de conclusão do curso no DF”).

Mas fiquei sabendo através da indicação do site de notícias, Cidade Verde. De acordo com os fatos, o piauiense da cidade de Floriano, 250 km de Teresina, foi embora para Brasília/DF há 18 anos, como muitos fazem. Nesse período, desempregado, sustentou-se lavando carros até entrar na faculdade de Direito e que se formará ao final de 2014.

Diz a reportagem, que através de amizades, “a renda que iniciou em torno de R$ 600 e chegou até os R$ 2.000 por mês lavando carros, um dia o lavador de carros se surpreendeu com o questionamento de seu filho mais novo, fruto de um casamento em Brasília, ao levá-lo à creche. “As outras crianças chegavam de carro e ele queria isso também. Esse foi o pontapé pra que eu recomeçasse os estudos””.

Ele acabou passando em Direito de primeira e, após explicar sua situação, ganhou bolsa integral da faculdade. De lavador de carros, começou a fazer limpeza num cartório em Taguatinga/DF, onde o dono era um dos seus clientes e depois passou para segurança “até chegar ao cargo de auxiliar notarial, função que exerce hoje e lhe rende um salário por volta de R$ 1.500,00″.

Diz que continua lavando carros ao final de semana para complementar a renda, mas “com rotina dividida entre estudos da faculdade, ele diz que a dedicação dentro das aulas mais os estudos em casa, quando conseguia tempo, foram suficientes. Na primeira fase, ele disse que não teve gastos extras nos estudos. Quando descobriu a aprovação na primeira fase, resolveu focar de vez e pagou um cursinho online para a prova”.

Disse para reportagem: “Imagina você ganhar sozinho um prêmio da loteria. Imaginou? Foi assim que eu me senti”.

É mais uma bonita estória de superação e que deve ser compartilhada, em especial, para aqueles que só reclamam da vida que levam, na maioria, melhor do que esse jovem com dois ou três filhos para criar.

5.193 Questões Comentadas da OAB

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Em 2013 foi bastante divulgado um estudo publicado em janeiro daquele ano (pela revista científica Psychological Science in the Public Interest) que cientistas avaliaram dez técnicas comuns de aprendizagem para classificar quais de fato tinham a melhor utilidade.

Duas delas obtiveram o MAIS ALTO grau de utilidade na aprendizagem: teste prático (resolver questões) e prática distribuída (estudar durante ao longo do tempo).

Diante dessas duas afirmativas, é possível reuni-las numa única missão: resolver milhares de questões, e para isso, é necessário bastante tempo, inclusive para fixar o conteúdo.

Assim, chega ao mercado a obra MAIS COMPLETA de questões comentadas para OAB:

Passe na OAB – 1ª Fase Fgv – 5.193 Questões Comentadas – 6ª Ed. 2014

Publicada pela Editora Saraiva, a obra contém questões exclusivas formuladas pela FGV Fundação Getulio Vargas, responsável pelo Exame da Ordem, com comentários atualizados e objetivos, trazendo a melhor doutrina e a jurisprudência de tribunais superiores. Este livro foi elaborado por professores experientes na preparação para o Exame de Ordem e coordenado por um dos maiores especialistas em provas da OAB. Fonte de estudo segura, objetiva e eficiente para quem precisa garantir a aprovação.

Destaque desta edição:

  • Revista, atualizada e ampliada.
  • Inclui questões de Filosofia do Direito.
  • Contém todas as disciplinas exigidas na 1ª Fase do Exame de Ordem unificado.
  • 5.193 questões comentadas alterativa por alternativa.
  • Questões classificadas por disciplinas, temas e subtemas.
  • Simulados com questões inéditas formuladas e comentadas pelos autores.

São mais de 1.300 páginas e o valor de capa é R$ 129,00. Promocional pela Livraria Saraiva, ao tempo desse artigo, por R$ 90,30 (Com desconto: 1x de R$ 85,78 no cartão de crédito).

Duas semanas para prova da OAB: o que fazer?

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A prova do XIVº Exame é dia 3 de agosto, daqui a duas semaninhas. Para muitos é quase a metade da caminhada, justamente, para aqueles que começaram a se preparar quando da publicação do edital (20/6) ou da final da Copa (13/7). Para poucos, é o tempo reservado para uma revisão mais séria ou estudos complementares.

Qualquer que seja o seu grupo, o importante é NÃO PERDER O FOCO. E por incrível que pareça, é mais fácil acontecer isso às vésperas da prova do que quando se está começando a se preparar. Explico.

O fator nervosismo como ansiedade podem levar à falta de concentração ou distração, ou seja, você fará o possível para não estar estudando. Inventará desculpas e obstáculos para que se tornem difícil os últimos dias.

E se não for isso, certamente, para aqueles que já estão nessa estrada há bastante tempo, o cansaço levará para esses sintomas. Veja o que acontece com os maratonistas principiantes. Desde a largada, correm, correm e ao final não há folego suficiente para finalizar o percurso e terminam superados pelas próprias pernas trêmulas.

Assim, o negócio é NÃO ENTRE EM PÂNICO! Transforme o nervosismo e a ansiedade em PRODUÇÃO. Como se faz isso? Faça algo que você não estava fazendo antes, como p.ex., ESTUDAR por um LIVRO NOVO ou RESOLVER QUESTÕES NOVAS.

Ânimo novo sempre é aquele GÁS emergencial que se socorre para os momentos mais tensos. É o red bull do desgaste emocional.

Intensificar os estudos é algo natural para esse momento – os maratonistas experientes vencem correndo mais ao final – mas o direcionamento correto é essencial para não percorrer o mesmo caminho com passos a mais do que se precisa.

Se o tempo é o problema, vamos à solução! O Manual de Dicas OAB 1ª Fase com todas as disciplinas é um livro além da teoria unificada, não traz questões comentadas (os outros também não), mas identifica os temas que já caíram ou mais são cobrados em provas através de etiquetas. Ademais, a exposição da matéria também é outro diferencial, num formato que prima pelo discurso DIRETO como se o leitor estivesse em sala de aula.

Tenham certeza, é o único livro que vocês conseguirão ler por completo nesse momento antes da prova (e faltam apenas 2 semanas).

Em promoção na Saraiva, de R$ 73,10 Por R$ 54,80.

Sua preparação para OAB e concursos é germânica ou brasileira? Confira!

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Com o fim da Copa fica mais fácil encararmos as diferenças entre as seleções de futebol da Alemanha, campeã, e do nosso Brasil, 4º lugar, cujas derrotas somaram dez gols sofridos.

Quando trato de diferenças, estamos falando sobre como foram as preparações prévias dessas equipes para essa Copa de 2014.

Mesmo se você passou longe dos noticiários, certamente, já ouviu – mesmo que de forma superficial – de terceiros como foi o desenvolvimento dessas seleções. Pois bem, em especial, uma premissa: toda derrota, ao menos, deveria servir para se conhecer os motivos e tentar superá-los numa próxima ocasião.

A seleção da Alemanha perdeu para nós em 2002 a final, onde conquistamos o penta. Foi a 3ª colocada em 2006, onde realizou em seu país a Copa, mesma colocação em 2010. Durante esse período, estabeleceu-se importantes mudanças de atitude e na forma de encarar o futebol. Não só paixão, como nós brasileiros consideramos, mas correu atrás da ciência, de pesquisas, da tecnologia e na formação humana de seus conterrâneos.

No Brasil, construiu o seu próprio centro de treinamentos e alojamentos e que estavam prontos bem antes de muitos investidos pelos times brasileiros para receber as seleções.

Enquanto isso, nossa seleção foi tomada, mais uma vez, pela paixão e pelo improviso. Muito se especulou a falta de treinamentos durante a Copa, ao contrário, p.ex., dos alemães. E sempre houve uma desculpa ou uma resposta para abonar as próprias deficiências ou falhas, mesmo que não admitidas.

Na Alemanha jamais se destacou algum ou outro craque como fizemos questão de enaltecer Neymar Jr. O conjunto sempre foi o mais importante para os alemães.

Desses fatos, podemos pensar para nossos estudos, seja para OAB, seja para concursos públicos. Nossa preparação tem sido na “pegada germânica” ou apenas na “vontade brasileira”? Reflita comigo.

A organização jamais será vencida apenas pela força de vontade. Os treinos, a resolução de questões de provas anteriores é fator indispensável para quem pretende vencer contra candidatos que disputam a sua Copa concurseira. Conhecer o adversário à exaustão também é motivo para resolver questões, bem como examinar editais e programas anteriores e compará-los com o que realmente cai em prova.

Não adianta escolher um craque nos seus estudos, pois todas as disciplinas precisarão atuar em equipe, buscando alcançar pontuação máxima possível. Enquanto isso, o seu centro de treinamentos precisa estar pronto bem antes dos editais, para receber sua preparação de forma profissional, atenta e com o foco necessário.

E se você não vencer, não caia na fácil tentação de trocar de técnico imediatamente, a Alemanha investe no seu treinador desde 2006, pois acreditou, como nós, que os resultados serão alcançados mais cedo ou mais tarde, desde que cada derrota seja motivo para superar o que não foi vencido com mais esforços e investimentos.

O improviso somente levará para o insucesso, pois cada vez mais os candidatos estão se especializando e observando os grandes vencedores de como chegaram lá. Fica a lição germânica de gerenciamento através do ciclo PDCA (sigla em inglês para o português, Planejar, Executar, Verificar e Agir).

Não há mais nada moderno do que isso e, assim, precisamos aprender que só com “foco, fé e força” chegaremos sempre depois do que os primeiros. Se funcionava no passado, hoje precisamos ter a preparação calculada e testada da Alemanha. Qual é a sua?

[ATUALIZADO]

Inspirado nesse texto, foi publicado um artigo na revista Exame online. Leia mais, clicando aqui.

Faça seu teste: você precisa de um curso preparatório para OAB?

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Muita gente me pergunta se é “necessário fazer um curso preparatório para ser aprovado na 1ª fase na OAB”. Certamente, em linhas gerais, é possível afirmar que não é conditio sine qua non, ademais, muitos examinandos experimentam um, dois até três cursos distintos até serem aprovados.

De fato, é possível afirmar que tem muito preparatório que fica devendo em diversos quesitos, desde a seleção do conteúdo que será ministrado pelos professores até a própria transmissão dele, seja por profissionais incapacitados, seja por problemas da instituição.

Como dá para imaginar, a maioria dos alunos que escolhem um curso terá uma modalidade EAD (online e satélite) para se preparar, provavelmente, será mais fácil de se arrepender depois, porque basta uma câmera e um pouco de disposição e pronto, mais um cursinho à mão.

Por outro lado, muitos dirão que “mesmo com os cursos preparatórios que temos por aí está difícil a aprovação, imagina sem eles”. Até pode ser, mas, mantenho a posição que o curso alcançará seu objetivo ainda como um material de apoio, como os livros também o são e para situações bem delineadas.

O problema está como muitos enxergam os preparatórios: a “tábua de salvação” e entregam toda a sorte do mundo nas mãos deles. Mesmo o melhor de todos, se fosse possível avaliá-los assim, não conseguirá salvar o aluno carente de conteúdo que trouxe de sua fraca faculdade (não só como instituição, mas como vida acadêmica).

Superando essa ideia equivocada, é possível apontar situações em que os cursos preparatórios acabam se tornando uma excelente ferramenta complementar para os estudos. Vamos passar a elas.

SITUAÇÃO 1. Aquela que o aluno tem dificuldades de se organizar. Como vou estudar se não consigo agendar no meu calendário os horários para isso? O curso facilita isso, porque – no mínimo – ele força que você dedique tempo para vencer o conteúdo adquirido, em especial, em cursos online. Em presenciais, mais fácil ainda, porque você terá que frequentar turnos pré-determinados (manhã, tarde ou noite).

SITUAÇÃO 2. Aquela que o aluno não consegue estudar sozinho. Aqui enxergamos quando alguém precisa de INCENTIVO. Você precisa que um professor aponte quais matérias estudar ou que um colega esteja focado na prova, como forma motivacional de correr atrás de seus objetivos.

SITUAÇÃO 3. Aquela que o aluno precisa ver e/ou ouvir e até escrever para aprender. É quase uma “subespécie” da anterior, pois aqui o aluno não consegue estudar “apenas lendo”, ele precisa interagir visualmente com imagens em movimento, ouvir o professor ministrando aulas e escrever o que ele está dizendo para entender a matéria. Mas não é um incentivo que ele precisa, certo é que o “jeito de aprender” interfere para uma forma didática que leva aos cursos preparatórios.

SITUAÇÃO 4. Aquela que o aluno tem que otimizar o seu tempo. O curso preparatório nesse caso também ajuda, pois ele tem a missão de entregar de forma objetiva e direta o “mínimo” que o examinando precisa, baseado na experiência de provas anteriores. Não significa, como foi dito antes, que o cursinho bastará para chegar à aprovação, mas se o aluno já traz uma bagagem suficiente e o preparatório servirá como um “canalizador” de conteúdo, então é uma ótima escolha, pois o examinando não perderá tempo com o desnecessário. Por outro lado, justamente, é aqui que muitos cursos não atendem o objetivo.

SITUAÇÃO 5. Por fim, e talvez, a mais perigosa, é aquela que o aluno tem grande deficiência de conteúdo. Conforme já foi dito, o cursinho não é tábua de salvação. Porém, é inegável afirmar que muita gente aprende no preparatório o que não aprendeu durante 5 ou 6 anos na faculdade. Digo que é “perigosa”, pois uma grande deficiência não será resolvida exclusivamente no curso, mas com muito trabalho extraclasse. O curso ajudará, ao menos, para apontar não só os problemas que traz o aluno, como também indicar um “rumo” para o que se deve combater para vencer o exame da OAB.

Assim, se você acha que se encontra numa dessas situações, é melhor começar a pesquisar um curso preparatório de qualidade e, preferencialmente, que seja mais extenso ou adequado às deficiências que se carrega. Se antigamente era possível ser aprovado apenas com cursinho (antes da unificação do exame), hoje precisa muito mais do que isso, e essa conclusão é unânime e geral entre os coordenadores dos principais preparatórios do país.

Agora, como escolher um curso EAD? Publicamos no ano passado um artigo denominado Tutorial: como escolher um curso EAD para OAB. Acredito que as ideias ali ainda estão atualizadas. Bons estudos!

Sem tempo para estudar para OAB? Leia isso!

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Um dos maiores problemas para enfrentar o calendário e o compromisso com o Exame da OAB, sem dúvida alguma, é a FALTA de tempo para estudar. Enquanto alguns tem de muito, a maioria, de pouco. É o estágio, o emprego, o período de provas na faculdade, o TCC, enfim, há muitos motivos para reduzir o tempo de preparação.

Com o edital publicado para o XIVº Exame e menos de 30 dias até o grande dia, tenha certeza que tem gente que nem embarcou ainda nessa aventura em mares revoltos.

Como, então, otimizar ou aproveitar o pouco tempo à disposição? Primeiro e, essencialmente, é montar uma agenda até a prova, dia-a-dia. Nesse momento, inclua ao menos 2 disciplinas por dia. Assim, em duas semanas, por exemplo, 14 de 17 disciplinas você terá abordado.

Das 17 disciplinas, exclua 3 desse RODÍZIO: CDC, ECA e Ética. Essas três deixe para operar na última semana de véspera. Apesar de CDC e ECA cobrarem apenas 2 questões cada, dá para GABARITÁ-LAS e cada uma representa apenas 1 diploma legal, observado que os temas que estão nas provas são reduzidos.

E Ética merece uma revisão e leitura dedicada, exclusivamente. São 10 questões que serão retiradas – em média – do EOAB (7-8 questões), CED (1) e do RGOAB (1).

Além dessa organização, não esqueça de TREINAR questões de provas anteriores é ESSENCIAL e se você dedicar como tempo extra (fora da agenda das 2 disciplinas por dia) todos os dias, as CHANCES SE MULTIPLICAM. Aqui fica a minha sugestão: não escolha uma disciplina e faça 1000 questões, mas procure responder de forma diversificada, pois no dia da prova serão 17 disciplinas AO MESMO TEMPO.

A escolha do material para estudar é também uma MEDIDA EFICAZ, visto que o mercado oferece milhares de opções. O negócio é não desperdiçar tempo com livros profundos ou genéricos demais. A minha sugestão é o Manual de Dicas OAB 1ª FASE 2014 da Editora Saraiva.

É um livro pensado para quem não tem tempo e precisa de uma material especializado e fácil de compreensão. Traz todas as disciplinas e reúne uma equipe de professores da melhor qualidade. O feedback do livro é ótimo e muitos depoimentos apontam como aquele material que ajudou a garantir a aprovação. Fica a dica!

 

Na dúvida ainda sobre a disciplina da 2ª fase da OAB? Leia isso!

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Essa semana terminam as inscrições para o XIVº Exame da OAB. Para quem deixa para última hora a escolha da disciplina para 2ª fase, oferecemos algumas linhas para esclarecer alguns “mitos” a respeito e quem sabe, direcionar a sua escolha.

A pergunta que mais vejo entre os examinandos é qual a disciplina mais fácil para 2ª fase. E respondo: é IMPOSSÍVEL entregar a solução de forma generalizada e explico. O que adianta eu dizer, por exemplo, que é direito empresarial se você teve grandes dificuldades na faculdade ou detesta direito falimentar? Portanto, fuja dessa pergunta e das respostas que dão por aí.

Outra pergunta bastante comum: qual a disciplina que mais aprova? Bem, essa é mais fácil de responder, pois baseado em números que, raramente, a FGV divulga é Direito Constitucional (dados entre IIº ao Xº Exame, média de 31,3%). Já a que MAIS REPROVA é Direito do Trabalho (12,9%). Mas a justificativa dada anterior também é a mesma: o que adianta escolher direito Constitucional se você entende bulufas de controle de constitucionalidade ou detesta abrir a CF? Portanto, seguir esse ranking pode ser um perigo constante.

O ideal seria escolher a disciplina que tem menos conteúdo publicado no edital? Esse é outro ponto que vejo em voga quando muita gente repugna Direito Civil porque tem matéria pra chuchu! Ora, como é fácil desarmar esse raciocínio. Direito Civil é a 2ª disciplina que mais aprova (28,7%). [E o que tenho para dizer também lá no fim desse artigo, espera então].

Então posso seguir os conselhos de um professor e escolher a disciplina X? Depende. Se o professor é de Tributário e ele está indicando Administrativo, ouça com atenção o que ele tem para dizer, porque se ele vai indicar a própria disciplina, POR ÓBVIO, que há interesses próprios para que você siga a matéria dele. Lembre que professores sem alunos não há cursos e sem leitores, não há livros. Ele pode até defender sua disciplina de forma apaixonada, talvez até desinteressada, mas então dê a mesma oportunidade para outros professores de outras disciplinas. É como numa eleição: cada candidato irá defender seu partido, ok?

[Tenho livro publicado para 2ª fase em Empresarial e ministro aulas para essa disciplina, mas prefiro que o examinando procure sozinho suas preferências]

Observar o que aconteceu com determinada disciplina no exame anterior conta? Está aí uma pergunta muito interessante. Se você, por exemplo, topa direito civil e trabalho, ou seja, tanto faz entre essas duas, talvez seja razoável examinar o que aconteceu com a última prova. Uma possível polêmica pode endurecer ou aliviar no exame seguinte. Veja o que aconteceu no IXº Exame. Polêmica com a prova de Constituição, teve até recorreção, mesmo assim, aprovados foram 21,7%. No seguinte, 34,7%. Estranho, ao menos, não?

Para escolher a disciplina de 2ª fase sigo, então, minhas experiências profissionais? Parece óbvia a resposta, mas não é tanto assim como parece. Acredito que deve influenciar, mas não totalmente. Explico. Já vi muitos estagiarem ou fazerem parte de um escritório especializado em determinada disciplina, mas que detestam o dia-a-dia. Estão lá por oportunidade financeira. Isso pode ser um complicador no momento que você terá que se dedicar em leitura profunda e teórica. Você lê, mas não entra na cabeça. “Bloqueio emocional” diria um psicólogo. Por outro lado, você pode gostar do que faz, mas nunca abriu um livro, só conhece a prática ou “ctrl+c, ctrl+v”. Meu amigo, prova teórica e prática de escritório são avenidas que não se cruzam de primeira.

Então, o que fazer? Descubra-se! Descubra a prova! Em 5 ATOS.

1- Selecione as disciplinas que você está em dúvida.

2- Procure e baixe as últimas 5 provas dessas disciplinas.

3- Examine as questões e a peça. Até tente solucionar mentalmente. Ao menos, identifique os assuntos.

4- Baixe, então, os padrões de respostas de cada prova. E examine as respostas.

5- Reflita sobre o que você gostaria de estudar EXCLUSIVAMENTE durante 30 dias e que aquilo seria PRAZEROSO, ter sua ATENÇÃO e que poderia ser o CAMINHO DA SALVAÇÃO da humanidade para a cura de todos os males do universo.

Pergunto, agora eu: se você fosse namorar com alguém, como seria a sua avaliação? Tente levar isso para escolha da disciplina e estamos falados.

Por fim, uma dica de uma obra especial que retrata todas as disciplinas de 1ª fase com uma abordagem exclusiva e inovadora, numa edição atualizadíssima de 2014. Teoria unificada contada de um jeito diferente. Confere lá no site da Saraiva clicando na imagem abaixo.

Você tirou zero na peça do exame da OAB? Leia isso!

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Pois bem, saiu a lista preliminar de aprovados da 2ª fase do XIIIº Exame da OAB e apesar da alegria de muitos, recebo com tristeza muitos relatos de reprovação porque suas peças foram zeradas e, ao que parece, por problemas de identificação.

Do que levantei até o momento, alguns casos devem ser comentados e até solucionados através de RECURSOS.

Se você “inventou” os dados das partes, como endereço e etc e tal, infelizmente, não tem o que fazer. As explicações do porquê da identificação estão logo abaixo.

Se você escreveu literalmente “assinatura” após local, data, advogado, a banca cometeu grande INJUSTIÇA.

Se você colocou, por acaso, como local a cidade do seu “cliente”, informação essa dada pela questão, a banca também cometeu grande INJUSTIÇA.

Se você colocou a data do dia da prova, observado que a questão não trouxe qualquer informação sobre localização no tempo dos fatos, também não pode ser considerado como IDENTIFICAÇÃO.

É bom informar que não se recomenda nenhuma das opções acima para justamente evitar possíveis problemas, até porque muitas dessas (exceto pelos dados inventados) já foram consideradas como corretas e não geraram anulação alguma. Porém, por receio de novas diretrizes da banca e que não precisam estar no edital, pois é mera “interpretação” do que seja identificação, faz-se a observação de seguir à risca a maior isenção possível.

Todos são casos que a banca considerou como IDENTIFICAÇÃO e que não concordamos.

E a razão é a mesma da discordância. Para se entender como “identificação” de uma peça, ela precisa ser única, caso contrário, como vou poder alegar que uma peça que tenha a data do dia da prova era a minha? Ou que tinha a cidade que o problema fornecia era a minha?

Colocar a data do dia da prova e a localidade do cliente na peça é “erro” comum de muitos, dezenas, até porque é lógico esse raciocínio na prática. Portanto, não podem ser identificadas, singularizadas tais provas, pois há uma COLETIVIDADE que adota esses termos.

Assim, é possível afirmar que é IMPOSSÍVEL identificar tais provas, porque muita gente faz isso do mesmo modo em relação às RASURAS, pergunta muito comum aqui no blog. Como identificar uma prova através de rasuras? Com um traço? Dois? Uma palavra totalmente riscada? Uma palavra sobrescrita? Uma palavra riscada entre parênteses? Ora, são todos recursos que MUITOS se utilizam para tentar inutilizar determinada palavra ou oração.

Portanto, pelo simples fato de faltar condições de individualizar determinada prova pelas questões acima, a banca FGV deve reconsiderar as anulações que cometeu nesse exame pelos relatos que tivemos desde ontem. Assim, RECORRER é obrigação do examinando!

Se você tiver outro exemplo, caminhe-nos para ilustrar o texto.

Novidades no edital publicado do XIVº Exame da OAB!

Comentário (1)

Pois bem, amiguinhos, a vida não é só futebol, por isso hoje a OAB publicou o edital para o XIVº Exame de Ordem [clique aqui]. Vamos às nossas considerações que seguem.

Nesse ano uma menina que estava no 2º semestre foi aprovada no Exame e muita gente perguntou se poderia. Bem, respondendo com o edital em mãos:

1.4.3. Poderão realizar o Exame de Ordem os estudantes que, na data de inscrição para o Exame de Ordem, estejam matriculados nos últimos dois semestres ou no último ano do curso de graduação em Direito.

Mesmo que essa regra já seja conhecida por nós, é importante destacar que em qualquer semestre é possível fazer a prova, no entanto, o aproveitamento somente para quem estiver “matriculados nos últimos dois semestres ou no último ano do curso de graduação em Direito” apesar do texto ser outro, a intenção era essa.

É o que diz o item 1.4.4.1. “O examinando aprovado que não preencher as exigências do edital, inclusive e especialmente os itens 1.4, 1.4.1, 1.4.2, 1.4.3, 1.4.3.1, 1.4.3.2.1 e 1.4.4, não aproveitará o resultado obtido no certame.”

Seguindo o baile, as inscrições ocorrerão no período entre 16h do dia 20 de junho de 2014 e 23h59min do dia 2 de julho de 2014, observado o horário oficial de Brasília/DF, observado que a homologação da inscrição somente se dará após o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 200,00 (duzentos reais).

O edital da REPESCAGEM também foi publicado, simultaneamente [clique aqui], e para esse pessoal (que ainda nem sabe do resultado do XIIIº Exame), as inscrições acontecerão no período entre 14h do dia 05 de agosto de 2014 e 23h59min do dia 12 de agosto de 2014, no valor de R$ 100,00 (cem reais).

Mas no edital “normal” e que também trata da REPESCAGEM apresenta uma novidade:

2.8.1.1 O reaproveitamento descrito no item anterior é vedado aos examinandos ausentes ou eliminados da 2ª fase do XIII Exame de Ordem Unificado.

Pois bem, “ausentes” nós já vínhamos alertando por esse fato, mas “eliminados” ainda não… A pergunta é: QUEM SÃO ELIMINADOS? Procurando no próprio edital quem seriam esses infortunados, encontramos essas opções:

  • o examinando que não apresentar documento de identidade original será automaticamente eliminado do Exame e os examinandos que não estiverem portando documento de identidade original depois de iniciada a prova;
  • o examinando que, durante a aplicação das provas, estiver portando e/ou utilizando material proibido, ou se utilizar de qualquer expediente que vise burlar as regras deste edital, especialmente as concernentes aos materiais de consulta, terá suas provas anuladas e será automaticamente eliminado do Exame;
  • Será eliminado do Exame o examinando que, durante a realização das provas, for surpreendido portando aparelhos eletrônicos, tais como bipe, walkman, agenda eletrônica, notebook, netbook, palmtop, receptor, gravador, telefone celular, máquina fotográfica, protetor auricular, MP3, MP4, controle de alarme de carro, Ipad, Ipod, Iphone etc., bem como relógio de qualquer espécie, óculos escuros ou quaisquer acessórios de chapelaria, tais como chapéu, boné, gorro etc., e ainda lápis, lapiseira, borracha e/ou corretivo de qualquer espécie.
  • Todos os examinandos, ao terminarem as provas, deverão, obrigatoriamente, entregar ao fiscal de aplicação o documento que será utilizado para a correção de sua prova (folha de respostas e caderno de textos definitivos, conforme o caso). O examinando que descumprir a regra de entrega de tais documentos será ELIMINADO.
  • Terá suas provas anuladas e será automaticamente eliminado do Exame o examinando que, durante a sua realização: a) for surpreendido dando e/ou recebendo auxílio para a execução das provas; b) utilizar-se de Iivros, dicionários, notas e/ou impressos que não forem expressamente permitidos e/ou que se comunicar com outro examinando; c) for surpreendido portando aparelhos eletrônicos, tais como bipe, walkman, agenda eletrônica, notebook, netbook, palmtop, receptor, gravador, telefone celular, máquina fotográfica, protetor auricular, MP3, MP4, controle de alarme de carro, Ipad, Ipod, Iphone etc., bem como relógio de qualquer espécie, óculos escuros ou quaisquer acessórios de chapelaria, tais como chapéu, boné, gorro etc., e ainda lápis, lapiseira, borracha e/ou corretivo de qualquer espécie; d) faltar com o devido respeito para com qualquer membro da equipe de aplicação das provas, com as autoridades presentes e/ou com os demais examinandos; e) fizer anotação de informações relativas às suas respostas no comprovante de inscrição e/ou em qualquer outro meio; f) não entregar o material das provas e/ou continuar escrevendo após o término do tempo destinado para a sua realização; g) afastar-se da sala, a qualquer tempo, sem o acompanhamento de fiscal; h) ausentar-se da sala, a qualquer tempo, portando a folha de respostas (prova objetiva), ou o caderno de textos definitivos (prova prático-profissional) e/ou o caderno de rascunho (salvo no caso previsto no subitem 3.5.3); i) Descumprir as instruções contidas nos cadernos de prova, na folha de respostas (prova objetiva). e/ou o caderno de textos definitivos (prova prático-profissional); j) Perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo em comportamento indevido; k) utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos ou ilegais para obter aprovação própria ou de terceiros, em qualquer etapa do Exame; I) Impedir a coleta de sua assinatura; m) for surpreendido portando caneta fabricada em material não transparente; n) for surpreendido portando anotações em papéis que não os permitidos; o) recusar-se a ser submetido a qualquer procedimento que vise garantir a lisura e a segurança do processo de aplicação do Exame, notadamente os previstos nos subitens 3.6.4, 3.6.11, 3.6.12, 3.6.17, 3.6.17.1, 3.6.19 e 3.6.20 deste edital; p) recusar-se a permitir a coleta de sua impressão digital, para posterior exame datiloscópico; q) recusar-se por qualquer motivo a devolução do caderno de prova ou gabarito, quando solicitado ao final do tempo de prova.
  • Se, a qualquer tempo, for constatado, por meio eletrônico, estatístico, visual, grafológico ou investigação policial, ter o examinando utilizado processo ilícito, suas provas serão anuladas e ele será automaticamente eliminado do Exame.
  • O examinando que, durante a aplicação das provas, estiver portando e/ou utilizando material proibido, ou se utilizar de qualquer expediente que vise burlar as regras deste edital, especialmente as concernentes aos materiais de consulta, terá suas provas anuladas e será automaticamente eliminado do Exame.

Então, se liguem para evitar que possam deixar de se beneficiar pela REPESCAGEM por quaisquer dessas atitudes.

A prova objetiva terá a duração de 5 (cinco) horas e será aplicada na data provável de 3 de agosto de 2014, das 13h às 18h, no horário oficial de Brasília/DF.

E a prova prático-profissional terá a duração de 5 (cinco) horas e será aplicada na data provável de 14 de setembro de 2014, das 13h às 18h, no horário oficial de Brasília/DF.

Outra NOVIDADE é uma regra que já vinha sendo aplicada pela FGV e que gerava MUITÍSSIMAS dúvidas aqui no blog e que agora, acredito, não haverá mais…

3.5.6.2 Em caso de equívoco na ordem de transcrição das respostas das questões e/ou peça profissional nas respectivas páginas do caderno de textos definitivos pelo examinando, poderá ser adotado procedimento administrativo de reordenação das folhas para fins de correção da prova.

Pessoal, não encontrei mais nada que chamasse atenção, como novas fases (3ª fase, prova oral, 4ª fase, prova física para subir escadas com 10 volumes de autos) ou novas disciplinas (Direito Canônico, Direito Funerário ou Direito Espacial), portanto, para quem ainda não começou a estudar, o tempo está correndo, aliás, voando com essa Copa do Mundo nas ruas e na TV.

Segue a indicação de um livro QUE SERVE MUITO para quem começará a estudar agora ou que pretende FAZER UMA REVISÃO atenta e segura, destacando os temas que mais foram cobrados em provas da FGV.

 

Exclusivo: simulado grátis para XIVº Exame OAB

Comentários (7)

Pessoal, segue o simulado – totalmente grátis – e didático (com a divisão das questões por disciplina) para vocês testarem seus conhecimentos, seja para quem já está se preparando, seja para quem pretende baixar a cabeça a partir da publicação do edital nessa sexta-feira, dia 20/6.

Iremos publicar o gabarito na semana que vem, dia 23/6, ok?

Para baixar, basta Simulado 2014 – XIV OAB. Compartilhe também esse simulado com seus colegas e amigos (e porque não, inimigos). O nível de dificuldade é bastante alto, acredito que maior que a última prova, o XIIIº Exame Unificado.

Boa sorte!

E segue o lançamento do Manual de Dicas para OAB 1ª Fase, 2014, com todas as disciplinas reunidas numa única obra em exclusiva abordagem, destacando o conteúdo que mais tem caindo em provas da FGV. Em promoção na Saraiva de R$ 73,10 por R$ 57,00!!

#SeLigaNaDica

Agenda OAB

XVI Exame de Ordem Unificado

  • 23.01.2015

    Publicação do Edital

  • 23.01.2015
    a
    05.02.2015

    Período de Inscrições

  • 25.02.2015

    Prazo limite para pagamento da taxa de inscrição

  • 09.03.2015

    Divulgação dos locais de realização da prova objetiva

  • 15.03.2015

    Divulgação do gabarito preliminar da prova objetiva

  • 15.03.2015

    Realização da 1ª fase (prova objetiva)

  • 30.03.2015

    Resultado preliminar da 1ª fase

  • 31.03.2015
    a
    03.04.2015

    Prazo recursal contra o resultado preliminar da 1ª fase

  • 17.04.2015

    Divulgação do resultado final da 1ª fase (prova objetiva)

  • 17.04.2015

    Divulgação do gabarito definitivo da 1ª fase

  • 11.05.2015

    Divulgação dos locais de realização da prova prático-profissional

  • 17.05.2015

    Realização da 2ª fase (prova prático-profissional)

  • 17.05.2015

    Divulgação do padrão de resposta preliminar da prova...

  • 08.06.2015

    Divulgação do padrão de respostas definitivo e do resultado...

  • 09.06.2015
    a
    12.06.2015

    Prazo recursal acerca do resultado preliminar da 2ª fase

  • 30.06.2015

    Descrição dos recursos acerca do resultado preliminar e divulgação...